Tem que apurar a verdade

Rita Oliveira


O governador Belivaldo Chagas prestigiou a cerimônia em que o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Luciano Bispo, recebeu o título de cidadão aracajuano

 

Tem que apurar a verdade

 

Nas eleições 2018 o então pré-candi-
dato a senador pelo Rede, o delega-
do Alessandro Vieira, arrecadou R$ 102.518,08 para a campanha eleitoral. O maior doador da sua campanha foi o empresário Jouberto Uchoa de Mendonça Júnior, que fez a doação de R$ 40 mil, o correspondente a 39% do que arrecadou para a disputa.
Do valor arrecadado, Alessandro declarou na prestação de contas do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) um gasto de R$ 78.195,38, sendo R$ 29.236,00 com publicidade de adesivos; R$ 24 mil com diversos a especificar; R$ 16.075,00 com publicidade por matéria impressa; R$ 7 mil com serviços prestados por terceiros; e R$ 3.914,00 outros serviços.
Alessandro foi o que menos arrecadou para a campanha dos principais candidatos a senador: Heleno Silva (R$ 2.686.476,71), André Moura (R$ 2.504.290,00), Jackson Barreto (R$ 1.563.601,40),), Rogério Carvalho (R$ 1.213.199,41), Henri Clay (R$ 1.185.103,17) e Antônio Carlos Valadares (R$ 640.442,71).
Com recursos insignificante para uma campanha de senador, o delegado atuou mais pelas redes sociais. Mesmo com poucos recursos e estreando na política conseguiu ser eleito com uma votação surpreendente: 474.449 votos, o correspondente a 25,95% dos votos válidos.
Na quinta-feira o deputado estadual Rodrigo Valadares (PTB) fez algumas acusações contra Alessandro Vieira, hoje filiado ao Cidadania. Disse que ele é uma "farsa, deve a cabeça e o mandato ao RenovaBR e Itaú, e se elegeu com ilegalidades tecnológicas".
Como a coluna já informou ontem, o deputado declarou no grupo de whatsApp Política sem Frescura que o RenovaBR gastou muito com ele em disparos em massa e traçamento de perfil psicossocial, tudo fora da contabilidade oficial.
Desafiou o senador delegado a explicar toda a tecnologia que o grande sistema financeiro gastou com ele. "Ele e meio mundo de desconhecidos que se elegeram com ilegalidades tecnológicas. Se estivesse sob a legislação europeia já estaria preso. Tenho tudo documentado e as máscaras irão cair. Só digo isso".
Disparou ainda Rodrigo: "Alguém se elege à toa? Tudo do Alessandro foi calculado. É um produto do marketing. Marchou com a esquerda, teve votos nela e agora se Bolsonarisou. Ele fala em CPI da Lava Toga. Vamos fazer uma CPI da Tecnologia em Sergipe. Tenho tudo documentado e estou ansioso para que seja homem e venha discutir comigo".
Alessandro rebateu dizendo que faria o debate com o deputado no campo adequado, que é a Justiça. "O teatro abobalhado que só interessa àqueles que trabalham contra Sergipe. Não vai contar com a minha participação. Mentiras, fakes e coisas parecidas não duram nesta terra. Gente que se elege pedindo Lula livre e depois vira bolsonarista merece que tipo credibilidade? Gente que financia perfil para disseminação de fake? Vamos aguardar a manifestação da Justiça com a serenidade que só o homem de bem pode ter", frisou.
Pela gravidade dessas denúncias do deputado Rodrigo Valadares, ex-aliado de Alessandro Vieira, elas precisam ser apuradas pelos órgãos competentes.
O povo sergipano precisa saber quem está com a verdade.  E quem não agiu dentro da verdade dos fatos que seja responsabilizado por isso...

Nas eleições 2018 o então pré-candi- dato a senador pelo Rede, o delega- do Alessandro Vieira, arrecadou R$ 102.518,08 para a campanha eleitoral. O maior doador da sua campanha foi o empresário Jouberto Uchoa de Mendonça Júnior, que fez a doação de R$ 40 mil, o correspondente a 39% do que arrecadou para a disputa.
Do valor arrecadado, Alessandro declarou na prestação de contas do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) um gasto de R$ 78.195,38, sendo R$ 29.236,00 com publicidade de adesivos; R$ 24 mil com diversos a especificar; R$ 16.075,00 com publicidade por matéria impressa; R$ 7 mil com serviços prestados por terceiros; e R$ 3.914,00 outros serviços.
Alessandro foi o que menos arrecadou para a campanha dos principais candidatos a senador: Heleno Silva (R$ 2.686.476,71), André Moura (R$ 2.504.290,00), Jackson Barreto (R$ 1.563.601,40),), Rogério Carvalho (R$ 1.213.199,41), Henri Clay (R$ 1.185.103,17) e Antônio Carlos Valadares (R$ 640.442,71).
Com recursos insignificante para uma campanha de senador, o delegado atuou mais pelas redes sociais. Mesmo com poucos recursos e estreando na política conseguiu ser eleito com uma votação surpreendente: 474.449 votos, o correspondente a 25,95% dos votos válidos.
Na quinta-feira o deputado estadual Rodrigo Valadares (PTB) fez algumas acusações contra Alessandro Vieira, hoje filiado ao Cidadania. Disse que ele é uma "farsa, deve a cabeça e o mandato ao RenovaBR e Itaú, e se elegeu com ilegalidades tecnológicas".
Como a coluna já informou ontem, o deputado declarou no grupo de whatsApp Política sem Frescura que o RenovaBR gastou muito com ele em disparos em massa e traçamento de perfil psicossocial, tudo fora da contabilidade oficial.
Desafiou o senador delegado a explicar toda a tecnologia que o grande sistema financeiro gastou com ele. "Ele e meio mundo de desconhecidos que se elegeram com ilegalidades tecnológicas. Se estivesse sob a legislação europeia já estaria preso. Tenho tudo documentado e as máscaras irão cair. Só digo isso".
Disparou ainda Rodrigo: "Alguém se elege à toa? Tudo do Alessandro foi calculado. É um produto do marketing. Marchou com a esquerda, teve votos nela e agora se Bolsonarisou. Ele fala em CPI da Lava Toga. Vamos fazer uma CPI da Tecnologia em Sergipe. Tenho tudo documentado e estou ansioso para que seja homem e venha discutir comigo".
Alessandro rebateu dizendo que faria o debate com o deputado no campo adequado, que é a Justiça. "O teatro abobalhado que só interessa àqueles que trabalham contra Sergipe. Não vai contar com a minha participação. Mentiras, fakes e coisas parecidas não duram nesta terra. Gente que se elege pedindo Lula livre e depois vira bolsonarista merece que tipo credibilidade? Gente que financia perfil para disseminação de fake? Vamos aguardar a manifestação da Justiça com a serenidade que só o homem de bem pode ter", frisou.
Pela gravidade dessas denúncias do deputado Rodrigo Valadares, ex-aliado de Alessandro Vieira, elas precisam ser apuradas pelos órgãos competentes.
O povo sergipano precisa saber quem está com a verdade.  E quem não agiu dentro da verdade dos fatos que seja responsabilizado por isso...

É por ai...

Do delegado Paulo Márcio sobre o novo embate entre o deputado estadual Rodrigo Valadares (PTB) e o senador Alessandro Vieira (Cidadania): "O Ministério Público Eleitoral e a Polícia Federal só aprenderão a combater essa forma sofisticada de fraudar eleições se forem provocados. É por isso que eu defendo que essa troca de farpas se transforme em representação minimamente consistente".

Cartão vermelho 1

Ontem se concretizou o que a coluna tinha publicado com exclusividade: que as pré-candidatas a vereadora de Aracaju pelo Republicanos (ex-PRB) iriam pedir a expulsão do partido do vereador Carlito Alves, mediante suposto envolvimento em crime de pedofilia com gravação de vídeos pornográficos feitos por ele, que se tornaram público, e teriam sido encaminhados para uma suposta menor de idade. Após reunião com o Diretório Municipal de Aracaju as pré-candidatas protocolaram ata pedindo a sua expulsão baseadas no estatuto da legenda, em seu art. 56 (d), que trata de conduta ilegal.

Cartão vermelho 2

Em conversa com a coluna, o presidente do Diretório Municipal do Republicanos, pastor Eduardo Lima, disse que deferiu o documento das pré-candidatas dentro dos princípios da ética e da moral. E que comunicará ao vereador Carlito a sua expulsão da legenda. 

Cartão vermelho 3

Explica que se não atendesse a solicitação das pré-candidatas estaria prejudicando o partido nas eleições deste ano pelo fato da legislação eleitoral estabelecer que para uma candidata mulher tem de ter dois candidatos homens. "Como são 11 pré-candidatas no Republicanos se não acatar o pedido serão prejudicados 22 pré-candidatos homens  e, consequentemente, o partido", frisou.

Em sua defesa 1

Carlito Alves, que já foi expulso do quadro de pastor da Igreja Universal e agora deve ser expulso do Republicanos, declarou ontem no programa apresentado pelo vereador Jason Neto (PDT) que o presidente estadual do Republicanos, ex-deputado federal Jhony Marcos, e o pastor Eduardo, estão manipulando para expulsá-lo do partido.

Em sua defesa 2

Ele disse que na segunda irá ao partido para se inteirar de tudo e sabe que a Igreja Universal do Reino de Deus tem como meta nas eleições deste ano eleger o  pastor Eduardo vereador de Aracaju.  "Eu já fui dessa Igreja e sei como tudo acontece. Jhony usou as mulheres para fazer a minha expulsão. Eles estão com medo de mim, porque sabem que tenho muitos votos", declarou.  

Ponto de vista

Do o presidente de honra do Republicanos, ex-deputado federal Heleno Silva, sobre a decisão das pré-candidatas mulheres do partido de exigir a sua expulsão da legenda: "Sem necessidade esse atropelamento". Por Heleno, o vereador Alves disputaria a reeleição pelo partido.

Aracaju

Sobre as eleições  na capital sergipana Heleno afirma que o Republicanos está muito bem estruturado para o pleito deste ano. Revela que depois que fechar a chapa de vereador vai aprofundar as conversas "Ninguém vai levar a gente na conversa. Sabemos da nossa força", avisa.

Estância

Informa que em Estância o ex-prefeito Ivan Leite já avisou para não se assustar se o Republicanos tiver de caminhar com o pré-candidato a prefeito do Psol no município, Márcio Souza. Diz que está na torcida para que a aliança com o prefeito Gilson Andrade permaneça. "Ivan é um líder forte e, com certeza, decidirá com seu apoio a eleição em Estância", acredita Heleno.

Crise no Psol 1

Uma liderança do Psol disse ontem à coluna que Sônia Meire está prejudicando o partido em Aracaju pela sua "vaidade" e "personalismo". Contou que hoje a legenda está sem pré-candidato a prefeito por culpa dela.

Crise no Psol 2

"Tava tudo se encaminhando para Henri Clay vir para o Psol e contar com uma aliança majoritária com o Rede. Mas o agrupamento de Sônia Meire, a Resistência, que é majoritário em Aracaju, viu ameaça de sua hegemonia no partido com a vinda do Rede e decidiu não apoiar o projeto", explica a liderança.  Disse que o presidente nacional do Psol, Juliano Medeiros, e o ex-presidenciável Guilherme Boulos convidaram Henri Clay para ser candidato a prefeito pela densidade eleitoral que teve na eleição 2018, quando disputou o Senado, oferecendo prioridade de recursos a nível nacional.

Crise no Psol 3

"O jogo é o seguinte: o delegado Mário Leoni e o professor Josimário colocaram seu nome para disputa para a Prefeitura de Aracaju. A tendência de Sônia Meire abraçou a candidatura de Mário, da Insurgência, mas com a possibilidade de Henri Clay a apoiar para vereadora de Aracaju foi fechado apoio a ele para prefeito. O agrupamento de Sônia abandonou o Mário e foi para o ex-presidente da OAB. Só que com a possibilidade de uma coligação com o Rede, defendida por Henri Clay, foi decidido pelo seu abandono e volta ao apoio a Mário Leoni. Enfim, a Insurgência, de Linda Brasil, decidiu não mais colocar a ca ndidatur a de Mário para prefeito e se criou um vácuo dentro do Psol para prefeito de Aracaju".

Crise no Psol 4

Prossegue: "E a crítica que a gente faz é que a responsabilidade dessa situação é do agrupamento de Sônia Meire que tem medo de perder a hegemonia. Sônia, que já foi candidata a governadora, a prefeita e a senadora agora vai para vereadora. Tem medo de não ser eleita vereadora depois de concorrer a vários cargos e acabar sua carreira eleitoral se não for eleita. A vaidade e o personalismo tem prejudicado o Psol em Aracaju".

Veja essa ...

Está dando o que falar o fato do senador Alessandro Vieira (Cidadania) ter sido eleito com o discurso da "nova política em Sergipe" e para as eleições deste ano ter fechado uma aliança em Riachão do Dantas envolvendo os ex-prefeitos Laelson Menezes (ex-PSC) e Gerana Costa (ex-Avante), que tiveram seus mandatos cassados. Assim como os ataques do deputado estadual Rodrigo Valadares (PTB) a forma como o senador foi eleito,

Curtas

O ex-deputado federal Mendonça Prado (sem partido) está analisando a possibilidade de ser candidato a vereador de Aracaju e a qual partido se filiar. "Ainda não há definição. Estou na fase da tentação, mas definirei até o final deste mês", diz o ex-parlamentar que iniciou na política como vereador na capital.

Justifica a indefinição ao fato de estar fora da política desde outubro de 2018. "Estava submerso. Preciso me atualizar em relação às agremiações partidárias. Durante esse período eu não acompanhei a organização das siglas. Preciso saber quem constitui cada partido para verificar qual o melhor ambiente para mim. A opção tem que levar em consideração a convivência com os demais filiados. Política exige diálogo permanente com aqueles que vivem sob o mesmo teto".

Do senador Rogério Carvalho (PT): "O terrorismo fiscal de Guedes leva a fuga de capitais no Brasil e o dólar chega ao nº histórico de R$ 5,00. Em momentos de crise, a Emenda Constitucional 95 que limita investimentos no país é veneno para a economia porque impede o crescimento público, e também o privado. Por isso, tamanha crise e pobreza".

 


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