CSN realiza audiência pública sobre a implantação da fábrica de cimentos em Maruim

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A intenção da companhia é investir mais de r$ 1 bilhão  na construção do empreendimento
A intenção da companhia é investir mais de r$ 1 bilhão na construção do empreendimento

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Publicada em 22/10/2019 às 22:51:00

 

Uma noite repleta de 
expectativas para o 
setor industrial do estado de Sergipe. Na última segunda-feira (21), a população de Maruim pôde conhecer e debater o mais novo projeto da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) que visa implantar uma fábrica de cimento e mina de calcário e argila no município. Em uma audiência pública, a empresa apresentou o Estudo de Impacto Ambiental, bem como o Relatório de Impacto ao Meio Ambiente (EIA/RIMA)  e contou com a presença de representantes da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico, da Ciência e Tecnologia (Sedetec) e da Administração Estadual do Meio Ambiente (ADEMA).
Foi explanado na reunião, todo o processo de extração e produção do cimento e, principalmente, os impactos ambientais e socioeconômicos que a possível implantação da fábrica trará para região. O secretário de Desenvolvimento Econômico, José Augusto Carvalho, explanou na mesa de abertura e reiterou toda a disponibilidade do Governo em auxiliar a CSN e a prefeitura municipal em todo o processo.
"Estamos fazendo tudo que está ao alcance do Governo para que a CSN, de fato, se instale em Sergipe, com ações que facilitam a sua implantação. Ela poderá ser, inclusive, a primeira indústria do Complexo Industrial Portuário. Temos a consciência da importância que um empreendimento deste porte e queremos o desenvolvimento de Maruim e de Sergipe", declarou José Augusto Carvalho.
A audiência pública é fase imprescindível para que a indústria obtenha a licença ambiental prévia de instalação. O Estudo de Impacto Ambiental foi realizado por uma empresa contratada pela CSN e apontou que a implantação é viável tanto social como economicamente no município.
 Segundo o presidente da ADEMA, Gilvan Dias, paralelo à audiência pública, o estudo ambiental já foi entregue ao órgão e os técnicos estão analisando o processo. "Após a realização da audiência pública, onde a empresa responde a todos os questionamentos da população, a ADEMA estabelece um prazo de dez dias úteis para que qualquer pessoa que tenha alguma dúvida sobre a implantação da fábrica se pronuncie. Passado esse prazo a ADEMA apresenta suas conclusões sobre o processo", explicou.
Na audiência pública, a direção da empresa destacou que a expectativa é a geração de 2.500 empregos diretos e 10.000 indiretos na fase de construção da fábrica. Esse número poderá ser de 500 empregos diretos e 2.000 indiretos com a conclusão da obra e início de operação. O representante da CSN destacou, ainda, que alguns fatores foram decisivos para escolha de Maruim como local de instalação da terceira fábrica de cimento da empresa. Foi citada a grande disponibilidade de energia e de gás natural existente no estado, além da riqueza mineral do solo da região de Maruim, onde predomina argila e calcário, matérias-primas para o cimento.

Uma noite repleta de  expectativas para o  setor industrial do estado de Sergipe. Na última segunda-feira (21), a população de Maruim pôde conhecer e debater o mais novo projeto da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) que visa implantar uma fábrica de cimento e mina de calcário e argila no município. Em uma audiência pública, a empresa apresentou o Estudo de Impacto Ambiental, bem como o Relatório de Impacto ao Meio Ambiente (EIA/RIMA)  e contou com a presença de representantes da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico, da Ciência e Tecnologia (Sedetec) e da Administração Estadual do Meio Ambiente (ADEMA).
Foi explanado na reunião, todo o processo de extração e produção do cimento e, principalmente, os impactos ambientais e socioeconômicos que a possível implantação da fábrica trará para região. O secretário de Desenvolvimento Econômico, José Augusto Carvalho, explanou na mesa de abertura e reiterou toda a disponibilidade do Governo em auxiliar a CSN e a prefeitura municipal em todo o processo.
"Estamos fazendo tudo que está ao alcance do Governo para que a CSN, de fato, se instale em Sergipe, com ações que facilitam a sua implantação. Ela poderá ser, inclusive, a primeira indústria do Complexo Industrial Portuário. Temos a consciência da importância que um empreendimento deste porte e queremos o desenvolvimento de Maruim e de Sergipe", declarou José Augusto Carvalho.
A audiência pública é fase imprescindível para que a indústria obtenha a licença ambiental prévia de instalação. O Estudo de Impacto Ambiental foi realizado por uma empresa contratada pela CSN e apontou que a implantação é viável tanto social como economicamente no município.
 Segundo o presidente da ADEMA, Gilvan Dias, paralelo à audiência pública, o estudo ambiental já foi entregue ao órgão e os técnicos estão analisando o processo. "Após a realização da audiência pública, onde a empresa responde a todos os questionamentos da população, a ADEMA estabelece um prazo de dez dias úteis para que qualquer pessoa que tenha alguma dúvida sobre a implantação da fábrica se pronuncie. Passado esse prazo a ADEMA apresenta suas conclusões sobre o processo", explicou.
Na audiência pública, a direção da empresa destacou que a expectativa é a geração de 2.500 empregos diretos e 10.000 indiretos na fase de construção da fábrica. Esse número poderá ser de 500 empregos diretos e 2.000 indiretos com a conclusão da obra e início de operação. O representante da CSN destacou, ainda, que alguns fatores foram decisivos para escolha de Maruim como local de instalação da terceira fábrica de cimento da empresa. Foi citada a grande disponibilidade de energia e de gás natural existente no estado, além da riqueza mineral do solo da região de Maruim, onde predomina argila e calcário, matérias-primas para o cimento.