Funcionamento das Casas de Farinha sergipanas está ameaçado

Cidades

 

Na Tribuna da Assembleia Legislativa nesta segunda-feira, , o deputado estadual Zezinho Sobral (Pode) reafirmou o compromisso com o homem do campo e destacou que dará todo o empenho para evitar o fechamento das casas de farinha distribuídas no interior sergipano.
"Percebo que, em alguns anos, alguns órgãos ambientais possuem entendimentos equivocados sobre as casas de farinha e, em especial, a respeito da quantidade de manipueira resultante da produção e da destinação deste resíduo. É notório que há certo preconceito sobre o destino deste líquido extraído das prensas quando se produz farinha", sinalizou.
De acordo com o parlamentar, Sergipe possui 250 casas de farinha, sendo uma atividade importante para a agricultura familiar. "A farinha sergipana é produzida há décadas, uma atividade da pequena propriedade em São Domingos, Lagarto, Simão Dias e muitas outras localidades. Todo estado de Sergipe tem uma casa de farinha, mas há uma dificuldade do entendimento do mecanismo do funcionamento. É interessante a Assembleia unir esforços nesse sentido", reforçou.
"Este é o momento adequado para que esta Casa apresente uma solução para licenciar as casas de farinha, fortalecer a agricultura familiar e garantir a atividade cultural. A farinha produzida em Sergipe é patrimônio cultural de Sergipe. É artesanal, semelhante ao queijo artesanal. Vamos trabalhar a farinha sobre esse mesmo aspecto e entendimento para ampliar possibilidades de oferta, respeitando a cultura, o produtor, o artesão e a agricultura familiar sergipana", afirmou.

Na Tribuna da Assembleia Legislativa nesta segunda-feira, , o deputado estadual Zezinho Sobral (Pode) reafirmou o compromisso com o homem do campo e destacou que dará todo o empenho para evitar o fechamento das casas de farinha distribuídas no interior sergipano.
"Percebo que, em alguns anos, alguns órgãos ambientais possuem entendimentos equivocados sobre as casas de farinha e, em especial, a respeito da quantidade de manipueira resultante da produção e da destinação deste resíduo. É notório que há certo preconceito sobre o destino deste líquido extraído das prensas quando se produz farinha", sinalizou.
De acordo com o parlamentar, Sergipe possui 250 casas de farinha, sendo uma atividade importante para a agricultura familiar. "A farinha sergipana é produzida há décadas, uma atividade da pequena propriedade em São Domingos, Lagarto, Simão Dias e muitas outras localidades. Todo estado de Sergipe tem uma casa de farinha, mas há uma dificuldade do entendimento do mecanismo do funcionamento. É interessante a Assembleia unir esforços nesse sentido", reforçou.
"Este é o momento adequado para que esta Casa apresente uma solução para licenciar as casas de farinha, fortalecer a agricultura familiar e garantir a atividade cultural. A farinha produzida em Sergipe é patrimônio cultural de Sergipe. É artesanal, semelhante ao queijo artesanal. Vamos trabalhar a farinha sobre esse mesmo aspecto e entendimento para ampliar possibilidades de oferta, respeitando a cultura, o produtor, o artesão e a agricultura familiar sergipana", afirmou.

 


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