A (falta de) credibilidade

Opinião

 

Sem uma palavra de serven-
tia para oferecer aos cida-
dãos nordestinos, o presidente Jair Bolsonaro deveria se eximir de comentários a respeito da maior tragédia ambiental já registrada na costa brasileira. Infelizmente, ao ser questionado pela imprensa, ele acaba cedendo ao voluntarismo e ajuda a propagar inverdades. Mais das vezes, Bolsonaro atesta a própria falta de informação.
De um Presidente da República, espera-se o mínimo de apego ao fatos. Jair Bolsonaro, ao contrário, afirma e desmente ao sabor das próprias idiossincrasias e convicções. A consequência é o descrédito. O que o presidente brasileiro diz não se escreve.
Hoje, é impossível realizar qualquer previsão a respeito do volume de óleo esperado nas praias do nordeste. Segundo a Marinha brasileira, todos os sinais indicam que o pior momento da crise ambiental já passou. A fim de capitalizar a tragédia politicamente, no entanto, o presidente apostou no contrário, amparado em palpite, como já virou praxe. Mais importante do que manifestar as apostas mais inverossímeis, contudo, seria adotar providências para evitar novos crimes e tragédias do gênero. Para falar sobre isso, Bolsonaro não abre a boca, não dá nem um pio. 
A gestão de Jair Bolsonaro é um eterno bater de cabeças. O presidente diz uma coisa, os seus ministros dizem outra. Desmentido pelos fatos e por seus subordinados, o capitão de pijamas com a chave do Palácio do Planalto não passa de um falastrão.

Sem uma palavra de serven- tia para oferecer aos cida- dãos nordestinos, o presidente Jair Bolsonaro deveria se eximir de comentários a respeito da maior tragédia ambiental já registrada na costa brasileira. Infelizmente, ao ser questionado pela imprensa, ele acaba cedendo ao voluntarismo e ajuda a propagar inverdades. Mais das vezes, Bolsonaro atesta a própria falta de informação.
De um Presidente da República, espera-se o mínimo de apego ao fatos. Jair Bolsonaro, ao contrário, afirma e desmente ao sabor das próprias idiossincrasias e convicções. A consequência é o descrédito. O que o presidente brasileiro diz não se escreve.
Hoje, é impossível realizar qualquer previsão a respeito do volume de óleo esperado nas praias do nordeste. Segundo a Marinha brasileira, todos os sinais indicam que o pior momento da crise ambiental já passou. A fim de capitalizar a tragédia politicamente, no entanto, o presidente apostou no contrário, amparado em palpite, como já virou praxe. Mais importante do que manifestar as apostas mais inverossímeis, contudo, seria adotar providências para evitar novos crimes e tragédias do gênero. Para falar sobre isso, Bolsonaro não abre a boca, não dá nem um pio. 
A gestão de Jair Bolsonaro é um eterno bater de cabeças. O presidente diz uma coisa, os seus ministros dizem outra. Desmentido pelos fatos e por seus subordinados, o capitão de pijamas com a chave do Palácio do Planalto não passa de um falastrão.

 


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