FASC 2019 será palco para diversas apresentações teatrais

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Publicada em 30/10/2019 às 21:30:00

 

Celebrar a arte, em suas diferentes linguagens. O 36º Festival de Artes de São Cristóvão (FASC) receberá atores e atrizes regionais e nacionais para ocuparem palcos, praças e prédios históricos, dentro de uma programação diversa e que promete agradar os amantes das artes cênicas.
 "Nesta edição, além do Palco Mariano Antônio, criamos um novo espaço no Museu Histórico de Sergipe para atender espetáculos que demandam um maior cuidado, a exemplo dos musicais. Prezamos por peças e artistas sergipanos, no entanto este ano, por meio do chamamento do Programa de Extensão da Universidade Federal de Sergipe, vamos receber um grupo da Universidade Federal do Pará também, e um monólogo baiano", destacou Antonio Mariano Soares, produtor do FASC.
 Espetáculos - Na quinta-feira (17), primeiro dia de FASC, a programação será aberta com o espetáculo "Billie Holiday - A Canção". Estrelado pela atriz e cantora Tânia Maria, o espetáculo considerado uma das maiores produções de todos os tempos do teatro sergipano acontecerá no Museu Histórico de Sergipe, a partir das 18h30. O drama musical se constitui de breves momentos da vida de Billie Holiday, através da passagem de tempo, culminando num quarto de hospital.
 O segundo espetáculo do dia será 'Piedade, a seu dispô', às 21h, também no museu. A peça faz parte da parceria firmada entre o dramaturgo Euler Lopes e a atriz Isabel Santos, no qual ambos investigam a condição de miserabilidade que certas camadas da sociedade brasileira enfrentam. A partir da perspectiva de personagens femininas, o espetáculo aborda temas como violência, direitos humanos, sustentabilidade, negligência, feminismos, maternidade e desigualdade social.
 Inspirada em Nelson Rodrigues, baseada em fatos reais e uma livre adaptação de contos de Carlos Cauê, o espetáculo dramático "Desconto" abre o segundo dia de festival (sexta, às 11h no Museu Histórico de Sergipe).  Tendo como tema central os vários tipos de violência intrafamiliar, a peça tem censura de 16 anos.
 No domingo dia 17, no Palco Mariano Antonio, às 15h, o tradicional grupo de teatro Imbuaça, apresentará "A Farça dos Opostos", onde um reino decadente e falido, onde os soberanos tentam a qualquer custo esconder a existência da dualidade, mostrando os contrastes da vida como ela é.  Esse foi um texto montado em 1992, considerado um marco na estética do grupo, e que se mantém atual. "O Imbuaça montou A Farsa dos Opostos, para homenagear o poeta popular. A primeira montagem aconteceu em 1992, com a direção-geral do potiguar João Marcelino. Em 2012, ao celebrar os 20 anos da montagem, convidamos novamente João Marcelino para dar vida a uma nova versão e assim fizemos. Agora, Iradilson Bispo dirige a nova concepção cênica, que deverá surpreender o público.
 Depois de ganhar os palcos de São Paulo, Minas Gerais e Portugal, o espetáculo "Godó, o mensageiro do Vale", monólogo escrito e interpretado por Caco Monteiro, e dirigido pelo inglês John Mowat, encerra o último dia do evento, às 11h dentro da Igreja Santa Izabel. Inspirada em fatos reais, a peça discute questões socioambientais e antropológicas.

Celebrar a arte, em suas diferentes linguagens. O 36º Festival de Artes de São Cristóvão (FASC) receberá atores e atrizes regionais e nacionais para ocuparem palcos, praças e prédios históricos, dentro de uma programação diversa e que promete agradar os amantes das artes cênicas.
 "Nesta edição, além do Palco Mariano Antônio, criamos um novo espaço no Museu Histórico de Sergipe para atender espetáculos que demandam um maior cuidado, a exemplo dos musicais. Prezamos por peças e artistas sergipanos, no entanto este ano, por meio do chamamento do Programa de Extensão da Universidade Federal de Sergipe, vamos receber um grupo da Universidade Federal do Pará também, e um monólogo baiano", destacou Antonio Mariano Soares, produtor do FASC.

 Espetáculos - Na quinta-feira (17), primeiro dia de FASC, a programação será aberta com o espetáculo "Billie Holiday - A Canção". Estrelado pela atriz e cantora Tânia Maria, o espetáculo considerado uma das maiores produções de todos os tempos do teatro sergipano acontecerá no Museu Histórico de Sergipe, a partir das 18h30. O drama musical se constitui de breves momentos da vida de Billie Holiday, através da passagem de tempo, culminando num quarto de hospital.
 O segundo espetáculo do dia será 'Piedade, a seu dispô', às 21h, também no museu. A peça faz parte da parceria firmada entre o dramaturgo Euler Lopes e a atriz Isabel Santos, no qual ambos investigam a condição de miserabilidade que certas camadas da sociedade brasileira enfrentam. A partir da perspectiva de personagens femininas, o espetáculo aborda temas como violência, direitos humanos, sustentabilidade, negligência, feminismos, maternidade e desigualdade social.
 Inspirada em Nelson Rodrigues, baseada em fatos reais e uma livre adaptação de contos de Carlos Cauê, o espetáculo dramático "Desconto" abre o segundo dia de festival (sexta, às 11h no Museu Histórico de Sergipe).  Tendo como tema central os vários tipos de violência intrafamiliar, a peça tem censura de 16 anos.
 No domingo dia 17, no Palco Mariano Antonio, às 15h, o tradicional grupo de teatro Imbuaça, apresentará "A Farça dos Opostos", onde um reino decadente e falido, onde os soberanos tentam a qualquer custo esconder a existência da dualidade, mostrando os contrastes da vida como ela é.  Esse foi um texto montado em 1992, considerado um marco na estética do grupo, e que se mantém atual. "O Imbuaça montou A Farsa dos Opostos, para homenagear o poeta popular. A primeira montagem aconteceu em 1992, com a direção-geral do potiguar João Marcelino. Em 2012, ao celebrar os 20 anos da montagem, convidamos novamente João Marcelino para dar vida a uma nova versão e assim fizemos. Agora, Iradilson Bispo dirige a nova concepção cênica, que deverá surpreender o público.
 Depois de ganhar os palcos de São Paulo, Minas Gerais e Portugal, o espetáculo "Godó, o mensageiro do Vale", monólogo escrito e interpretado por Caco Monteiro, e dirigido pelo inglês John Mowat, encerra o último dia do evento, às 11h dentro da Igreja Santa Izabel. Inspirada em fatos reais, a peça discute questões socioambientais e antropológicas.