Operações da Fafen serão retomadas em 18 meses

Geral


  • Aspecto da reunião do governador e secretários com arrendatários da Fafen

Nesta terça-feira (10), o governador Belivaldo Chagas reuniu-se com o diretor de Relações Institucionais do Grupo Unigel, Roberto Fiamenghi, e com os consultores Eduardo Barretto e Adary Oliveira, para discutir a retomada das atividades da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen) em Sergipe. Representantes de diversos órgãos do Estado (Sedetec, Codise, Agrese, PGE, Adema, Deso, Sergas e Sefaz) e o prefeito de Laranjeiras, Paulo Hagenbeck, também participaram da reunião.

Belivaldo reiterou que o Estado fará o máximo dentro de suas competências legais para que a Fafen volte a operar. "O que interessa para gente é a continuidade da Fafen e a garantia dos empregos que por ela são gerados direta e indiretamente. Pelo que foi posto aqui, há tudo para o sucesso desse arrendamento. Reforço o compromisso de que estamos à disposição para auxiliar no que for preciso", disse. Para que a retomada da operação ocorra o mais breve possível, o governador se comprometeu a redescutir a tarifa praticada pela Deso e determinou que a Adema priorize as licenças necessárias à atividade.

O governador, ainda, enfatizou que se somará à nova empresa para reivindicar a redução do preço do gás praticado pela Petrobrás, essencial para o funcionamento da unidade. De acordo com Roberto Fiamenghi, a principal dificuldade, atualmente, é conseguir um preço de gás natural competitivo para operar a Fafen.
"Até 2015, a Fafen operava com resultados positivos, já que a Petrobrás tinha um preço interno, que ela poderia praticar, mas quando ela resolveu praticar um preço maior, um preço de oportunidade ela praticamente dobrou o preço do gás e aí a Fafen acabou gerando prejuízo e fechou. Então nós precisamos ter um preço de gás parecido para reativar essa fábrica. Nosso interesse no funcionamento da Fafen é muito grande, porque somos o principal consumidor de amônia do país. Nosso time todo está empenhado em realizar esse objetivo e acredito que com a ajuda do governador a gente vai chegar lá. A receptividade do Governo de Sergipe está sendo realmente muito boa, o governador esteve com a gente na Bahia e nos recebeu aqui, colocando praticamente todo secretariado, toda administração de Sergipe à disposição, com o intuito de fazer funcionar a Fafen", explicou Fiamenghi.

O diretor de Relações Institucionais do Grupo Unigel informou, também, que estima-se que o início da operação das fábricas ocorrerá no prazo máximo de 18 meses. Dentre outros quesitos, o período é necessário para o recrutamento, seleção e treinamento de pessoal; execução de serviços de manutenção e implantação de melhorias necessárias ao imediato retorno da produção; assinatura dos contratos técnicos, administrativos e de apoios necessários. "O prazo que nós colocamos, hoje, para o início da operação, é de 18 meses após a formalização dos documentos, mas tendo o gás natural, com certeza vamos operar em um prazo menor", expôs.
Segundo Fiamenghi, com a operação aproximadamente 500 postos de empregos diretos e indiretos serão gerados. "E vamos priorizar a mão de obra da região", destacou.
Arrendamento - No último dia 21 de novembro, a Petrobras assinou contratos de arrendamento das Fábricas de Fertilizantes Nitrogenados nos estados da Bahia e de Sergipe com a empresa Proquigel Química S.A., pertencente ao Grupo Unigel.

Nesta terça-feira (10), o gover- nador Belivaldo Chagas  reuniu-se com o diretor de Relações Institucionais do Grupo Unigel, Roberto Fiamenghi, e com os consultores Eduardo Barretto e Adary Oliveira, para discutir a retomada das atividades da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen) em Sergipe. Representantes de diversos órgãos do Estado (Sedetec, Codise, Agrese, PGE, Adema, Deso, Sergas e Sefaz) e o prefeito de Laranjeiras, Paulo Hagenbeck, também participaram da reunião.

Belivaldo reiterou que o Estado fará o máximo dentro de suas competências legais para que a Fafen volte a operar. "O que interessa para gente é a continuidade da Fafen e a garantia dos empregos que por ela são gerados direta e indiretamente. Pelo que foi posto aqui, há tudo para o sucesso desse arrendamento. Reforço o compromisso de que estamos à disposição para auxiliar no que for preciso", disse. Para que a retomada da operação ocorra o mais breve possível, o governador se comprometeu a redescutir a tarifa praticada pela Deso e determinou que a Adema priorize as licenças necessárias à atividade.

O governador, ainda, enfatizou que se somará à nova empresa para reivindicar a redução do preço do gás praticado pela Petrobrás, essencial para o funcionamento da unidade. De acordo com Roberto Fiamenghi, a principal dificuldade, atualmente, é conseguir um preço de gás natural competitivo para operar a Fafen.
"Até 2015, a Fafen operava com resultados positivos, já que a Petrobrás tinha um preço interno, que ela poderia praticar, mas quando ela resolveu praticar um preço maior, um preço de oportunidade ela praticamente dobrou o preço do gás e aí a Fafen acabou gerando prejuízo e fechou. Então nós precisamos ter um preço de gás parecido para reativar essa fábrica. Nosso interesse no funcionamento da Fafen é muito grande, porque somos o principal consumidor de amônia do país. Nosso time todo está empenhado em realizar esse objetivo e acredito que com a ajuda do governador a gente vai chegar lá. A receptividade do Governo de Sergipe está sendo realmente muito boa, o governador esteve com a gente na Bahia e nos recebeu aqui, colocando praticamente todo secretariado, toda administração de Sergipe à disposição, com o intuito de fazer funcionar a Fafen", explicou Fiamenghi.

O diretor de Relações Institucionais do Grupo Unigel informou, também, que estima-se que o início da operação das fábricas ocorrerá no prazo máximo de 18 meses. Dentre outros quesitos, o período é necessário para o recrutamento, seleção e treinamento de pessoal; execução de serviços de manutenção e implantação de melhorias necessárias ao imediato retorno da produção; assinatura dos contratos técnicos, administrativos e de apoios necessários. "O prazo que nós colocamos, hoje, para o início da operação, é de 18 meses após a formalização dos documentos, mas tendo o gás natural, com certeza vamos operar em um prazo menor", expôs.
Segundo Fiamenghi, com a operação aproximadamente 500 postos de empregos diretos e indiretos serão gerados. "E vamos priorizar a mão de obra da região", destacou.

Arrendamento - No último dia 21 de novembro, a Petrobras assinou contratos de arrendamento das Fábricas de Fertilizantes Nitrogenados nos estados da Bahia e de Sergipe com a empresa Proquigel Química S.A., pertencente ao Grupo Unigel.





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