Caiu de paraquedas

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Publicada em 18/10/2019 às 00:14:00

 

Em 21 de maio de 2013 o deputado esta
dual Francisco Gualberto (PTB) usou a 
tribuna da Assembleia Legislativa para informar que o governo Marcelo Déda já tinha em mãos todo o projeto para a construção do Hospital do Câncer de Sergipe. Apresentou fotografias da maquete, orçamentos, definição de área e previsão de datas para início das obras.
Em relação aos recursos financeiros, Gualberto afirmou que existiam R$ 32,7 milhões referentes às emendas de bancada destinadas pelo senador Eduardo Amorim; mais R$ 32,7 milhões do Ministério da Saúde; além de R$ 15 milhões assegurados no Proinveste. Destacou naquele momento que os recursos garantidos já tornavam possível o início das obras, que já estavam licitadas e que o Hospital do Câncer não era especulação nem discurso político, mas realidade.
Pouco mais de seis anos depois desse discurso de Gualberto na Assembleia, que era líder do governo, Sergipe pode ver que não saiu da terraplanagem o Hospital do Câncer que, pelo tempo, deveria já está em pleno funcionamento no bairro Capucho, em Aracaju, prestando relevantes serviços à população. Milhões foram gastos no projeto que ainda não saiu  do papel.
Agora, seis anos e cinco meses depois, surge uma luz no fim do túnel para a construção de um hospital do câncer em Sergipe. O Henrique Prata, que é o presidente do Hospital do Amor, em Barretos (SP) - que é referência na prevenção e tratamento do câncer no país - deseja construir uma unidade hospitalar dessa em Lagarto, por ser o município de origem dos seus familiares.
Às 19h da terça-feira passada, logo após reunião da bancada federal para discussão das emendas coletivas do Orçamento Geral da União (OGU) 2020, Henrique procurou o coordenador da bancada de Sergipe, o deputado federal Fábio Reis (MDB), em seu gabinete em Brasília. Externou o interesse de construir o Hospital do Amor em Lagarto por razões familiares e disse que precisava da ajuda dos parlamentares para destinação de recursos ao projeto.
Henrique Prata informou que o projeto do hospital custava R$ 120 milhões e necessitaria que a bancada federal ajudasse destinando nos próximos quatro anos, como contrapartida, recursos na ordem de R$ 100 milhões em emendas junto ao Orçamento da União.  Fábio o levou para conversar com os demais deputados federais e senadores, que, prontamente, aceitaram incluir o Hospital do Amor como uma das 15 emendas de bancada que Sergipe tem direito junto ao orçamento.
Ficou acordado que já no OGU do próximo ano seriam destinados R$ 20 milhões e não os R$ 30 milhos iniciais previstos para o hospital. E que no orçamento de 2021 seriam colocados R$ 40 milhões e no de 2022 mais R$ 40 milhões, totalizando os R$ 100 milhões acordados.
Com a definição de R$ 20 milhões para uma emenda de bancada para o Hospital do Amor, cada um dos 11 parlamentares de Sergipe destinará R$ 1,8 milhão dos R$ 22,5 milhões que têm direito a apresentar de emendas coletivas que totalizam R$ 247 milhões.    
Só tem a ganhar com a iniciativa do Henrique Prata em construir um tão esperado hospital do câncer, com o apoio de toda a bancada federal, o povo de Sergipe. Com certeza, essa grande obra social e humanitária amenizará o sofrimento de milhares de pessoas que sofrem com essa doença, não só pela doença, mas, pela falta de assistência do poder público com os constantes problemas com aparelhos de quimioterapia e radioterapia que tratam a doença.
Trocando em miúdos, esse hospital, que tem tudo para se tornar uma realidade por ser construído pela iniciativa privada, será uma grande conquista, sem padrinho político, do povo sergipano...

Em 21 de maio de 2013 o deputado esta dual Francisco Gualberto (PTB) usou a  tribuna da Assembleia Legislativa para informar que o governo Marcelo Déda já tinha em mãos todo o projeto para a construção do Hospital do Câncer de Sergipe. Apresentou fotografias da maquete, orçamentos, definição de área e previsão de datas para início das obras.
Em relação aos recursos financeiros, Gualberto afirmou que existiam R$ 32,7 milhões referentes às emendas de bancada destinadas pelo senador Eduardo Amorim; mais R$ 32,7 milhões do Ministério da Saúde; além de R$ 15 milhões assegurados no Proinveste. Destacou naquele momento que os recursos garantidos já tornavam possível o início das obras, que já estavam licitadas e que o Hospital do Câncer não era especulação nem discurso político, mas realidade.
Pouco mais de seis anos depois desse discurso de Gualberto na Assembleia, que era líder do governo, Sergipe pode ver que não saiu da terraplanagem o Hospital do Câncer que, pelo tempo, deveria já está em pleno funcionamento no bairro Capucho, em Aracaju, prestando relevantes serviços à população. Milhões foram gastos no projeto que ainda não saiu  do papel.
Agora, seis anos e cinco meses depois, surge uma luz no fim do túnel para a construção de um hospital do câncer em Sergipe. O Henrique Prata, que é o presidente do Hospital do Amor, em Barretos (SP) - que é referência na prevenção e tratamento do câncer no país - deseja construir uma unidade hospitalar dessa em Lagarto, por ser o município de origem dos seus familiares.
Às 19h da terça-feira passada, logo após reunião da bancada federal para discussão das emendas coletivas do Orçamento Geral da União (OGU) 2020, Henrique procurou o coordenador da bancada de Sergipe, o deputado federal Fábio Reis (MDB), em seu gabinete em Brasília. Externou o interesse de construir o Hospital do Amor em Lagarto por razões familiares e disse que precisava da ajuda dos parlamentares para destinação de recursos ao projeto.
Henrique Prata informou que o projeto do hospital custava R$ 120 milhões e necessitaria que a bancada federal ajudasse destinando nos próximos quatro anos, como contrapartida, recursos na ordem de R$ 100 milhões em emendas junto ao Orçamento da União.  Fábio o levou para conversar com os demais deputados federais e senadores, que, prontamente, aceitaram incluir o Hospital do Amor como uma das 15 emendas de bancada que Sergipe tem direito junto ao orçamento.
Ficou acordado que já no OGU do próximo ano seriam destinados R$ 20 milhões e não os R$ 30 milhos iniciais previstos para o hospital. E que no orçamento de 2021 seriam colocados R$ 40 milhões e no de 2022 mais R$ 40 milhões, totalizando os R$ 100 milhões acordados.
Com a definição de R$ 20 milhões para uma emenda de bancada para o Hospital do Amor, cada um dos 11 parlamentares de Sergipe destinará R$ 1,8 milhão dos R$ 22,5 milhões que têm direito a apresentar de emendas coletivas que totalizam R$ 247 milhões.    
Só tem a ganhar com a iniciativa do Henrique Prata em construir um tão esperado hospital do câncer, com o apoio de toda a bancada federal, o povo de Sergipe. Com certeza, essa grande obra social e humanitária amenizará o sofrimento de milhares de pessoas que sofrem com essa doença, não só pela doença, mas, pela falta de assistência do poder público com os constantes problemas com aparelhos de quimioterapia e radioterapia que tratam a doença.
Trocando em miúdos, esse hospital, que tem tudo para se tornar uma realidade por ser construído pela iniciativa privada, será uma grande conquista, sem padrinho político, do povo sergipano...

De imediato

Segundo o coordenador da bancada federal, deputado Fábio Reis (MDB), o presidente do Hospital do Amor, Henrique Prata, virá a Sergipe já em novembro para definir em Lagarto uma área para a construção do hospital. Revela que ele já tem o projeto pronto e quer iniciar no início de 2020 a obra com recursos próprios.

Atônito

Ressalta o deputado que ficou surpreso com a iniciativa do Henrique em procurar a bancada com a proposta pessoal de construção de um hospital do câncer em Lagarto, por ser a cidade onde residiram seu bisavô, avô e pai. Fábio ainda comemora a informação de que o projeto prevê a construção em dois anos, em uma área de 35 mil m².

Reforço da igreja

O arcebispo metropolitano Dom João chegou a ligar para cada um dos 11 parlamentares de Sergipe pedindo pela emenda de bancada em favor da construção do Hospital do Amor.

Emendas de bancada 1

Das 15 emendas de bancada, 11 foram indicadas por cada um dos parlamentares de Sergipe. As outras quatro foram consensuadas da seguinte forma: duas para o Governo de Sergipe, sendo uma para a saúde e outra para a segurança pública; uma para a Universidade Federal de Sergipe (UFS), visando investimentos no Campus do Sertão; e a outra para a construção do Hospital do Amor.

Emendas de bancada 2

A grande maioria da bancada destinou parte dos R$ 22,5 milhões das emendas impositivas para o governo do Estado e a Casa da Mulher Brasileira. Só não destinaram recursos de emendas para o governo o deputado estadual Gustinho Ribeiro (SD) e o senador Alessandro Vieira (Cidadania).

Emenda de bancada 3

Gustinho apresentou emenda impositiva para o DNOCS e os senadores Maria do Carmo e Alessandro Vieira para a CONIVALES. O senador Rogério Carvalho (PT) colocou para a saúde do estado e destinou uma parte dos recursos para a rodovia João Bebe Água. A saúde em Aracaju também foi contemplada com emenda impositiva de Laércio Oliveira (PP).  O deputado Fábio Mitidieri (PSD) destinou sua emenda impositiva para a Codevasf e uma parte dos recursos para Aracaju. Vários parlamentares destinaram para a Codevas uma parte dos R$ 22,5 milhões. Teve ainda emenda de bancada, apresentada por Bosco Costa (PR) para a rodovia que liga Ribeirópolis a Cristinápolis; e emenda de bancada para a agricultura, indicada por João Daniel (PT).

Gabinetes

Vários prefeitos percorreram esta semana os gabinetes, em Brasília, dos parlamentares visando recursos para seus municípios. O prefeito de Estância, Gilson Andrade, esteve com o deputado federal Fábio Mitidieri (PSD). Nas rodas políticas continuam as especulações de que Gilson, que continua sem partido, pode se filiar ao PSD e fazer parte da base aliada do governador Belivaldo Chagas.

Mostrou grandeza

O deputado federal Fábio Henrique (PDT), que não é da bancada do governo de Sergipe, destinou R$ 10 milhões para o Governo do Estado, sendo R$ 5 milhões para saúde e cinco para a segurança pública. E R$ 10 milhões para pavimentação de ruas em Nossa Senhora do Socorro, sendo que via Codevasf.

Vai ter reação

Servidores públicos do estado estão se organizando para reagir ao aviso do Governo do Estado de que não enviará para a Assembleia Legislativa nenhum Projeto de Lei que aumente despesas, ou reestruture carreira, ainda que com impacto futuro. A reclamação é porque estão há seis anos sem qualquer reposição salarial, não suportando mais um ano sem um reajuste salarial.

Alfinetando

O ex-deputado federal Valadares Filho (PSB), que foi adversário do governador Belivaldo Chagas (PSB) nas eleições 2018, também reagiu ao comunicado do governo. Declarou: "O anúncio do governo de Sergipe que não enviará para a ALESE projeto de reestruturação de carreiras dos servidores públicos demonstra mais uma vez a sua ineficiência, falta de planejamento e pouca aptidão em buscar bons caminhos de gestão. Incompetência de um governo incessível".

Na rota do turismo 1

Para o conselheiro Carlos Pinna, do Tribunal de Contas do Estado (TCE/SE), a canonização da Irmã Dulce deverá abrir um novo roteiro turístico em Sergipe. Isso porque foi no município de São Cristóvão que Maria Rita de Sousa Brito Lopes Pontes virou freira, recebeu o nome de Irmã Dulce em homenagem a sua mãe e hoje é Santa Dulce dos Pobres.

Fusão

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Felipe Francischini (PSL-PR), vazou ontem um áudio com conversa de bastidores sobre a fusão do PSL com o DEM visando tornar o partido, que ficaria com o comando do DEM, como o maior do país. O próprio Felipe estava na reunião, assim como o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Em Sergipe, o PSL está sob o comando do deputado estadual Rodrigo Valadares (PTB) e o DEM sob o comando da senadora Maria do Carmo Alves e do ex-deputado federal José Carlos Machado.

Veja essa ...

Do líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir (GO), revoltado com a articulação do presidente Bolsonaro para tomar dele a liderança da bancada na Câmara e dar para o seu filho Eduardo Bolsonaro: "Vou implodir o presidente. Aí eu mostro a gravação dele. Eu tenho a gravação. Não tem conversa, não tem conversa. Eu implodo o presidente. Acabou o cara", disse o l&iacut e;der do PSL. "Eu sou o cara mais fiel a esse vagabundo. Eu andei no sol em 245 cidades gritando o nome desse vagabundo", acrescentou.

...e essa...

De Leonor Macedo, ontem nas redes sociais: "Achei cabalístico o PSL e o Bolsonaro estarem implodindo justo no dia 17". Para quem não está ligado, 17 é o número do PSL.

Curtas

O ex-senador Valadares (PSB) está voltando a advogar. Abriu um escritório de advocacia e consultoria em Simão Dias, sua terra natal, junto com Kaiana Santana.

Eles lembra que advogou uns quatro anos antes de ser eleito para a Câmara dos Deputados. E como membro permanente da CCJ do Senado, por 24 anos consecutivos, não só acompanhou a tramitação das matérias mais importantes que tramitaram nas mais diversas áreas do direito. 

Diz que, agora, como advogado, é o momento da aplicação das leis com as quais conviveu no Congresso Nacional, inclusive com o manuseio do Código Civil e do Código de Processo Civil.   E que nos últimos 6 meses tem se dedicado à realização de Cursos de Prática Forense para se atualizar em várias áreas do direito.

Como Valadares, o ex-senador Eduardo Amorim (PSDB), que perdeu a eleição para o governo em 2018 e ficou sem mandato, voltou a atuar na profissão. Atua como médico anestesista.