Comércio de São Cristóvão vive expectativa para os dias de FASC

Cidades

 

A 36º edição do Festival de Artes de São Cristóvão (FASC) é aguardada com grande entusiasmo pelos comerciantes locais. Com a proximidade do evento que deve atrair milhares de turistas para a cidade, quem circula pelas ruas do Centro Histórico já nota a expectativa daqueles que esperam ampliar o faturamento e aquecer a economia local durante os dias 14, 15,16 e 17 de novembro.
De acordo com a diretora de trabalho da Secretaria Municipal de Assistência Social e do Trabalho (Semast), Neusa Malheiros, o trabalho junto aos comerciantes locais está sendo feito durante todo o ano e busca fortalecer e qualificar os empreendedores. "Estamos colaborando para que a economia da cidade cresça. O município tem desenvolvido ações e os negócios locais têm despertado para a qualificação".
Sobre o FASC, a diretora falou que este é um evento que movimenta a cidade, tanto culturalmente quanto economicamente. "O Fasc também é geração de emprego e renda. Os comerciantes estão ampliando seus negócios e contratando pessoas para empregos temporários durante o Festival. É um impacto direto na vida das pessoas e na economia do município".
Os comerciantes já começaram a antecipar as compras abastecendo os estoques, para que não faltem os produtos durante o Festival. "Estamos muito confiantes nas vendas. O consumidor do Fasc é um público diferenciado e exigente, então estamos aumentando a variedade dos produtos para agradar as pessoas que vão chegar a nossa cidade. Durante os dias de Festival nós não fechamos, fazemos um revezamento entre os funcionários. Na edição anterior vendemos na primeira noite 2.600 latas de cerveja, nossa expectativa é aumentar este número", observou a comerciante Cátia Cristina Prado.
No segmento alimentação quem se destaca é Dona Marieta Santos, a Marieta da Queijada, que prefere não revelar a quantidade da iguaria vendida na edição passada, mas se mostra ansiosa com a edição deste ano. "Ano passado nós vendemos muito, acordava as 3h30 da manhã e não tinha hora para sair da cozinha. Foi cansativo embora muito prazeroso. Este ano sabemos que o público deve aumentar e apesar de apreensiva já estou me preparando. Serão seis pessoas trabalhando para garantir que não falte queijada para o público".

A 36º edição do Festival de Artes de São Cristóvão (FASC) é aguardada com grande entusiasmo pelos comerciantes locais. Com a proximidade do evento que deve atrair milhares de turistas para a cidade, quem circula pelas ruas do Centro Histórico já nota a expectativa daqueles que esperam ampliar o faturamento e aquecer a economia local durante os dias 14, 15,16 e 17 de novembro.
De acordo com a diretora de trabalho da Secretaria Municipal de Assistência Social e do Trabalho (Semast), Neusa Malheiros, o trabalho junto aos comerciantes locais está sendo feito durante todo o ano e busca fortalecer e qualificar os empreendedores. "Estamos colaborando para que a economia da cidade cresça. O município tem desenvolvido ações e os negócios locais têm despertado para a qualificação".
Sobre o FASC, a diretora falou que este é um evento que movimenta a cidade, tanto culturalmente quanto economicamente. "O Fasc também é geração de emprego e renda. Os comerciantes estão ampliando seus negócios e contratando pessoas para empregos temporários durante o Festival. É um impacto direto na vida das pessoas e na economia do município".
Os comerciantes já começaram a antecipar as compras abastecendo os estoques, para que não faltem os produtos durante o Festival. "Estamos muito confiantes nas vendas. O consumidor do Fasc é um público diferenciado e exigente, então estamos aumentando a variedade dos produtos para agradar as pessoas que vão chegar a nossa cidade. Durante os dias de Festival nós não fechamos, fazemos um revezamento entre os funcionários. Na edição anterior vendemos na primeira noite 2.600 latas de cerveja, nossa expectativa é aumentar este número", observou a comerciante Cátia Cristina Prado.
No segmento alimentação quem se destaca é Dona Marieta Santos, a Marieta da Queijada, que prefere não revelar a quantidade da iguaria vendida na edição passada, mas se mostra ansiosa com a edição deste ano. "Ano passado nós vendemos muito, acordava as 3h30 da manhã e não tinha hora para sair da cozinha. Foi cansativo embora muito prazeroso. Este ano sabemos que o público deve aumentar e apesar de apreensiva já estou me preparando. Serão seis pessoas trabalhando para garantir que não falte queijada para o público".

 


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