Covid-19 não é fato inédito no futebol

Esporte

 

A pandemia do coronavírus ao contrário do que muitos pensam e divulgam, não é um fato sem similar. Não é um fato inédito no mundo. Há 102 anos, em 1918 a gripe espanhola parou o mundo, provocando a morte de 50 milhões de pessoas em todo mundo.
Em 1918, o Brasil também viveu um cenário de caos por causa de uma pandemia. Pelo que foi descrito nos jornais da época, na realidade, era um cenário de filme de terror. Acometidos pela gripe espanhola que matou cerca de 50 milhões de pessoas no mundo, corpos ficavam espalhados pelo chão. Faltavam caixões e até coveiros. A polícia saía pelas ruas escolhendo pessoas com aparência física mais forte para cavar valas coletivas. O futebol, como em 2020, não passou ileso.
O esporte mundial sofre muito mais hoje, porque os torneios remuneram de maneira diferente e os cancelamentos causarão prejuízos financeiros enormes. Muito maiores do que esses prejuízos são as perdas de vida. Não há o que fazer, a não ser lamentar a pandemia, não lamentar os adiamentos e eventuais cancelamentos.
A gripe espanhola chegou como um reflexo da I Guerra Mundial (1914-1918) e como o nome diz, surgiu na Espanha, mas como a Cicovid-19 atingiu todo planeta. 
Em setembro de 1918o Campeonato Paulista foi paralisado por três meses. A partir de dezembro, as partidas foram retomadas. O Paulistano foi campeão com 15 jogos disputados, o Corinthians foi vice com 17, o Santos ficou em quarto lugar com 13 partidas e o Mackenzie, oitavo, jogou só onze vezes.
Ao contrário de São Paulo, Campeonato do Rio de Janeiro chegou ao final e teve Fluminense como campeão. Com uma nota triste. Oefeito da gripe também foi terrível. O jogador tricolor Archibald French faleceu durante a competição. O presidente do Brasil, Rodrigues Alves morreu antes de tomar posse.
O cenário catastrófico não demorou para afetar o futebol, conforme apontam os jornais da época, numa crise que só tem paralelo no esporte a enfrentada pelo mundo neste momento com a propagação do novo coronavírus.

A pandemia do coronavírus ao contrário do que muitos pensam e divulgam, não é um fato sem similar. Não é um fato inédito no mundo. Há 102 anos, em 1918 a gripe espanhola parou o mundo, provocando a morte de 50 milhões de pessoas em todo mundo.
Em 1918, o Brasil também viveu um cenário de caos por causa de uma pandemia. Pelo que foi descrito nos jornais da época, na realidade, era um cenário de filme de terror. Acometidos pela gripe espanhola que matou cerca de 50 milhões de pessoas no mundo, corpos ficavam espalhados pelo chão. Faltavam caixões e até coveiros. A polícia saía pelas ruas escolhendo pessoas com aparência física mais forte para cavar valas coletivas. O futebol, como em 2020, não passou ileso.
O esporte mundial sofre muito mais hoje, porque os torneios remuneram de maneira diferente e os cancelamentos causarão prejuízos financeiros enormes. Muito maiores do que esses prejuízos são as perdas de vida. Não há o que fazer, a não ser lamentar a pandemia, não lamentar os adiamentos e eventuais cancelamentos.
A gripe espanhola chegou como um reflexo da I Guerra Mundial (1914-1918) e como o nome diz, surgiu na Espanha, mas como a Cicovid-19 atingiu todo planeta. 
Em setembro de 1918o Campeonato Paulista foi paralisado por três meses. A partir de dezembro, as partidas foram retomadas. O Paulistano foi campeão com 15 jogos disputados, o Corinthians foi vice com 17, o Santos ficou em quarto lugar com 13 partidas e o Mackenzie, oitavo, jogou só onze vezes.
Ao contrário de São Paulo, Campeonato do Rio de Janeiro chegou ao final e teve Fluminense como campeão. Com uma nota triste. Oefeito da gripe também foi terrível. O jogador tricolor Archibald French faleceu durante a competição. O presidente do Brasil, Rodrigues Alves morreu antes de tomar posse.
O cenário catastrófico não demorou para afetar o futebol, conforme apontam os jornais da época, numa crise que só tem paralelo no esporte a enfrentada pelo mundo neste momento com a propagação do novo coronavírus.

 


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