Prefeitura apresenta plano de contingência do novo coronavírus a hospitais da capital

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  • LACEN DEFINE REGRAS COM CUIDADOS PARA REALIZAÇÃO DE EXAMES

 

A Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) desenvolveu um Plano de Contingência no qual estão inseridas as devidas orientações acerca de como desenvolver o fluxo de atendimento em casos suspeitos do novo coronavírus. Para isso, reuniu nesta quinta-feira representantes dos hospitais públicos e privados da capital, bem como das Comissões de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH's).
Segundo a diretora da Vigilância e Atenção em Saúde (DVAS), Taise Cavalcante, diante do alerta mundial referente ao surto de coronavírus, o foco da reunião foi apresentar as orientações por parte do município como forma de preparar a rede de saúde, para quando surgirem casos suspeitos na capital.
"São essas unidades [de urgência e emergência] que notificam as doenças transmissíveis, e essa é a ligação que a Vigilância Epidemiológica do município tem com os hospitais públicos e privados. Neste momento mostramos o plano de contingência, como o município vai se organizar em estrutura e planejamento, e solicitamos que, também dentro do espaço deles, se organizem para a espera desses pacientes que possam chegar", explicou Taise.
A diretora alertou ainda sobre a importância da notificação imediata. "É importante organizar como o fluxo vai funcionar na questão laboratorial, de confirmação, investigação do caso e de informação, porque é uma doença de notificação imediata. Chegou, os estabelecimentos precisam informar à Vigilância a existência daquele caso para a gente desencadear todas as ações que são inerentes", ressaltou.
Lacen -  Já o Laboratório Central de Saúde Pública de Sergipe (Lacen) divulgou uma nota técnica relativa à coleta, acondicionamento e transporte de amostras clínicas para o diagnóstico e investigação do Coronavírus Cov/Influenza, um tipo de vírus que causa infecções respiratórias. O documento visa a padronização dos procedimentos em serviços de saúde públicos e privados sempre que o paciente atender a definição de caso suspeito da enfermidade.
A coleta do material deverá cumprir normas de segurança para preservação da amostra e do profissional. Parte do material é fornecido pelo Lacen como os Swabs e tubos cônicos para coleta da secreção respiratória. Além disso, também são necessários outros equipamentos como gorro descartável, óculos de proteção ou protetor facial, máscara, avental de mangas longas, luvas e caixa isotérmica para transporte de material coletado.
O material que será analisado em laboratório, para investigação do coronavírus utiliza duas metodologias a coleta de aspirado de nasofarinfe (ANF) e coleta de swabs de nasofaringe (SNF) e orofaringe (SOF). Outro detalhe importante diz respeito ao período de coleta da secreção respiratória. "As amostras clinicas deverão ser coletadas preferencialmente até o 3º dia após o início dos sintomas e, no máximo, até 7 dias após o início dos sintoma, independente de utilização de medicação ou vacinação prévias", salientou o gestor do Lacen.

A Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) desenvolveu um Plano de Contingência no qual estão inseridas as devidas orientações acerca de como desenvolver o fluxo de atendimento em casos suspeitos do novo coronavírus. Para isso, reuniu nesta quinta-feira representantes dos hospitais públicos e privados da capital, bem como das Comissões de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH's).
Segundo a diretora da Vigilância e Atenção em Saúde (DVAS), Taise Cavalcante, diante do alerta mundial referente ao surto de coronavírus, o foco da reunião foi apresentar as orientações por parte do município como forma de preparar a rede de saúde, para quando surgirem casos suspeitos na capital.
"São essas unidades [de urgência e emergência] que notificam as doenças transmissíveis, e essa é a ligação que a Vigilância Epidemiológica do município tem com os hospitais públicos e privados. Neste momento mostramos o plano de contingência, como o município vai se organizar em estrutura e planejamento, e solicitamos que, também dentro do espaço deles, se organizem para a espera desses pacientes que possam chegar", explicou Taise.
A diretora alertou ainda sobre a importância da notificação imediata. "É importante organizar como o fluxo vai funcionar na questão laboratorial, de confirmação, investigação do caso e de informação, porque é uma doença de notificação imediata. Chegou, os estabelecimentos precisam informar à Vigilância a existência daquele caso para a gente desencadear todas as ações que são inerentes", ressaltou.

Lacen -  Já o Laboratório Central de Saúde Pública de Sergipe (Lacen) divulgou uma nota técnica relativa à coleta, acondicionamento e transporte de amostras clínicas para o diagnóstico e investigação do Coronavírus Cov/Influenza, um tipo de vírus que causa infecções respiratórias. O documento visa a padronização dos procedimentos em serviços de saúde públicos e privados sempre que o paciente atender a definição de caso suspeito da enfermidade.
A coleta do material deverá cumprir normas de segurança para preservação da amostra e do profissional. Parte do material é fornecido pelo Lacen como os Swabs e tubos cônicos para coleta da secreção respiratória. Além disso, também são necessários outros equipamentos como gorro descartável, óculos de proteção ou protetor facial, máscara, avental de mangas longas, luvas e caixa isotérmica para transporte de material coletado.
O material que será analisado em laboratório, para investigação do coronavírus utiliza duas metodologias a coleta de aspirado de nasofarinfe (ANF) e coleta de swabs de nasofaringe (SNF) e orofaringe (SOF). Outro detalhe importante diz respeito ao período de coleta da secreção respiratória. "As amostras clinicas deverão ser coletadas preferencialmente até o 3º dia após o início dos sintomas e, no máximo, até 7 dias após o início dos sintoma, independente de utilização de medicação ou vacinação prévias", salientou o gestor do Lacen.

 


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