Mobilidade urbana

Opinião

 

O investimento em mobilidade 
urbana é prioridade para a Pre-
feitura de Aracaju. As obras realizadas em algumas das principais vias da cidade possuem custo elevado e provocam inconvenientes, como ficou claro no recapeamento da Avenida Beira Mar. No entanto, uma vez concluído, o projeto tocado por Edvaldo Nogueira promete transformar o transporte coletivo de passageiros na capital sergipana em um modelo para o Brasil. 
A ordem de serviço para a recuperação da Avenida Rio de Janeiro foi assinada ontem. Entre os benefícios da obra, o acréscimo de duas faixas de rolamento e ampliação da rede local de ciclovias. O projeto contempla os 7,5 km de extensão da via que vai do trecho entre a rua Santa Catarina até o viaduto do Detran, ao custo de R$ 9,6 milhões.
Trata-se de uma promessa de campanha. Para conquistar a tão falada mobilidade, Aracaju precisará sacrificar a ilusão de já estar pronta para o futuro. Em verdade, as obras necessárias para tanto deverão operar verdadeiras cirurgias no tecido urbano da cidade. O sacrifício salta à vista, em forma de congestionamentos quilométricos. Mas a recompensa tende a ser duradoura. 
Aqui é imperativo lembrar que a mobilidade urbana está entre as principais bandeiras na agenda de Edvaldo Nogueira. Os investimentos na ampliação e eficiência da malha viária é uma etapa importante do processo. Entretanto, somente depois de anunciar a  sempre adiada licitação para o transporte coletivo de passageiros é que o prefeito poderá dar o seu trabalho por encerrado.

O investimento em mobilidade  urbana é prioridade para a Pre- feitura de Aracaju. As obras realizadas em algumas das principais vias da cidade possuem custo elevado e provocam inconvenientes, como ficou claro no recapeamento da Avenida Beira Mar. No entanto, uma vez concluído, o projeto tocado por Edvaldo Nogueira promete transformar o transporte coletivo de passageiros na capital sergipana em um modelo para o Brasil. 
A ordem de serviço para a recuperação da Avenida Rio de Janeiro foi assinada ontem. Entre os benefícios da obra, o acréscimo de duas faixas de rolamento e ampliação da rede local de ciclovias. O projeto contempla os 7,5 km de extensão da via que vai do trecho entre a rua Santa Catarina até o viaduto do Detran, ao custo de R$ 9,6 milhões.
Trata-se de uma promessa de campanha. Para conquistar a tão falada mobilidade, Aracaju precisará sacrificar a ilusão de já estar pronta para o futuro. Em verdade, as obras necessárias para tanto deverão operar verdadeiras cirurgias no tecido urbano da cidade. O sacrifício salta à vista, em forma de congestionamentos quilométricos. Mas a recompensa tende a ser duradoura. 
Aqui é imperativo lembrar que a mobilidade urbana está entre as principais bandeiras na agenda de Edvaldo Nogueira. Os investimentos na ampliação e eficiência da malha viária é uma etapa importante do processo. Entretanto, somente depois de anunciar a  sempre adiada licitação para o transporte coletivo de passageiros é que o prefeito poderá dar o seu trabalho por encerrado.

 


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