FUX DEU A SENHA

Rômulo Rodrigues

 

* Rômulo Rodrigues
A decisão do Ministro FUX, seguindo a linha editorial de O Globo, suspendendo, ao assumir o plantão do STF, a decisão do Presidente da corte sobre a legitimidade do Juiz de Garantia, foi mais uma entre as inúmeras demonstrações de que a Lei e a Justiça navegam aos sabores das ondas dos grupos interessados em que a Democracia, no Brasil, tenha períodos cíclicos como são os da menstruação, sem direito a gravidez, numa contagem limitada de cinco dias para a prevalência do Estado Democrático de Direito e vinte e cinco ou vinte e seis para o exercício do autoritarismo jurídico midiático.
A pouca vergonha nada de braçadas no imenso lago do manda quem controla a informação e obedece quem aceita ser imbecil em nome do não estou nem aí; não é comigo.
Tem um contraditório aí; a quase totalidade dos que são convencidos de que um membro da Suprema Corte, no plantão, pode revogar uma decisão do Presidente do Órgão, é a mesma parcela que foi convencida de que um Desembargador Federal, no seu exercício constitucional de plantão do órgão, não tinha legitimidade de conceder um Habeas Corpus a um condenado sem provas, por um Juiz de primeira instância, seu subordinado.
Tem um detalhe que deve ser levado ao conhecimento do distinto público; o Ministro que revogou a decisão do Presidente de sua Corte, não goza de 10% da respeitabilidade moral do Desembargador que se contrapôs à absurda sentença do Juiz, que também já tem mais do que suspeita a sua fraqueza moral e ética.
Em todo esse processo de controlar, ao sabor dos ventos, o domínio cerebral da imensa manada, vão sendo costuradas duas das fantasias mais perversas para consolidar de vez a ditadura desejada; 1) a ida de Sergio Moro para o STF e; 2) uma nova Constituição aos moldes das que foram impostas em 1937 e em 1967, para matar e enterrar o cadáver da chamada Cidadã. O que vem a público hoje é que o judiciário brasileiro tem apenas 38% de aprovação na sociedade e, com certeza, com decisões como a de FUX e a elevação de Sergio Moro, caminhará para o famoso rés do chão.
E a Democracia como está? A contragosto dos seus algozes ricos e poderosos continua com boa saúde, ostentando um crescimento de 53% para 63% na preferência do povo brasileiro, como atestam pesquisas feitas nos últimos seis meses.
Bem dentro do quadro conjuntural, o Jornalista, Consultor e Analista Político, Antônio Florêncio Queiroz, o Toninho do DIAP, escreveu em artigo "Democracia e eleição", com enfoque que; em ano de eleição municipal se faz reflexão sobre a Democracia.
Segundo ele, a Democracia Representativa, limitada aos direitos civis e políticos que permite ao cidadão apenas a liberdade formal ao acesso e ao exercício do poder, pode estar com os dias contados.
Aponta que neste ano de 2020, nas eleições municipais, é fundamental que, além do enfrentamento da narrativa da pós-verdade, também seja feita uma reflexão sobre a necessidade da substituição da Democracia Representativa, que para ele, está exaurida, pela Democracia Substantiva, mais compatível com os postulados dos Partidos de esquerda e com as necessidades dos cidadãos que vivem que vivem nos municípios, e todos vivem.
A narrativa da pós-verdade aplicada por Bolsonaro tem dois pontos que devem ser debatidos e combatidos pelas suas próprias contradições.
As últimas verdades absolutas que ocupam os noticiários põem por terra todas as afirmações propagandistas  do governo e seus aliados, nos pontos fortes deles; combate à corrupção e juste fiscal.
No combate à corrupção que tinha como mote a então alardeada Caixa Preta do BNDES; a montanha não pariu sequer um Catita, mas encontrou pegadas de ratazanas como Luciano Huck, do Veio da Havan e de José Serra, comprovando, pela ausência de qualquer sintoma, a total idoneidade dos petistas. Foi um favor de R$ 48 milhões.
No exaltado ajuste fiscal, o Brasil terminou o ano de 2019 com um rombo de US$ 50,7 bilhões nas contas externas, pior resultados dos últimos quatros anos, ou seja, desde quando começaram com uma ponte para o futuro que terminou no golpe de 2016 e deu força para que Moro fraudasse as eleições de 2018 e elegesse Jair Bolsonaro.
A política de submissão do governo brasileiro ao governo americano acaba de submeter o País a um enorme vexame internacional ao aceitar que imigrantes brasileiros viessem deportados dos EUA, algemados nos pés e nas mãos, em condições análogas aos escravizados dos porões dos Navios. 80% deles votaram em Bolsonaro.
O desafio de debater as políticas necessárias para atender os seus munícipes, impõem aos postulantes dos Partidos de Esquerda alertar às populações sobre as ameaças às suas capacidades de enxergarem os perigos a que estão expostos.
Para homogeneizar os pensamentos de aceitação e obediência para se livrarem de um mal maior; comunistas petistas, é que vem por aí uma enxurrada de cursos de um movimento perigoso e antipatriótico; o RENOVA-BR. Cuidemo-nos.
* Rômulo Rodrigues é militante político

* Rômulo Rodrigues

A decisão do Ministro FUX, seguindo a linha editorial de O Globo, suspendendo, ao assumir o plantão do STF, a decisão do Presidente da corte sobre a legitimidade do Juiz de Garantia, foi mais uma entre as inúmeras demonstrações de que a Lei e a Justiça navegam aos sabores das ondas dos grupos interessados em que a Democracia, no Brasil, tenha períodos cíclicos como são os da menstruação, sem direito a gravidez, numa contagem limitada de cinco dias para a prevalência do Estado Democrático de Direito e vinte e cinco ou vinte e seis para o exercício do autoritarismo jurídico midiático.
A pouca vergonha nada de braçadas no imenso lago do manda quem controla a informação e obedece quem aceita ser imbecil em nome do não estou nem aí; não é comigo.
Tem um contraditório aí; a quase totalidade dos que são convencidos de que um membro da Suprema Corte, no plantão, pode revogar uma decisão do Presidente do Órgão, é a mesma parcela que foi convencida de que um Desembargador Federal, no seu exercício constitucional de plantão do órgão, não tinha legitimidade de conceder um Habeas Corpus a um condenado sem provas, por um Juiz de primeira instância, seu subordinado.
Tem um detalhe que deve ser levado ao conhecimento do distinto público; o Ministro que revogou a decisão do Presidente de sua Corte, não goza de 10% da respeitabilidade moral do Desembargador que se contrapôs à absurda sentença do Juiz, que também já tem mais do que suspeita a sua fraqueza moral e ética.
Em todo esse processo de controlar, ao sabor dos ventos, o domínio cerebral da imensa manada, vão sendo costuradas duas das fantasias mais perversas para consolidar de vez a ditadura desejada; 1) a ida de Sergio Moro para o STF e; 2) uma nova Constituição aos moldes das que foram impostas em 1937 e em 1967, para matar e enterrar o cadáver da chamada Cidadã. O que vem a público hoje é que o judiciário brasileiro tem apenas 38% de aprovação na sociedade e, com certeza, com decisões como a de FUX e a elevação de Sergio Moro, caminhará para o famoso rés do chão.
E a Democracia como está? A contragosto dos seus algozes ricos e poderosos continua com boa saúde, ostentando um crescimento de 53% para 63% na preferência do povo brasileiro, como atestam pesquisas feitas nos últimos seis meses.
Bem dentro do quadro conjuntural, o Jornalista, Consultor e Analista Político, Antônio Florêncio Queiroz, o Toninho do DIAP, escreveu em artigo "Democracia e eleição", com enfoque que; em ano de eleição municipal se faz reflexão sobre a Democracia.
Segundo ele, a Democracia Representativa, limitada aos direitos civis e políticos que permite ao cidadão apenas a liberdade formal ao acesso e ao exercício do poder, pode estar com os dias contados.
Aponta que neste ano de 2020, nas eleições municipais, é fundamental que, além do enfrentamento da narrativa da pós-verdade, também seja feita uma reflexão sobre a necessidade da substituição da Democracia Representativa, que para ele, está exaurida, pela Democracia Substantiva, mais compatível com os postulados dos Partidos de esquerda e com as necessidades dos cidadãos que vivem que vivem nos municípios, e todos vivem.
A narrativa da pós-verdade aplicada por Bolsonaro tem dois pontos que devem ser debatidos e combatidos pelas suas próprias contradições.
As últimas verdades absolutas que ocupam os noticiários põem por terra todas as afirmações propagandistas  do governo e seus aliados, nos pontos fortes deles; combate à corrupção e juste fiscal.
No combate à corrupção que tinha como mote a então alardeada Caixa Preta do BNDES; a montanha não pariu sequer um Catita, mas encontrou pegadas de ratazanas como Luciano Huck, do Veio da Havan e de José Serra, comprovando, pela ausência de qualquer sintoma, a total idoneidade dos petistas. Foi um favor de R$ 48 milhões.
No exaltado ajuste fiscal, o Brasil terminou o ano de 2019 com um rombo de US$ 50,7 bilhões nas contas externas, pior resultados dos últimos quatros anos, ou seja, desde quando começaram com uma ponte para o futuro que terminou no golpe de 2016 e deu força para que Moro fraudasse as eleições de 2018 e elegesse Jair Bolsonaro.
A política de submissão do governo brasileiro ao governo americano acaba de submeter o País a um enorme vexame internacional ao aceitar que imigrantes brasileiros viessem deportados dos EUA, algemados nos pés e nas mãos, em condições análogas aos escravizados dos porões dos Navios. 80% deles votaram em Bolsonaro.
O desafio de debater as políticas necessárias para atender os seus munícipes, impõem aos postulantes dos Partidos de Esquerda alertar às populações sobre as ameaças às suas capacidades de enxergarem os perigos a que estão expostos.
Para homogeneizar os pensamentos de aceitação e obediência para se livrarem de um mal maior; comunistas petistas, é que vem por aí uma enxurrada de cursos de um movimento perigoso e antipatriótico; o RENOVA-BR. Cuidemo-nos.

* Rômulo Rodrigues é militante político

 


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