Prefeito convoca Comitê de Crise para avaliar impactos das manchas de óleo

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto
Edvaldo comandou a reunião com integrantes do comitê
Edvaldo comandou a reunião com integrantes do comitê

Clique nas imagens para ampliar

Publicada em 30/10/2019 às 21:50:00

 

O prefeito Edvaldo Nogueira se reuniu, na manhã desta quarta-feira, 30, em seu gabinete, com o Comitê de Gerenciamento de Crise para avaliar os impactos causados pelas manchas de óleo nas praias e rios da capital sergipana. Ao fazer um balanço das ações colocadas em prática desde que o desastre ambiental atingiu as praias sergipanas, no último dia 4 de outubro, o gestor elencou os pontos de destaque e reforçou a necessidade de um trabalho contínuo, diante da possibilidade do surgimento de novas manchas no litoral aracajuano.
"As equipes continuam nas ruas. Não é um problema de faz de conta, mas que necessita de efetividade e temos tido.  Esse vazamento de óleo é algo muito sério. Por isso, desde o primeiro momento a Prefeitura está em campo, trabalhando para recolher o óleo, para mapear as áreas, para limpar aquilo que é nosso e mitigar os danos. Trabalhamos muito, mas precisamos continuar firmes e fazer mais", destacou Edvaldo.
O prefeito reiterou a importância da intensificação das ações e apontou o projeto Praia Limpa como uma alternativa para esse trabalho incisivo. "Não vamos medir esforços. Se tivermos que fazer mutirões, elaborar planos com ações extensivas, vamos fazer.  O problema existe e temos que atuar para combatê-lo. Nosso projeto Praia Limpa, por exemplo já existe e é um caminho. O que precisamos fazer é redirecionar o foco para a limpeza das nossas praias. Ao invés de fazer uma campanha para manter a praia limpa, vamos nos mobilizar para a limpeza intensiva da nossa faixa litorânea", salientou.
O prefeito defendeu, ainda, a elaboração de um plano de contingência para desastres raros, como o derramamento de petróleo bruto no litoral nordestino. "Precisamos estar preparados. Fazer a nossa parte. Ninguém espera ou deseja que algo dessa magnitude aconteça, mas independente de ser uma responsabilidade nossa ou não, temos que entrar em ação. Temos que nos antever a essas situações, ainda que inesperadas. Da mesma forma que somos atuantes em situações como as chuvas, precisamos estar prontos para outros problemas. Essa triste experiência nos mostrou isso", ratificou.

O prefeito Edvaldo Nogueira se reuniu, na manhã desta quarta-feira, 30, em seu gabinete, com o Comitê de Gerenciamento de Crise para avaliar os impactos causados pelas manchas de óleo nas praias e rios da capital sergipana. Ao fazer um balanço das ações colocadas em prática desde que o desastre ambiental atingiu as praias sergipanas, no último dia 4 de outubro, o gestor elencou os pontos de destaque e reforçou a necessidade de um trabalho contínuo, diante da possibilidade do surgimento de novas manchas no litoral aracajuano.
"As equipes continuam nas ruas. Não é um problema de faz de conta, mas que necessita de efetividade e temos tido.  Esse vazamento de óleo é algo muito sério. Por isso, desde o primeiro momento a Prefeitura está em campo, trabalhando para recolher o óleo, para mapear as áreas, para limpar aquilo que é nosso e mitigar os danos. Trabalhamos muito, mas precisamos continuar firmes e fazer mais", destacou Edvaldo.
O prefeito reiterou a importância da intensificação das ações e apontou o projeto Praia Limpa como uma alternativa para esse trabalho incisivo. "Não vamos medir esforços. Se tivermos que fazer mutirões, elaborar planos com ações extensivas, vamos fazer.  O problema existe e temos que atuar para combatê-lo. Nosso projeto Praia Limpa, por exemplo já existe e é um caminho. O que precisamos fazer é redirecionar o foco para a limpeza das nossas praias. Ao invés de fazer uma campanha para manter a praia limpa, vamos nos mobilizar para a limpeza intensiva da nossa faixa litorânea", salientou.
O prefeito defendeu, ainda, a elaboração de um plano de contingência para desastres raros, como o derramamento de petróleo bruto no litoral nordestino. "Precisamos estar preparados. Fazer a nossa parte. Ninguém espera ou deseja que algo dessa magnitude aconteça, mas independente de ser uma responsabilidade nossa ou não, temos que entrar em ação. Temos que nos antever a essas situações, ainda que inesperadas. Da mesma forma que somos atuantes em situações como as chuvas, precisamos estar prontos para outros problemas. Essa triste experiência nos mostrou isso", ratificou.