Centro Histórico receberá 17 cortejos nos quatro dias do Fasc

Cultura

 

De 14 a 17 de novembro a quarta cidade mais antiga do país será palco de uma efervescência cultural. Neste período, as ruas da cidade histórica serão tomadas por espetáculos de teatro, música, intervenções artísticas, literárias e os tradicionais cortejos de grupos folclóricos que acontecem durante os quatro dias do 36° Festival de Artes de São Cristóvão (FASC).
Ao todo serão realizados 17 cortejos, entre filarmônicas, grupos folclóricos e de percussão, e outras representações artístico-culturais do estado. A abertura destas atividades acontece na quinta-feira, às 14h, e será feita pela 'Banda CAPS', que é composta por pacientes e funcionários dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) João Bebe Água (Bairro Rosa Elze) e Valter Correia (Bairro Divinéia, Sede).
De acordo com a coordenadora da Rede de Atenção Psicossocial de São Cristóvão, Stefanie Silva Vieira, a banda é composta por aproximadamente trinta usuários e profissionais dos dois CAPS. "Prometemos animar o primeiro dia do festival com um repertorio escolhido pelos próprios pacientes, incluindo composições próprias. Todo o nosso trabalho é para que os usuários tenham uma autonomia e assumam um protagonismo social. Diante da temática do FASC que é 'Resitir para Existir', achamos pertinente a presença deles mostrando que o tratamento deve ser feito em liberdade sem isolamento", destacou.
Já na sexta-feira, 15, a partir das 15h, uma das filarmônicas que desfilam pelas ruas da Cidade Mãe é a União Lira Paulistana (ULP), da cidade de Frei Paulo. Fundada há 143 anos, a instituição é composta atualmente por 250 integrantes, sendo que 60 deles fazem parte da banda que se apresentará no FASC. Pela primeira vez se apresentando no Festival, o grupo trará músicas cívicas e canções que fazem parte da Música Popular Brasileira (MPB) como repertório para esta apresentação. "Para nós é uma felicidade imensa levar a cultura frei paulistana para o Festival, podendo mostrar um pouco da nossa tradição. É uma honra para nosso grupo", declarou o maestro Juvenilson Menezes.
No sábado e no domingo será a vez dos tradicionais grupos folclóricos passearem pelas ruas e ladeiras da cidade histórica. Marcarão presença nesta edição do FASC grupos como: Taieras de São Cristóvão, Maracatu Asèd Orí, Afoxé di Preto, Reisado de Satú e Samba de Coco da Paz.
Alguns dos grupos se apresentam pela primeira vez, enquanto outros já têm presenças garantidas no FASC há alguns anos. Exemplo disto é o Samba de Coco da Ilha, que se apresenta no sábado, às 16h. "Já nos apresentamos outras vezes no Festival e para nós é sempre um prazer participar. É uma oportunidade de mostrar que nossa tradição é antiga e que é algo que não podemos deixar morrer", apontou Madalena Santos, mestre do grupo que tem 18 anos de fundação.
Os grupos sairão da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos em direção à Praça da Matriz, e segundo a coordenadora da Fundação de Cultura e Turismo João Bebe-Água (Fundact), o município dará todo o suporte durante o cortejo, assim como no transporte dos grupos.

De 14 a 17 de novembro a quarta cidade mais antiga do país será palco de uma efervescência cultural. Neste período, as ruas da cidade histórica serão tomadas por espetáculos de teatro, música, intervenções artísticas, literárias e os tradicionais cortejos de grupos folclóricos que acontecem durante os quatro dias do 36° Festival de Artes de São Cristóvão (FASC).
Ao todo serão realizados 17 cortejos, entre filarmônicas, grupos folclóricos e de percussão, e outras representações artístico-culturais do estado. A abertura destas atividades acontece na quinta-feira, às 14h, e será feita pela 'Banda CAPS', que é composta por pacientes e funcionários dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) João Bebe Água (Bairro Rosa Elze) e Valter Correia (Bairro Divinéia, Sede).
De acordo com a coordenadora da Rede de Atenção Psicossocial de São Cristóvão, Stefanie Silva Vieira, a banda é composta por aproximadamente trinta usuários e profissionais dos dois CAPS. "Prometemos animar o primeiro dia do festival com um repertorio escolhido pelos próprios pacientes, incluindo composições próprias. Todo o nosso trabalho é para que os usuários tenham uma autonomia e assumam um protagonismo social. Diante da temática do FASC que é 'Resitir para Existir', achamos pertinente a presença deles mostrando que o tratamento deve ser feito em liberdade sem isolamento", destacou.
Já na sexta-feira, 15, a partir das 15h, uma das filarmônicas que desfilam pelas ruas da Cidade Mãe é a União Lira Paulistana (ULP), da cidade de Frei Paulo. Fundada há 143 anos, a instituição é composta atualmente por 250 integrantes, sendo que 60 deles fazem parte da banda que se apresentará no FASC. Pela primeira vez se apresentando no Festival, o grupo trará músicas cívicas e canções que fazem parte da Música Popular Brasileira (MPB) como repertório para esta apresentação. "Para nós é uma felicidade imensa levar a cultura frei paulistana para o Festival, podendo mostrar um pouco da nossa tradição. É uma honra para nosso grupo", declarou o maestro Juvenilson Menezes.
No sábado e no domingo será a vez dos tradicionais grupos folclóricos passearem pelas ruas e ladeiras da cidade histórica. Marcarão presença nesta edição do FASC grupos como: Taieras de São Cristóvão, Maracatu Asèd Orí, Afoxé di Preto, Reisado de Satú e Samba de Coco da Paz.
Alguns dos grupos se apresentam pela primeira vez, enquanto outros já têm presenças garantidas no FASC há alguns anos. Exemplo disto é o Samba de Coco da Ilha, que se apresenta no sábado, às 16h. "Já nos apresentamos outras vezes no Festival e para nós é sempre um prazer participar. É uma oportunidade de mostrar que nossa tradição é antiga e que é algo que não podemos deixar morrer", apontou Madalena Santos, mestre do grupo que tem 18 anos de fundação.
Os grupos sairão da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos em direção à Praça da Matriz, e segundo a coordenadora da Fundação de Cultura e Turismo João Bebe-Água (Fundact), o município dará todo o suporte durante o cortejo, assim como no transporte dos grupos.

 


COMPARTILHAR NAS REDES SOCIAIS