Ministro do Desenvolvimento Regional anuncia liberação de recursos e kit de proteção individual

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Em reunião com governador de Sergipe e prefeito de Aracaju, ministro do Desenvolvimento Regional anunciou a liberação de recursos e kit de proteção individual para a limpeza das praias e rios do estado
Em reunião com governador de Sergipe e prefeito de Aracaju, ministro do Desenvolvimento Regional anunciou a liberação de recursos e kit de proteção individual para a limpeza das praias e rios do estado

Ministro do Desenvolvimento Regional anuncia liberação de recursos e kit de proteção individual
Ministro do Desenvolvimento Regional anuncia liberação de recursos e kit de proteção individual

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Publicada em 23/10/2019 às 22:05:00

 

O ministro do Desen-
volvimento Regional, 
Gustavo Canuto, ao se reunir com o governador Belivaldo Chagas na tarde desta quarta-feira, no Palácio de Despachos, anunciou a chegada de mil kits de equipamentos de proteção individual para limpeza das praias e a liberação de R$ 2,5 milhões que serão empregados no combate ao óleo que adentrou no litoral sergipano desde o dia dois de setembro. Acompanharam a reunião, o prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira e o presidente da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese), Luciano Bispo. 
O governador Belivaldo Chagas afirmou que os recursos liberados serão utilizados num plano de ação que se encontra pronto para dar continuidade aos trabalhos de prevenção e limpeza das praias. "Algumas ações estavam sendo bancadas com recursos do tesouro estadual, a exemplo das boias que colocamos na Coroa do Meio para impedir que o óleo entrasse no rio Sergipe e que tinham um custo diário de R$ 7 mil", destacou.
"Estamos observando problemas nas áreas do turismo e da pesca. Vários pacotes turísticos para o nordeste estão sendo cancelados e as pessoas que vivem da pesca já estão temendo pela sobrevivência. Mas este é um problema que ninguém conhecia. O fato é que os governos federal, estaduais e municipais não estavam preparados para conviver com esse tipo de incidente. O governo federal teve boa vontade, mas como é uma coisa nova, ficou difícil de enfrentar. Os governos têm trabalhado, os recursos estão chegando e vamos colocar isso em prática", acentuou.
Ministro - O ministro Gustavo Canuto considerou a conversa com o governador Belivaldo Chagas bastante positiva. Além dos recursos anunciados, ele informou que o governo federal instituiu desde o dia 6 de outubro um grupo de acompanhamento de avaliação sediado em Salvador para acompanhar todas as demandas. Também foi instituído um Comitê Executivo com a participação de 27 órgãos federais para acompanhar o problema e tomar as decisões necessárias.
Ele pediu que as demandas cheguem o mais rápido possível ao conhecimento do grupo para que as ações sejam efetivamente feitas. "Estamos com um contingente muito grande. São 1800 colaboradores da Petrobrás, mais de 1500 militares da Marinha, mais de 70 servidores do Ibama. Há uma mobilização muito grande, além da força adicional do Exército de mais de 4000 homens do 10º batalhão de Infantaria motorizada de Recife", revelou. No total, o ministro disse que existe um efetivo de mais de 3400 homens, 07 navios, 03 aviões, 04 helicópteros trabalhando no problema em todo nordeste.
Segundo o ministro, é preciso que os estados e municípios utilizem todo esse efetivo para poder atingir as regiões que mais precisam. "Não sabemos, infelizmente, pela natureza do óleo, prevê sua chegada ou não, não tem como saber se a mancha virá, se a praia que já foi tocada vai ser tocada novamente. O esforço agora é monitorar cada vez mais, de uma maneira efetiva a costa para que a gente possa, na medida do possível, deixar que essa mancha não chegue à praia, já pegue a mancha ali no mar antes de atingir a praia e caso atinja a praia a gente possa rapidamente utilizar um efetivo seja no município, seja no estado, seja da união pra limpar essa praia antes que a maré suba novamente e leve esse óleo de novo pro mar e contamine outras praias e deixe mais difícil essa limpeza".
Sobre a preocupação do governador com a atividade pesqueira,  não só a econômica, mas de sobrevivência, o ministro relatou que é preciso ações preventivas que não permitam que essa onda de óleo chegue nos estuários e possam contaminar a fauna marinha.
"Vamos trabalhar em conjunto. Tanto os municípios, os institutos de pesquisas, para descobrir quais são as soluções. Infelizmente, é uma situação inédita, que não tem precedente na história marítima. Os planos de ação que existiam são para portos, plataformas, não para costa brasileira, não para a dimensão que aconteceu", concluiu. 

O ministro do Desenvolvimento Regional,  Gustavo Canuto, ao se reunir com o governador Belivaldo Chagas na tarde desta quarta-feira, no Palácio de Despachos, anunciou a chegada de mil kits de equipamentos de proteção individual para limpeza das praias e a liberação de R$ 2,5 milhões que serão empregados no combate ao óleo que adentrou no litoral sergipano desde o dia dois de setembro. Acompanharam a reunião, o prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira e o presidente da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese), Luciano Bispo. 
O governador Belivaldo Chagas afirmou que os recursos liberados serão utilizados num plano de ação que se encontra pronto para dar continuidade aos trabalhos de prevenção e limpeza das praias. "Algumas ações estavam sendo bancadas com recursos do tesouro estadual, a exemplo das boias que colocamos na Coroa do Meio para impedir que o óleo entrasse no rio Sergipe e que tinham um custo diário de R$ 7 mil", destacou.
"Estamos observando problemas nas áreas do turismo e da pesca. Vários pacotes turísticos para o nordeste estão sendo cancelados e as pessoas que vivem da pesca já estão temendo pela sobrevivência. Mas este é um problema que ninguém conhecia. O fato é que os governos federal, estaduais e municipais não estavam preparados para conviver com esse tipo de incidente. O governo federal teve boa vontade, mas como é uma coisa nova, ficou difícil de enfrentar. Os governos têm trabalhado, os recursos estão chegando e vamos colocar isso em prática", acentuou.

Ministro - O ministro Gustavo Canuto considerou a conversa com o governador Belivaldo Chagas bastante positiva. Além dos recursos anunciados, ele informou que o governo federal instituiu desde o dia 6 de outubro um grupo de acompanhamento de avaliação sediado em Salvador para acompanhar todas as demandas. Também foi instituído um Comitê Executivo com a participação de 27 órgãos federais para acompanhar o problema e tomar as decisões necessárias.
Ele pediu que as demandas cheguem o mais rápido possível ao conhecimento do grupo para que as ações sejam efetivamente feitas. "Estamos com um contingente muito grande. São 1800 colaboradores da Petrobrás, mais de 1500 militares da Marinha, mais de 70 servidores do Ibama. Há uma mobilização muito grande, além da força adicional do Exército de mais de 4000 homens do 10º batalhão de Infantaria motorizada de Recife", revelou. No total, o ministro disse que existe um efetivo de mais de 3400 homens, 07 navios, 03 aviões, 04 helicópteros trabalhando no problema em todo nordeste.
Segundo o ministro, é preciso que os estados e municípios utilizem todo esse efetivo para poder atingir as regiões que mais precisam. "Não sabemos, infelizmente, pela natureza do óleo, prevê sua chegada ou não, não tem como saber se a mancha virá, se a praia que já foi tocada vai ser tocada novamente. O esforço agora é monitorar cada vez mais, de uma maneira efetiva a costa para que a gente possa, na medida do possível, deixar que essa mancha não chegue à praia, já pegue a mancha ali no mar antes de atingir a praia e caso atinja a praia a gente possa rapidamente utilizar um efetivo seja no município, seja no estado, seja da união pra limpar essa praia antes que a maré suba novamente e leve esse óleo de novo pro mar e contamine outras praias e deixe mais difícil essa limpeza".
Sobre a preocupação do governador com a atividade pesqueira,  não só a econômica, mas de sobrevivência, o ministro relatou que é preciso ações preventivas que não permitam que essa onda de óleo chegue nos estuários e possam contaminar a fauna marinha.
"Vamos trabalhar em conjunto. Tanto os municípios, os institutos de pesquisas, para descobrir quais são as soluções. Infelizmente, é uma situação inédita, que não tem precedente na história marítima. Os planos de ação que existiam são para portos, plataformas, não para costa brasileira, não para a dimensão que aconteceu", concluiu.