Aracaju é uma das seis capitais a atingir meta da ONU de redução de mortes no trânsito

Geral


  • A capital sergipana reduziu para 53,77% o número de acidentes fatais, sendo a quarta cidade com maior redução. A comparação é feita com base no ano em que o pacto foi estabelecido, 2011, e com o último dado compilado, 2018

  • O número de mortes na capital caiu mais de 50%
As iniciativas da Prefeitura de Aracaju, por meio do trabalho intersetorial das entidades que compõem o Projeto Vida no Trânsito (PVT), de combate às mortes no trânsito do município resultaram em uma marca importante: a capital sergipana figura entre outras seis do país que atingiram antecipadamente a meta estipulada pela Organização das Nações Unidas (ONU) de redução de fatalidades em 50% até 2020.
Segundo o jornal Folha de São Paulo, responsável pelo levantamento dos dados, em 2018, Aracaju, Salvador, Belo Horizonte, Curitiba, Rio Branco e Porto Alegre, atingiram o percentual pactuado.  A capital sergipana reduziu para 53,77% o número de acidentes fatais, sendo a quarta cidade com maior redução. A comparação é feita com base no ano em que o pacto foi estabelecido, 2011, e com o último dado compilado, 2018. A variação diz respeito ao número de óbitos por 100 mil habitantes, sendo que em 2011 esse número foi de 14,67 e em 2018 evoluiu para o melhor resultado da década, 6,78. Os dados referentes a 2019 ainda estão sendo computados.
O resultado positivo é fruto de ações integradas, baseadas em estatísticas para nortear as áreas que necessitam de maior atenção, projeto de educação permanente para boas práticas no trânsito, além de uma fiscalização eficaz e rigorosa. E esse trabalho intersetorial que é desenvolvido pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS), a partir da equipe que compõem o Projeto Vida no Trânsito (PVT), adota várias ações para prevenir os índices de acidentes que envolvem condutores e pedestres na capital.
Além dos representantes da SMS, no comitê que compõe o PVT estão membros da Educação Municipal (Semed); da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) de Aracaju; do Conselho Municipal de Saúde (CMS); da Secretaria de Estado da Saúde (SES); do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu); do Centro de Estatística e Análise Criminal da Polícia Militar de Sergipe; do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), e da Universidade Federal de Sergipe (UFS).
O PVT surgiu a partir da proposta da Organização Mundial da Saúde (OMS) de reduzir as lesões e óbitos decorrentes de acidentes de trânsito, que se caracterizam como graves problemas de saúde pública no Brasil e no mundo. Dentro das ações integradas entre as entidades que compõem o projeto, estão a discussão sobre os levantamentos que formam a base do processo de implementação das estratégias e a qualificação dos profissionais integrados ao comitê.
Em 2016, foi lançado o primeiro Boletim de Vigilância em Saúde no Trânsito de Sergipe, a partir dos dados coletados em 2015. Já no ano seguinte, 2017, foi criado o plano de ações para prevenção, a partir dos dados e da análise dos casos. Foi realizado um estudo epidemiológico descritivo sobre todos os acidentes que aconteceram no território aracajuano com vítimas fatais, caracterizando os fatores de risco que contribuíram para a ocorrência de cada um deles.

As iniciativas da Prefeitura de Aracaju, por meio do trabalho intersetorial das entidades que compõem o Projeto Vida no Trânsito (PVT), de combate às mortes no trânsito do município resultaram em uma marca importante: a capital sergipana figura entre outras seis do país que atingiram antecipadamente a meta estipulada pela Organização das Nações Unidas (ONU) de redução de fatalidades em 50% até 2020.

Segundo o jornal Folha de São Paulo, responsável pelo levantamento dos dados, em 2018, Aracaju, Salvador, Belo Horizonte, Curitiba, Rio Branco e Porto Alegre, atingiram o percentual pactuado.  A capital sergipana reduziu para 53,77% o número de acidentes fatais, sendo a quarta cidade com maior redução. A comparação é feita com base no ano em que o pacto foi estabelecido, 2011, e com o último dado compilado, 2018. A variação diz respeito ao número de óbitos por 100 mil habitantes, sendo que em 2011 esse número foi de 14,67 e em 2018 evoluiu para o melhor resultado da década, 6,78. Os dados referentes a 2019 ainda estão sendo computados.

O resultado positivo é fruto de ações integradas, baseadas em estatísticas para nortear as áreas que necessitam de maior atenção, projeto de educação permanente para boas práticas no trânsito, além de uma fiscalização eficaz e rigorosa. E esse trabalho intersetorial que é desenvolvido pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS), a partir da equipe que compõem o Projeto Vida no Trânsito (PVT), adota várias ações para prevenir os índices de acidentes que envolvem condutores e pedestres na capital.

Além dos representantes da SMS, no comitê que compõe o PVT estão membros da Educação Municipal (Semed); da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) de Aracaju; do Conselho Municipal de Saúde (CMS); da Secretaria de Estado da Saúde (SES); do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu); do Centro de Estatística e Análise Criminal da Polícia Militar de Sergipe; do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), e da Universidade Federal de Sergipe (UFS).

O PVT surgiu a partir da proposta da Organização Mundial da Saúde (OMS) de reduzir as lesões e óbitos decorrentes de acidentes de trânsito, que se caracterizam como graves problemas de saúde pública no Brasil e no mundo. Dentro das ações integradas entre as entidades que compõem o projeto, estão a discussão sobre os levantamentos que formam a base do processo de implementação das estratégias e a qualificação dos profissionais integrados ao comitê.

Em 2016, foi lançado o primeiro Boletim de Vigilância em Saúde no Trânsito de Sergipe, a partir dos dados coletados em 2015. Já no ano seguinte, 2017, foi criado o plano de ações para prevenção, a partir dos dados e da análise dos casos. Foi realizado um estudo epidemiológico descritivo sobre todos os acidentes que aconteceram no território aracajuano com vítimas fatais, caracterizando os fatores de risco que contribuíram para a ocorrência de cada um deles.


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