Fim da greve

Opinião

Não adiantou recorrer à Justiça. Para dar fim à greve
dos professores da rede estadual de ensino, o governador Belivaldo Chagas teve que garantir a manutenção de todos os direitos já conquistados pela categoria. Ao invés da força bruta, o diálogo. Simples assim.
A conta na mesa do governador não era das mais complicadas. Tratava-se, sob qualquer aspecto e ponto de vista, de afastar qualquer sombra de ameaça, considerar o justificado receio declarado pelos professores, alvo de um mal explicado projeto de lei enviado para a Assembleia Legislativa de Sergipe.

A vigília promovida pelos professores na sede da Assembleia durou oito dias. Nesse período, o pesadelo dos Projetos de Lei Complementares nºs 16/2019 e 17/2019 de autoria do Poder Executivo, que alteram regras na carreira do magistério, a exemplo do triênio, jornada de trabalho e aposentadoria, não deixou ninguém dormir.A ameaça era real. Somente depois que a presidência da Assembleia resolveu tomar o partido dos professores foi que Belivaldo Chagas concordou com a manutenção de alguns direitos dos trabalhadores, a exemplo do concessão automática do triênio e as incorporações de gratificações para a aposentadoria; além da redução de ¼ da carga horária para quem tem 20 anos de trabalho.Razão para cara feia e a mobilização exemplar dos educadores não faltou. Enquanto o funcionalismo sofre perda em cima de perda, acumulando desvalorização de até 40% sobre os vencimentos, nos cálculos das entidades de classe, o próprio governador e os seus auxiliares mais próximos receberam reajustes aos já polpudos salários. Dois pesos, duas medidas. O governador tinha mesmo de voltar atrás.

Não adiantou recorrer à Justiça. Para dar fim à greve  dos professores da rede estadual de ensino, o go- vernador Belivaldo Chagas teve que garantir a manutenção de todos os direitos já conquistados pela categoria. Ao invés da força bruta, o diálogo. Simples assim.
A conta na mesa do governador não era das mais complicadas. Tratava-se, sob qualquer aspecto e ponto de vista, de afastar qualquer sombra de ameaça, considerar o justificado receio declarado pelos professores, alvo de um mal explicado projeto de lei enviado para a Assembleia Legislativa de Sergipe.

A vigília promovida pelos professores na sede da Assembleia durou oito dias. Nesse período, o pesadelo dos Projetos de Lei Complementares nºs 16/2019 e 17/2019 de autoria do Poder Executivo, que alteram regras na carreira do magistério, a exemplo do triênio, jornada de trabalho e aposentadoria, não deixou ninguém dormir.A ameaça era real. Somente depois que a presidência da Assembleia resolveu tomar o partido dos professores foi que Belivaldo Chagas concordou com a manutenção de alguns direitos dos trabalhadores, a exemplo do concessão automática do triênio e as incorporações de gratificações para a aposentadoria; além da redução de ¼ da carga horária para quem tem 20 anos de trabalho.Razão para cara feia e a mobilização exemplar dos educadores não faltou. Enquanto o funcionalismo sofre perda em cima de perda, acumulando desvalorização de até 40% sobre os vencimentos, nos cálculos das entidades de classe, o próprio governador e os seus auxiliares mais próximos receberam reajustes aos já polpudos salários. Dois pesos, duas medidas. O governador tinha mesmo de voltar atrás.




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