Ceasa tem nova fiscalização do MPE

Geral


  • Marcação mostra distância a ser mantida entre consumidores

  • APESAR DAS MARCAÇÕES NA FRENTE DAS BANCAS, DISTÂNCIA ENTRE CONSUMIDORES NÃO É RESPEITADA

 

Uma semana após o Ministério Público Estadual (MPE), ter realizado vistorias nas dependências internas do Centro de Abastecimento de Aracaju (Ceasa), o JORNAL DO DIA visitou o espaço para conferir a lista de medidas adotadas por administradores e feirantes contra a pandemia mundial do novo coronavírus. Na manhã de ontem membros do MPE - ligados ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI), voltaram a realizar fiscalizações no espaço.
Atendendo a demanda anterior apresentada pelo órgão estadual de fiscalização, álcool em gel ou líquido com composição 70%, segue disponível à todos aqueles que acessam o espaço; esse fornecimento integra desde vigilantes, caminhoneiros e feirantes, como também administradores e os próprios clientes. Faixas azuis, sinalizando a distância mínima entre as pessoas foram pintadas no chão; o sistema de sonorização segue repassando orientações recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), enquanto os próprios vendedores, ao observar aglomeração, também orientam os consumidores a se afastarem; higienização do espaço e controle no acesso de pessoas nos dois portões principais também seguem intensificados a fim de minimizar o aumento dos casos em Sergipe, bem como possíveis punições por parte do poder judiciário.
 
Se mostrando preocupado com a situação, o vendedor de frutas Albertino Maceió, as pessoas precisam compreender as necessidades de respeitar as orientações internacionais sobre o COVID-19. Como se não bastasse o receio em se tornar mais uma vítima da doença, ele alega preocupação com a possibilidade de o Ministério Público solicitar o fechamento temporário do espaço. Por mais que o decreto de nº 40.567 - assinado pelo governador Belivaldo Chagas no dia 24 de março, oficialize a permissão de continuidade do serviço comercial em polos comerciais a exemplo do Ceasa, açougues, mercearias e supermercados, o vendedor reconhece que, caso os órgãos ligados ao poder judiciário observem continuo desrespeito às ordens, a probabilidade de interdição não pode ser descartada.

Uma semana após o Ministério Público Estadual (MPE), ter realizado vistorias nas dependências internas do Centro de Abastecimento de Aracaju (Ceasa), o JORNAL DO DIA visitou o espaço para conferir a lista de medidas adotadas por administradores e feirantes contra a pandemia mundial do novo coronavírus. Na manhã de ontem membros do MPE - ligados ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI), voltaram a realizar fiscalizações no espaço.
Atendendo a demanda anterior apresentada pelo órgão estadual de fiscalização, álcool em gel ou líquido com composição 70%, segue disponível à todos aqueles que acessam o espaço; esse fornecimento integra desde vigilantes, caminhoneiros e feirantes, como também administradores e os próprios clientes. Faixas azuis, sinalizando a distância mínima entre as pessoas foram pintadas no chão; o sistema de sonorização segue repassando orientações recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), enquanto os próprios vendedores, ao observar aglomeração, também orientam os consumidores a se afastarem; higienização do espaço e controle no acesso de pessoas nos dois portões principais também seguem intensificados a fim de minimizar o aumento dos casos em Sergipe, bem como possíveis punições por parte do poder judiciário. Se mostrando preocupado com a situação, o vendedor de frutas Albertino Maceió, as pessoas precisam compreender as necessidades de respeitar as orientações internacionais sobre o COVID-19. Como se não bastasse o receio em se tornar mais uma vítima da doença, ele alega preocupação com a possibilidade de o Ministério Público solicitar o fechamento temporário do espaço. Por mais que o decreto de nº 40.567 - assinado pelo governador Belivaldo Chagas no dia 24 de março, oficialize a permissão de continuidade do serviço comercial em polos comerciais a exemplo do Ceasa, açougues, mercearias e supermercados, o vendedor reconhece que, caso os órgãos ligados ao poder judiciário observem continuo desrespeito às ordens, a probabilidade de interdição não pode ser descartada.

 


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