FASC 2019

Cultura

 

*Max Alberto Nascimento Santos
Nos seus 429 anos de trajetória, a cidade de São Cristóvão se fez atual, moderna, falou a voz da juventude e não esqueceu de reafirmar as raízes da tradição cultural do povo sergipano.
Foi bonito de ver, de viver e participar de um evento que há muito tempo já não se via realizar com tanto empenho de uma gestão pública municipal no estado de Sergipe.
Mesmo diante de uma trajetória histórica com um lastro de 36 edições e frente ao atual enário de trevasno qual se encontra jogada a cultura no nosso país, a edição de 2019 do Festival de Artes de São Cristóvão mostrou a importância de uma gestão pública técnica, que enxerga o investimento em cultura como um modelo de resistência, gerador de renda, de sentimento de pertencimento, de valorização dos profissionais sergipanos da arte e de prover a sociedade com entretenimento público de qualidade.
Perceberam-se turistas, visitantes, artesanato, comida de rua, economia local dinamizada e manifestações nas diversas vertentes artísticas. Creio que para os que vivenciaram esses dias de encantamento na primeira capital de Sergipe, o sentimento foi de orgulho. São Cristóvão não deixou, guardadas as devidas proporções, nada a desejar frente a outros grandes festivais que acontecem no Brasil e pelo mundo. Alguns ajustes são necessários, assim como em qualquer outro evento, mas os pontos positivos superam as pequenas falhas.
Registro aqui uma saudação de parabéns a todos os envolvidos na grandiosidade do FASC 2019, parabéns ao Prefeito Marcos Santana, a toda a sua equipe, aos patrocinadores, apoiadores e incentivadores, que com muito jogo de cintura, acreditaram na cultura como impulsionador de crescimento econômico e cultural.
Parabéns também ao povo de São Cristóvão que acolheu muito bem os visitantes.
Viva o FASC!
*Max Alberto Nascimento Santos, Geógrafo, Doutor em Geografia e viajante com experiência em 22 países

*Max Alberto Nascimento Santos

Nos seus 429 anos de trajetória, a cidade de São Cristóvão se fez atual, moderna, falou a voz da juventude e não esqueceu de reafirmar as raízes da tradição cultural do povo sergipano.
Foi bonito de ver, de viver e participar de um evento que há muito tempo já não se via realizar com tanto empenho de uma gestão pública municipal no estado de Sergipe.
Mesmo diante de uma trajetória histórica com um lastro de 36 edições e frente ao atual enário de trevasno qual se encontra jogada a cultura no nosso país, a edição de 2019 do Festival de Artes de São Cristóvão mostrou a importância de uma gestão pública técnica, que enxerga o investimento em cultura como um modelo de resistência, gerador de renda, de sentimento de pertencimento, de valorização dos profissionais sergipanos da arte e de prover a sociedade com entretenimento público de qualidade.
Perceberam-se turistas, visitantes, artesanato, comida de rua, economia local dinamizada e manifestações nas diversas vertentes artísticas. Creio que para os que vivenciaram esses dias de encantamento na primeira capital de Sergipe, o sentimento foi de orgulho. São Cristóvão não deixou, guardadas as devidas proporções, nada a desejar frente a outros grandes festivais que acontecem no Brasil e pelo mundo. Alguns ajustes são necessários, assim como em qualquer outro evento, mas os pontos positivos superam as pequenas falhas.
Registro aqui uma saudação de parabéns a todos os envolvidos na grandiosidade do FASC 2019, parabéns ao Prefeito Marcos Santana, a toda a sua equipe, aos patrocinadores, apoiadores e incentivadores, que com muito jogo de cintura, acreditaram na cultura como impulsionador de crescimento econômico e cultural.
Parabéns também ao povo de São Cristóvão que acolheu muito bem os visitantes.
Viva o FASC!

*Max Alberto Nascimento Santos, Geógrafo, Doutor em Geografia e viajante com experiência em 22 países

 


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