Notas pequenas, amor imenso

Geral


  • Urgência de ação

 

Uma campanha solidá-
ria, objetiva e transpa-
rente, com o objetivo de apoiar artistas que dependem exclusivamente da sua arte para sobreviver. Em poucas palavras, assim pode ser resumido o projeto Pequenas Notas pela Música, tocado por um coletivo de músicos e produtores, em um esforço exemplar de solidariedade.
O Jornal do Dia procurou o cantor e compositor Henrique Teles, integrante do coletivo, a fim de saber um pouco mais sobre as conquistas e motivações do projeto. Segundo ele, a união da classe artística Serigy durante a pandemia é um grande alento.
Jornal do Dia - Quantos artistas já se apresentaram, até agora? Quantos foram beneficiados com o auxílio financeiro prometido pelo projeto?
Henrique Teles - Estamos indo para o 10º episódio da campanha, então já se apresentaram 9 artistas, quase todos de Sergipe, com exceção de Silvério Pessoa (PE). Beneficiamos 30 artistas.
Jornal do Dia - A adesão do público tem sido satisfatória? O resultado aponta uma relação efetiva, entre público e artistas em atividade na terrinha?
Henrique Teles - Há muito carinho e comprometimento do público. Senti uma espécie de responsabilidade assumida por várias pessoas, tratando nossa arte e seus fazedores como um patrimônio a ser zelado.
Jornal do Dia - Na opinião de vocês, a pandemia deve reverberar de algum modo nessa relação, no futuro pós isolamento? Como?
Henrique Teles - Creio que o vazio que fica em todos, faz ecoar as lembranças de tantos momentos repletos de emoções de todos os tipos, vividas quando se vê alguém expressar sua arte. Imagino que essa dor e experiências de se dar no que é possível, como estamos vivendo nas lives e nas campanhas, elas nos trarão mais consciência do quanto esta relação alimenta nossa alma - artistas e público.
Jornal do Dia - O projeto tem uma duração estimada?
Henrique Teles - Não conversamos sobre isso ainda, talvez pela urgência do fazer de cada dia. Não pensamos muito no que virá, no que acontecerá. É o hoje, e enquanto houver essa urgência em sobreviver que tantos passam no momento.
No fundo, gostaria que acabasse hoje a pandemia e os artistas já pudessem viver do seu próprio trabalho, mas nesses quesitos, os plantonistas do poder central estão comprometidos, sim, em produzir o caos. Atravessaremos.

Uma campanha solidá- ria, objetiva e transpa- rente, com o objetivo de apoiar artistas que dependem exclusivamente da sua arte para sobreviver. Em poucas palavras, assim pode ser resumido o projeto Pequenas Notas pela Música, tocado por um coletivo de músicos e produtores, em um esforço exemplar de solidariedade.
O Jornal do Dia procurou o cantor e compositor Henrique Teles, integrante do coletivo, a fim de saber um pouco mais sobre as conquistas e motivações do projeto. Segundo ele, a união da classe artística Serigy durante a pandemia é um grande alento.

Jornal do Dia - Quantos artistas já se apresentaram, até agora? Quantos foram beneficiados com o auxílio financeiro prometido pelo projeto?

Henrique Teles - Estamos indo para o 10º episódio da campanha, então já se apresentaram 9 artistas, quase todos de Sergipe, com exceção de Silvério Pessoa (PE). Beneficiamos 30 artistas.

Jornal do Dia - A adesão do público tem sido satisfatória? O resultado aponta uma relação efetiva, entre público e artistas em atividade na terrinha?

Henrique Teles - Há muito carinho e comprometimento do público. Senti uma espécie de responsabilidade assumida por várias pessoas, tratando nossa arte e seus fazedores como um patrimônio a ser zelado.

Jornal do Dia - Na opinião de vocês, a pandemia deve reverberar de algum modo nessa relação, no futuro pós isolamento? Como?

Henrique Teles - Creio que o vazio que fica em todos, faz ecoar as lembranças de tantos momentos repletos de emoções de todos os tipos, vividas quando se vê alguém expressar sua arte. Imagino que essa dor e experiências de se dar no que é possível, como estamos vivendo nas lives e nas campanhas, elas nos trarão mais consciência do quanto esta relação alimenta nossa alma - artistas e público.

Jornal do Dia - O projeto tem uma duração estimada?

Henrique Teles - Não conversamos sobre isso ainda, talvez pela urgência do fazer de cada dia. Não pensamos muito no que virá, no que acontecerá. É o hoje, e enquanto houver essa urgência em sobreviver que tantos passam no momento.
No fundo, gostaria que acabasse hoje a pandemia e os artistas já pudessem viver do seu próprio trabalho, mas nesses quesitos, os plantonistas do poder central estão comprometidos, sim, em produzir o caos. Atravessaremos.

 


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