Paratletas se reúnem e realizam exames médicos

Esporte

 

A Secretaria de Estado da Educação, do Esporte e da Cultura (Seduc), por meio da Superintendência Especial do Esporte (Supee), recebeu os paratletas sergipanos que representarão o estado de Sergipe nas Paralimpíadas Escolares, que serão realizadas de 18 a 23 de novembro, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. A reunião teve como principal objetivo, dirimir dúvidas sobre a competição, definindo detalhes como data da viagem, hospedagem, participação e a equipe que acompanhará os atletas, além de um diálogo com a equipe médica, buscando trazer tranquilidade e segurança aos participantes, pais e responsáveis.
 A delegação sergipana contará com a presença de 56 componentes, entre pais, atletas e técnicos. As modalidades representadas serão a paranatação, o vôlei sentado, o paratletismo e a bocha. No quadro de atletas, existe uma predominância de alunos da rede pública estadual e também das Escolas de Esportes, além de outros, a exemplo de egressos das escolas municipais, do Instituto Federal de Sergipe (IFS) e escolas da rede particular.
 Um dos objetivos da reunião foi a avaliação médica realizada individualmente, além da conferência por parte da equipe da Supee, da documentação necessária para a participação na competição. Esta última parte é bastante necessária, diante da presença de competidores adolescentes.
Apesar da pouca idade, a paratleta Luciele Carolaine, de 14 anos, já tem experiência em competições nacionais e internacionais e se prepara para mais uma edição. Representante do Centro de Excelência Vitória de Santa Maria e competidora do arremesso de peso, ela citou, principalmente, a importância do acompanhamento médico para que a delegação possa participar do evento da melhor forma possível, além de mostrar entrosamento com os demais colegas, fruto da amizade feita em outras edições.
 A respeito do acompanhamento médico, o pediatra Dr. Byron Oliveira falou sobre a sua trajetória junto aos paratletas nas competições. "Há alguns anos venho acompanhando a delegação e fico feliz por ver tantos medalhistas, diante da proporção do nosso Estado. Durante os eventos, sempre há uma conversa no hotel com atletas e acompanhantes, para compartilhar este momento incrível. É assim que eles vão se sentindo mais capazes. As Paralimpíadas Escolares não somente dão visibilidade, como também mostram a potencialidade dos paratletas", afirmou o doutor Byron.

A Secretaria de Estado da Educação, do Esporte e da Cultura (Seduc), por meio da Superintendência Especial do Esporte (Supee), recebeu os paratletas sergipanos que representarão o estado de Sergipe nas Paralimpíadas Escolares, que serão realizadas de 18 a 23 de novembro, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. A reunião teve como principal objetivo, dirimir dúvidas sobre a competição, definindo detalhes como data da viagem, hospedagem, participação e a equipe que acompanhará os atletas, além de um diálogo com a equipe médica, buscando trazer tranquilidade e segurança aos participantes, pais e responsáveis.
 A delegação sergipana contará com a presença de 56 componentes, entre pais, atletas e técnicos. As modalidades representadas serão a paranatação, o vôlei sentado, o paratletismo e a bocha. No quadro de atletas, existe uma predominância de alunos da rede pública estadual e também das Escolas de Esportes, além de outros, a exemplo de egressos das escolas municipais, do Instituto Federal de Sergipe (IFS) e escolas da rede particular.
 Um dos objetivos da reunião foi a avaliação médica realizada individualmente, além da conferência por parte da equipe da Supee, da documentação necessária para a participação na competição. Esta última parte é bastante necessária, diante da presença de competidores adolescentes.
Apesar da pouca idade, a paratleta Luciele Carolaine, de 14 anos, já tem experiência em competições nacionais e internacionais e se prepara para mais uma edição. Representante do Centro de Excelência Vitória de Santa Maria e competidora do arremesso de peso, ela citou, principalmente, a importância do acompanhamento médico para que a delegação possa participar do evento da melhor forma possível, além de mostrar entrosamento com os demais colegas, fruto da amizade feita em outras edições.
 A respeito do acompanhamento médico, o pediatra Dr. Byron Oliveira falou sobre a sua trajetória junto aos paratletas nas competições. "Há alguns anos venho acompanhando a delegação e fico feliz por ver tantos medalhistas, diante da proporção do nosso Estado. Durante os eventos, sempre há uma conversa no hotel com atletas e acompanhantes, para compartilhar este momento incrível. É assim que eles vão se sentindo mais capazes. As Paralimpíadas Escolares não somente dão visibilidade, como também mostram a potencialidade dos paratletas", afirmou o doutor Byron.

 


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