Dia da Consciência Negra é celebrado no Museu da Gente

Cultura

 

Em celebração à existência e resistência do povo negro, o Instituto Banese, através do Museu da Gente Sergipana Gov. Marcelo Déda, e em parceria com o Instituto Luciano Barreto Júnior e o movimento 'Mulheres Negras Decidem', promove no dia 20 de novembro, uma programação especial que contará com apresentações culturais, exibição de documentário e palestras.
O objetivo é homenagear, reconhecer e fortalecer a cultura negra, dando um recorte para a forte presença feminina nos quilombos e no movimento negro em todo o Brasil.
A programação terá início às 14h com apresentação da peça 'Coisa do Meu Matulão', fruto de oficina com os alunos do Instituto Luciano Barreto Júnior. Em seguida terá a exibição do documentário 'Um olhar sobre os Quilombos do Brasil - Quilombo Mocambo de Porto da Folha/Sergipe', com direção de Cida Reis e Junia Torres, longa metragem que conta a história da (re)existência  da comunidade quilombola de Mocambo no sertão do Rio São Francisco, entre os estados de Alagoas e Sergipe.
Posteriormente, a quilombola da comunidade Mocambo de Porto da Folha, enfermeira e mestranda em Antropologia pela UFS, Sheylla Acácio, apresentará a palestra 'Mocambo: um olhar sobre o cotidiano feminino no quilombo'. Logo depois, a advogada, mestranda de políticas públicas em Direitos Humanos, colunista da Carta Capital e articuladora política do movimento 'Mulheres Negras Decidem', Laura Astrolábio, aborda em sua palestra o tema 'Mulheres Negras Decidem'. Após as palestras e o debate sobre as temáticas, o grupo aracajuano Asè Dori encerra a programação com muito maracatu.
Dia da Consciência Negra - É nacionalmente comemorado desde o primeiro dia de novembro, marcando ações para lembrar e destacar a luta histórica dos negros contra a discriminação racial e a desigualdade social. O Dia da Consciência Negra é comemorado em todo país no dia 20 de novembro, dia da morte do líder Zumbi dos Palmares, que lutou contra a escravidão no nordeste. A celebração busca a reflexão sobre a posição social dos negros. Afinal, as gerações de afro-brasileiros que sucederam a época da escravidão ainda convivem com preconceito e discriminação.
Vale ressaltar que esta data está regulamentada pela Lei 10.639, de 9 de janeiro de 2003. A mesma lei também tornou obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira nas escolas propiciando debates sobre a história da África e dos africanos, luta dos negros no Brasil, cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, o que resultou num resgate das contribuições dos povos negros na área social, econômica e política ao longo da história do país.

Em celebração à existência e resistência do povo negro, o Instituto Banese, através do Museu da Gente Sergipana Gov. Marcelo Déda, e em parceria com o Instituto Luciano Barreto Júnior e o movimento 'Mulheres Negras Decidem', promove no dia 20 de novembro, uma programação especial que contará com apresentações culturais, exibição de documentário e palestras.
O objetivo é homenagear, reconhecer e fortalecer a cultura negra, dando um recorte para a forte presença feminina nos quilombos e no movimento negro em todo o Brasil.
A programação terá início às 14h com apresentação da peça 'Coisa do Meu Matulão', fruto de oficina com os alunos do Instituto Luciano Barreto Júnior. Em seguida terá a exibição do documentário 'Um olhar sobre os Quilombos do Brasil - Quilombo Mocambo de Porto da Folha/Sergipe', com direção de Cida Reis e Junia Torres, longa metragem que conta a história da (re)existência  da comunidade quilombola de Mocambo no sertão do Rio São Francisco, entre os estados de Alagoas e Sergipe.
Posteriormente, a quilombola da comunidade Mocambo de Porto da Folha, enfermeira e mestranda em Antropologia pela UFS, Sheylla Acácio, apresentará a palestra 'Mocambo: um olhar sobre o cotidiano feminino no quilombo'. Logo depois, a advogada, mestranda de políticas públicas em Direitos Humanos, colunista da Carta Capital e articuladora política do movimento 'Mulheres Negras Decidem', Laura Astrolábio, aborda em sua palestra o tema 'Mulheres Negras Decidem'. Após as palestras e o debate sobre as temáticas, o grupo aracajuano Asè Dori encerra a programação com muito maracatu.

Dia da Consciência Negra - É nacionalmente comemorado desde o primeiro dia de novembro, marcando ações para lembrar e destacar a luta histórica dos negros contra a discriminação racial e a desigualdade social. O Dia da Consciência Negra é comemorado em todo país no dia 20 de novembro, dia da morte do líder Zumbi dos Palmares, que lutou contra a escravidão no nordeste. A celebração busca a reflexão sobre a posição social dos negros. Afinal, as gerações de afro-brasileiros que sucederam a época da escravidão ainda convivem com preconceito e discriminação.
Vale ressaltar que esta data está regulamentada pela Lei 10.639, de 9 de janeiro de 2003. A mesma lei também tornou obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira nas escolas propiciando debates sobre a história da África e dos africanos, luta dos negros no Brasil, cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, o que resultou num resgate das contribuições dos povos negros na área social, econômica e política ao longo da história do país.

 


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