Björk Digital no Centro Cultural Banco do Brasil (DF)

Cultura

 

O Ministério da Cidadania e o Banco do Brasil apresentam e patrocinam a exposição internacional Björk Digital em Brasília, de 03 de dezembro de 2019 a 09 de fevereiro de 2020. Essa é a primeira vez que os conteúdos imersivos criados pela artista em colaboração com alguns dos mais inovadores artistas visuais do mundo, como James Merry, Andrew Thomas Huang e Jesse Kanda, será disponibilizado ao público de forma gratuita.
A exposição é dividida em duas partes: Galeria 1 e Galeria 2. A primeira parte é composta por quatro seções e traz os clipes em VR das faixas do álbum Vulnicura (2015): Stonemilker, Black Lake, Mouth Mantra, Quicksand, Family e Notget. De uma performance intimista na praia de Grótta, na Islândia, a um mergulho na boca da Björk, passando por interações com os avatares digitais da artista, os vídeos interativos exploram a tecnologia da realidade virtual, ressaltando a vocação de Björk como uma das artistas mais vanguardistas de nossa época. A visitação é organizada de 20 em 20 minutos, aproximadamente, em grupos de 25 pessoas.
Na segunda parte da exposição o público poderá experimentar o projeto educativo Biophilia através de ipads e uma sala de cinema, com projeção dos videoclipes da artista de forma intermitente, dirigidos por Michel Gondry, Chris Cunningham, Nick Knight, entre outros, incluindo materiais mais recentes, lançados em virtude do álbum Utopia, como The Gate, de Andrew Thomas Hang e Tabula Rasa, de Tobias Gremmler.
A relação de Björk com tecnologia é reconhecidamente um dos principais diferenciais da artista, o que a torna única no universo da música. Björk Digital explora isso com maestria. Nas palavras da artista, "a realidade virtual não é apenas uma continuidade natural do videoclipe, mas tem um potencial dramatúrgico ainda mais íntimo, ideal para esta jornada emocional".
Concebida por Björk e James Merry, com produção do MIF (Manchester International Festival), patrocinada pelo Banco do Brasil e realizada no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília pela Cinnamon Comunicação, a exposição segue para o CCBB Rio de Janeiro e Belo Horizonte em março e junho de 2020, respectivamente.

O Ministério da Cidadania e o Banco do Brasil apresentam e patrocinam a exposição internacional Björk Digital em Brasília, de 03 de dezembro de 2019 a 09 de fevereiro de 2020. Essa é a primeira vez que os conteúdos imersivos criados pela artista em colaboração com alguns dos mais inovadores artistas visuais do mundo, como James Merry, Andrew Thomas Huang e Jesse Kanda, será disponibilizado ao público de forma gratuita.
A exposição é dividida em duas partes: Galeria 1 e Galeria 2. A primeira parte é composta por quatro seções e traz os clipes em VR das faixas do álbum Vulnicura (2015): Stonemilker, Black Lake, Mouth Mantra, Quicksand, Family e Notget. De uma performance intimista na praia de Grótta, na Islândia, a um mergulho na boca da Björk, passando por interações com os avatares digitais da artista, os vídeos interativos exploram a tecnologia da realidade virtual, ressaltando a vocação de Björk como uma das artistas mais vanguardistas de nossa época. A visitação é organizada de 20 em 20 minutos, aproximadamente, em grupos de 25 pessoas.
Na segunda parte da exposição o público poderá experimentar o projeto educativo Biophilia através de ipads e uma sala de cinema, com projeção dos videoclipes da artista de forma intermitente, dirigidos por Michel Gondry, Chris Cunningham, Nick Knight, entre outros, incluindo materiais mais recentes, lançados em virtude do álbum Utopia, como The Gate, de Andrew Thomas Hang e Tabula Rasa, de Tobias Gremmler.
A relação de Björk com tecnologia é reconhecidamente um dos principais diferenciais da artista, o que a torna única no universo da música. Björk Digital explora isso com maestria. Nas palavras da artista, "a realidade virtual não é apenas uma continuidade natural do videoclipe, mas tem um potencial dramatúrgico ainda mais íntimo, ideal para esta jornada emocional".
Concebida por Björk e James Merry, com produção do MIF (Manchester International Festival), patrocinada pelo Banco do Brasil e realizada no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília pela Cinnamon Comunicação, a exposição segue para o CCBB Rio de Janeiro e Belo Horizonte em março e junho de 2020, respectivamente.

 


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