'A vida é um trio elétrico' nova obra da Edise

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Publicada em 16/10/2019 às 10:02:00

 

O livro 'A vida é um trio elétrico', do professor, historiador e escritor lagartense Claudefranklin Monteiro, é a mais nova obra da Editora Diário Oficial de Sergipe - Edise.
O lançamento da obra acontecerá no dia 17 de outubro, a partir das 11h, no auditório da Sociedade Médica de Sergipe, durante a II Reunião de Congraçamento entre Instituições Científicas e Culturais da Bahia e de Sergipe. A Somese fica na rua Guilhermino Rezende, 426, bairro São José, em Aracaju (SE).
 'A vida é um trio elétrico' é o primeiro de uma trilogia e uma espécie de 'Chame Gente', uma das canções do grupo. Esta publicação reúne algumas crônicas feitas entre os anos de 2009 e 2019 com o intuito abrir alas para outras duas produções.
Com uma temática cultural, o livro aborda a história da criação do trio elétrico, que está próximo de completar 70 anos. Tudo começou com os amigos Dodô e Osmar, que desde os anos 40, realizavam experimentos que deram na criação do pau-elétrico (segundo Aroldo Macêdo a primeira guitarra brasileira), assim desde 1950, o trio e a pipoca (nome dado a um grupo de foliões que vai atrás de um trio elétrico) fazem parte do carnaval de rua.
O professor Claudefranklin Monteiro é fã do trio elétrico Armandinho Dodô e Osmar desde 1982, mas só em 2010 conheceu o grupo. "Eles fizeram uma apresentação em Lagarto, por conta do aniversário da cidade em 2010, na ocasião Aroldo Macêdo contou que seu bisavó era lagartense, assumi um compromisso em averiguar a história. Em 2016 fui estimulado pelo amigo Anselmo Machado a fazer o pós-doutorado em Salvador. Tiver a oportunidade de ir à Salvador para conversar com o professor Milton Moura, assisti a um show dos Irmãos Macedo e resolvi trabalhar o pós-doc. a trajetória do trio elétrico em Salvador, a partir do grupo", conta.
Claudefranklin ainda explica que a referência musical motivou no levantamento da trajetória do trio elétrico. "Percebi que os estudos sobre a temática são poucas e carecem de uma profundidade. Visto isso, quis aliar a ideia de fã e de historiador a fim de dar uma contribuição mais sistemática para o assunto", explica.
O autor ainda ressalta a contribuição cultural que a obra traz para a sociedade brasileira. "O trio é um marco referencial da cultura brasileira, responsável pela criação do estilo musical ainda em evidência: a música trieletrizada. São poucas as referências musicais no Brasil que possui uma longevidade tão grande e que tenha feito tanta escola, a exemplo do Axé Music e outros ritmos baianos de feições nacionais", destaca Claudefranklin Monteiro.
Para o presidente da Empresa de Serviços Gráficos de Sergipe - Segrase, Ricardo Roriz, lançar mais uma obra de contribuição cultural para a sociedade é muito importante. "Retratar a trajetória do trio elétrico faz com que mais pessoas conheçam a história de um veículo que leva tanta alegria não só durante o carnaval", observa.
O autor - Claudefranklin Monteir é natural de Lagarto. É professor adjunto do Departamento de História da Universidade Federal de Sergipe. Pesquisador dos grupos de pesquisa Culturas, identidades e Religiosidade (UFS) e o Som do Lugar e o Mundo (UFBA). Integrante da Academia Sergipana de Letras, da Academia de Letras Brasil-Suíça e Sócio do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia e do Instituto Histórico Geográfico de Sergipe. Essa é sua segunda obra publicada pela Edise, a primeira foi 'Contradições da Romanização da Igreja no Brasil: a festa de São Benedito em Lagarto (1771-1928)'.

O livro 'A vida é um trio elétrico', do professor, historiador e escritor lagartense Claudefranklin Monteiro, é a mais nova obra da Editora Diário Oficial de Sergipe - Edise.
O lançamento da obra acontecerá no dia 17 de outubro, a partir das 11h, no auditório da Sociedade Médica de Sergipe, durante a II Reunião de Congraçamento entre Instituições Científicas e Culturais da Bahia e de Sergipe. A Somese fica na rua Guilhermino Rezende, 426, bairro São José, em Aracaju (SE).
 'A vida é um trio elétrico' é o primeiro de uma trilogia e uma espécie de 'Chame Gente', uma das canções do grupo. Esta publicação reúne algumas crônicas feitas entre os anos de 2009 e 2019 com o intuito abrir alas para outras duas produções.
Com uma temática cultural, o livro aborda a história da criação do trio elétrico, que está próximo de completar 70 anos. Tudo começou com os amigos Dodô e Osmar, que desde os anos 40, realizavam experimentos que deram na criação do pau-elétrico (segundo Aroldo Macêdo a primeira guitarra brasileira), assim desde 1950, o trio e a pipoca (nome dado a um grupo de foliões que vai atrás de um trio elétrico) fazem parte do carnaval de rua.
O professor Claudefranklin Monteiro é fã do trio elétrico Armandinho Dodô e Osmar desde 1982, mas só em 2010 conheceu o grupo. "Eles fizeram uma apresentação em Lagarto, por conta do aniversário da cidade em 2010, na ocasião Aroldo Macêdo contou que seu bisavó era lagartense, assumi um compromisso em averiguar a história. Em 2016 fui estimulado pelo amigo Anselmo Machado a fazer o pós-doutorado em Salvador. Tiver a oportunidade de ir à Salvador para conversar com o professor Milton Moura, assisti a um show dos Irmãos Macedo e resolvi trabalhar o pós-doc. a trajetória do trio elétrico em Salvador, a partir do grupo", conta.
Claudefranklin ainda explica que a referência musical motivou no levantamento da trajetória do trio elétrico. "Percebi que os estudos sobre a temática são poucas e carecem de uma profundidade. Visto isso, quis aliar a ideia de fã e de historiador a fim de dar uma contribuição mais sistemática para o assunto", explica.
O autor ainda ressalta a contribuição cultural que a obra traz para a sociedade brasileira. "O trio é um marco referencial da cultura brasileira, responsável pela criação do estilo musical ainda em evidência: a música trieletrizada. São poucas as referências musicais no Brasil que possui uma longevidade tão grande e que tenha feito tanta escola, a exemplo do Axé Music e outros ritmos baianos de feições nacionais", destaca Claudefranklin Monteiro.
Para o presidente da Empresa de Serviços Gráficos de Sergipe - Segrase, Ricardo Roriz, lançar mais uma obra de contribuição cultural para a sociedade é muito importante. "Retratar a trajetória do trio elétrico faz com que mais pessoas conheçam a história de um veículo que leva tanta alegria não só durante o carnaval", observa.

O autor -
Claudefranklin Monteir é natural de Lagarto. É professor adjunto do Departamento de História da Universidade Federal de Sergipe. Pesquisador dos grupos de pesquisa Culturas, identidades e Religiosidade (UFS) e o Som do Lugar e o Mundo (UFBA). Integrante da Academia Sergipana de Letras, da Academia de Letras Brasil-Suíça e Sócio do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia e do Instituto Histórico Geográfico de Sergipe. Essa é sua segunda obra publicada pela Edise, a primeira foi 'Contradições da Romanização da Igreja no Brasil: a festa de São Benedito em Lagarto (1771-1928)'.