Marcos Santana: \"Armando deve contas à Justiça\"

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  • Marcos Santana confirma que vai disputar a reeleição em São Cristóvão

 

JD - Prefeito, o senhor acha que sua administração vem correspondendo aos anseios da população?
Acredito que nossa administração vem correspondendo sim aos anseios da população sim. Temos um contato forte com a população, temos as respostas nas ruas, nossos canais nas redes sociais mostram que a população compreende e aprova nossa forma de administrar, mostram, inclusive, que a população tem entendido quando não é possível atender determinada demanda pelo volume de obra e pela apresentação de serviços na saúde e na educação, por exemplo. Temos tido uma resposta positiva. 
JD - Como o senhor define as prioridades de sua administração?
Recebemos uma cidade destruída no aspecto físico e na autoestima do povo. Um descrédito total de que era possível mudar o quadro que se apresentava há 20 anos. A partir daí, apresentamos prioridades imediatas, como a regularização do abastecimento de água na sede municipal; o funcionamento dos equipamentos de saúde. Tínhamos apenas 11 equipes de Saúde, quando o ministério da Saúde preconiza que era preciso 24; unidades de saúde desprovidas das condições mínimas de funcionamento; uma unidade de urgência fechada.  Recuperamos completamente os serviços de saúde. Na educação, além da parte estrutural, os professores estavam desestimulados porque tiveram seus salários reduzidos em 60%. Estamos mudando esse quadro. Tivemos a tarefa de resgatar a dignidade do serviço público em todas as suas dimensões. Percebemos que a população reconhece. 
 
JD - Nos últimos anos, o senhor é único prefeito de São Cristóvão que não tem enfrentado problemas com a justiça. Quais os cuidados que o senhor adota para fazer essa diferença?
Nós cumprimos a lei. Fazemos o que a lei estabelece. Para fazer isso, criamos um conselho regulador fiscal, em que todas as despesas do município passam pelo Conselho, o qual tem autonomia para agir. E também estruturamos a Procuradoria Geral do Município, que nos orienta legalmente. Por isso, não temos problemas com a justiça.  No meu discurso de posse, afirmei que minha administração não daria trabalho à justiça e assim tem sido feito.
 
JD - O senhor pretende disputar a reeleição?
Sim, pretendo. Tenho dito sempre que nossos sonhos não cabem em quatro anos de mandato. Temos muita coisa para fazer. Esses primeiros três anos foram para arrumar a casa e captar recursos, recursos esses que não chegam de imediato. Temos um leque de obras que vamos lançar em março, como pavimentação, abertura de ruas e envelopamento de canais.
 
JD - Nos últimos dias o ex-prefeito Armando Batalha vem ensaiando uma provável candidatura e diz que conseguiu unificar toda a oposição no município. Isso o preocupa?
Não subestimo nenhum adversário, respeito todos. Mas antes de se lançar, o ex-prefeito precisa prestar contas à justiça porque hoje ele está inelegível. Além disso,não acredito que ele consiga unificar a oposição.  Lamentamos que Lauro Rocha tenha se aliado a Armando, já que Lauro foi preso por uma ação de Armando. Não acredito que o ex-prefeito tenha autoridade moral para unificar a oposição.  Caso ocorra, estamos preparados para trabalhar, mostrar o que estamos fazendo porque o povo de São Cristóvão não merece retornar ao passado.

O prefeito de São Cristóvão, Marcos Santana (MDB), admitiu a possibilidade de se lançar candidato à reeleição, em outubro deste ano e declarou respeito a todos os concorrentes, mas não deixou de ir à carga contra o ex-prefeito Armando Batalha (PSC), que também vem se apresentando como pré-candidato e pode ser o principal adversário do atual gestor. Em entrevista ao JORNAL DO DIA, Santana diz que Armando tem o direito de se candidatar, mas, primeiro, "precisa prestar contas à Justiça", em razão dos processos ao qual respondeu por improbidade administrativa, e pelos quais foi condenado e declarado inelegível. O prefeito também fez uma rápida prestação de contas da sua administração, destacando o processo de recuperação dos serviços e da credibilidade do quarto município mais antigo do país. 

JD - Prefeito, o senhor acha que sua administração vem correspondendo aos anseios da população?

Acredito que nossa administração vem correspondendo sim aos anseios da população sim. Temos um contato forte com a população, temos as respostas nas ruas, nossos canais nas redes sociais mostram que a população compreende e aprova nossa forma de administrar, mostram, inclusive, que a população tem entendido quando não é possível atender determinada demanda pelo volume de obra e pela apresentação de serviços na saúde e na educação, por exemplo. Temos tido uma resposta positiva. 

JD - Como o senhor define as prioridades de sua administração?

Recebemos uma cidade destruída no aspecto físico e na autoestima do povo. Um descrédito total de que era possível mudar o quadro que se apresentava há 20 anos. A partir daí, apresentamos prioridades imediatas, como a regularização do abastecimento de água na sede municipal; o funcionamento dos equipamentos de saúde. Tínhamos apenas 11 equipes de Saúde, quando o ministério da Saúde preconiza que era preciso 24; unidades de saúde desprovidas das condições mínimas de funcionamento; uma unidade de urgência fechada.  Recuperamos completamente os serviços de saúde. Na educação, além da parte estrutural, os professores estavam desestimulados porque tiveram seus salários reduzidos em 60%. Estamos mudando esse quadro. Tivemos a tarefa de resgatar a dignidade do serviço público em todas as suas dimensões. Percebemos que a população reconhece. 

JD - Nos últimos anos, o senhor é único prefeito de São Cristóvão que não tem enfrentado problemas com a justiça. Quais os cuidados que o senhor adota para fazer essa diferença?

Nós cumprimos a lei. Fazemos o que a lei estabelece. Para fazer isso, criamos um conselho regulador fiscal, em que todas as despesas do município passam pelo Conselho, o qual tem autonomia para agir. E também estruturamos a Procuradoria Geral do Município, que nos orienta legalmente. Por isso, não temos problemas com a justiça.  No meu discurso de posse, afirmei que minha administração não daria trabalho à justiça e assim tem sido feito.
 JD - O senhor pretende disputar a reeleição?
Sim, pretendo. Tenho dito sempre que nossos sonhos não cabem em quatro anos de mandato. Temos muita coisa para fazer. Esses primeiros três anos foram para arrumar a casa e captar recursos, recursos esses que não chegam de imediato. Temos um leque de obras que vamos lançar em março, como pavimentação, abertura de ruas e envelopamento de canais.

JD - Nos últimos dias o ex-prefeito Armando Batalha vem ensaiando uma provável candidatura e diz que conseguiu unificar toda a oposição no município. Isso o preocupa?

Não subestimo nenhum adversário, respeito todos. Mas antes de se lançar, o ex-prefeito precisa prestar contas à justiça porque hoje ele está inelegível. Além disso,não acredito que ele consiga unificar a oposição.  Lamentamos que Lauro Rocha tenha se aliado a Armando, já que Lauro foi preso por uma ação de Armando. Não acredito que o ex-prefeito tenha autoridade moral para unificar a oposição.  Caso ocorra, estamos preparados para trabalhar, mostrar o que estamos fazendo porque o povo de São Cristóvão não merece retornar ao passado.

 


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