Dias melhores virão

Opinião

 

A instalação de uma fábrica de ci-
mento em Maruim, no interior de 
Sergipe, com o potencial de gerar até 10 mil empregos, pode ajudar a consolidar a tendência ainda muito tímida de recuperação da economia local, um dado insinuado pelas pesquisas mais recentes. Tudo indica, a crise começa a perder fôlego, depois de anos a fio.
O impacto gerado pelo empreendimento tem repercussão praticamente imediata. A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), responsável pelo projeto, estima gerar 2.500 empregos diretos e outros 10 mil durante a construção da fábrica. Depois, com a fábrica operando em pleno vapor, serão gerados 500 empregos diretos e 2 mil indiretos.
O melhor de tudo é que o impacto positivo não se dá somente no âmbito do mercado formal de trabalho. A CSN contratou uma empresa, que fez análise para identificar os efeitos derivados da presença da fábrica na região. Programas socioambientais; monitoramento da qualidade do ar, das águas e do solo; recuperação de áreas impactadas; monitoramento de ruídos e compensação ambiental. O investimento de mais de R$ 1 bilhão de reais é a garantia de geração de emprego com responsabilidade ambiental. Melhor, impossível.
Já era mesmo tempo de uma boa notícia. Em Sergipe, segundo pesquisa divulgada em agosto, a situação ainda é preocupante. As oportunidades estão muito aquém da demanda gerada por 167 mil trabalhadores desempregados, 179 mil subocupados por "insuficiência de horas trabalhadas" e 93 mil desalentados. Entre os que estão empregados, apenas 231 mil trabalham com carteira assinada, 151 mil estão sem carteira e 284 mil trabalham por conta própria.
Sergipe não é uma ilha. A situação local reflete a penúria gerada pela crise e a lenta recuperação da economia verde e amarela. Nesse contexto, a geração de dez mil empregos não garante um céu de brigadeiro. Mas alimenta a esperança de dias melhores e a fé no futuro.

A instalação de uma fábrica de ci- mento em Maruim, no interior de  Sergipe, com o potencial de gerar até 10 mil empregos, pode ajudar a consolidar a tendência ainda muito tímida de recuperação da economia local, um dado insinuado pelas pesquisas mais recentes. Tudo indica, a crise começa a perder fôlego, depois de anos a fio.
O impacto gerado pelo empreendimento tem repercussão praticamente imediata. A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), responsável pelo projeto, estima gerar 2.500 empregos diretos e outros 10 mil durante a construção da fábrica. Depois, com a fábrica operando em pleno vapor, serão gerados 500 empregos diretos e 2 mil indiretos.
O melhor de tudo é que o impacto positivo não se dá somente no âmbito do mercado formal de trabalho. A CSN contratou uma empresa, que fez análise para identificar os efeitos derivados da presença da fábrica na região. Programas socioambientais; monitoramento da qualidade do ar, das águas e do solo; recuperação de áreas impactadas; monitoramento de ruídos e compensação ambiental. O investimento de mais de R$ 1 bilhão de reais é a garantia de geração de emprego com responsabilidade ambiental. Melhor, impossível.
Já era mesmo tempo de uma boa notícia. Em Sergipe, segundo pesquisa divulgada em agosto, a situação ainda é preocupante. As oportunidades estão muito aquém da demanda gerada por 167 mil trabalhadores desempregados, 179 mil subocupados por "insuficiência de horas trabalhadas" e 93 mil desalentados. Entre os que estão empregados, apenas 231 mil trabalham com carteira assinada, 151 mil estão sem carteira e 284 mil trabalham por conta própria.
Sergipe não é uma ilha. A situação local reflete a penúria gerada pela crise e a lenta recuperação da economia verde e amarela. Nesse contexto, a geração de dez mil empregos não garante um céu de brigadeiro. Mas alimenta a esperança de dias melhores e a fé no futuro.

 


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