Estado atribui alta recorde a \"exames represados\"

Geral


  • Os estabelecimentos do centro terão fiscalização permanente

  • COMO JÁ VINHA OCORRENDO, GOVERNO E PREFEITURAS VÃO INTENSIFICAR A FISCALIZAÇÃO PARA GARANTIR O CUMPRIMENTOS DOS PROTOCOLOS SANITÁRIOS DURANTE A REABERTURA DO COMÉRCIO

 

O governo do esta
do atribui o alto 
número de crescimento dos casos de coronavírus a exames que ficaram represados em laboratórios de outros estados e só foram liberados agora. A explicação se refere ao registro de 827 novos casos confirmados, que apareceu no boletim epidemiológico divulgado na última sexta-feira pela Secretaria de Estado da Saúde (SES). Segundo a explicação da pasta, este total inclui 420 casos positivos detectados nos exames realizados entre 18 e 22 de junho. 
Estes exames foram processados pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro (RJ) e tiveram seus resultados confirmados na sexta. Ainda de acordo com o governo, não houve recorde de casos novos no boletim de sexta, pois, com a exclusão da chamada "demanda represada" de exames de Covid-19, estes casos novos caem para 407, o que enquadra o número diário de pacientes infectados na média dos dias anteriores. Até o momento, 21.908 pessoas já testaram positivo para a Covid-19 em Sergipe, 579 morreram e outros 596 estão internados com complicações.
O envio dos exames de Sergipe para a Fiocruz ocorreu em meados de maio, por causa de um problema com o fornecimento de insumos para a realização dos testes, que causou sobrecarga de exames no Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen). A unidade chegou a ter 5 mil pedidos acumulados e agilizados após a chegada de novos insumos agilizou a realização dos exames que aguardavam encaminhamento. No entanto, o acúmulo de exames ainda persiste, o que levou os ministérios públicos Estadual (MPSE), Federal (MPF) e do Trabalho (MPT) a ajuizarem, na última semana, uma ação civil pública para que a União Federal seja obrigada a regularizar o abastecimento de insumos e equipamentos necessários para a realização dos testes no Lacen, em quantidade suficiente para atender a demanda de pelo menos três meses, estimando-se a produção diária mínima de 500 amostras/dia. A União ainda deve ser notificada da ação.
Já a situação dos hospitais da rede privada, que estão com todos os seus leitos praticamente ocupados, também foi minimizada pelo governo, que sinaliza com a abertura de mais leitos exclusivos para pacientes com coronavírus nos hospitais da rede pública e nos hospitais de campanha. As Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) reservadas no Sistema Único de Saúde (SUS) estão com 166 vagas disponíveis e, até a noite de sexta, 126 pacientes internados, perfazendo uma taxa de ocupação de 75,9%.
O Plano de Retomada Econômica do Estado, anunciado pelo governo e com a primeira fase confirmada para esta segunda-feira, prevê uma ampliação destes leitos, com a criação de 71 novas vagas nos próximos dias, nas UTIs dos hospitais São José, Cirurgia, Hildete Falcão, Amparo de Maria (Estância) e Universitário de Lagarto (HUL), além dos hospitais regionais de Estância e Nossa Senhora da Glória. Essas vagas seriam viabilizadas com a aquisição de novos equipamentos e insumos, como novos respiradores a serem comprados pelo Consórcio Nordeste ou doados pelo Ministério da Saúde. Com isso, o plano do estado é ficar com 210 leitos de UTI disponíveis, o que ajudaria a absorver a carga dos hospitais privados. 

O governo do esta do atribui o alto  número de crescimento dos casos de coronavírus a exames que ficaram represados em laboratórios de outros estados e só foram liberados agora. A explicação se refere ao registro de 827 novos casos confirmados, que apareceu no boletim epidemiológico divulgado na última sexta-feira pela Secretaria de Estado da Saúde (SES). Segundo a explicação da pasta, este total inclui 420 casos positivos detectados nos exames realizados entre 18 e 22 de junho. 
Estes exames foram processados pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro (RJ) e tiveram seus resultados confirmados na sexta. Ainda de acordo com o governo, não houve recorde de casos novos no boletim de sexta, pois, com a exclusão da chamada "demanda represada" de exames de Covid-19, estes casos novos caem para 407, o que enquadra o número diário de pacientes infectados na média dos dias anteriores. Até o momento, 21.908 pessoas já testaram positivo para a Covid-19 em Sergipe, 579 morreram e outros 596 estão internados com complicações.
O envio dos exames de Sergipe para a Fiocruz ocorreu em meados de maio, por causa de um problema com o fornecimento de insumos para a realização dos testes, que causou sobrecarga de exames no Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen). A unidade chegou a ter 5 mil pedidos acumulados e agilizados após a chegada de novos insumos agilizou a realização dos exames que aguardavam encaminhamento. No entanto, o acúmulo de exames ainda persiste, o que levou os ministérios públicos Estadual (MPSE), Federal (MPF) e do Trabalho (MPT) a ajuizarem, na última semana, uma ação civil pública para que a União Federal seja obrigada a regularizar o abastecimento de insumos e equipamentos necessários para a realização dos testes no Lacen, em quantidade suficiente para atender a demanda de pelo menos três meses, estimando-se a produção diária mínima de 500 amostras/dia. A União ainda deve ser notificada da ação.
Já a situação dos hospitais da rede privada, que estão com todos os seus leitos praticamente ocupados, também foi minimizada pelo governo, que sinaliza com a abertura de mais leitos exclusivos para pacientes com coronavírus nos hospitais da rede pública e nos hospitais de campanha. As Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) reservadas no Sistema Único de Saúde (SUS) estão com 166 vagas disponíveis e, até a noite de sexta, 126 pacientes internados, perfazendo uma taxa de ocupação de 75,9%.
O Plano de Retomada Econômica do Estado, anunciado pelo governo e com a primeira fase confirmada para esta segunda-feira, prevê uma ampliação destes leitos, com a criação de 71 novas vagas nos próximos dias, nas UTIs dos hospitais São José, Cirurgia, Hildete Falcão, Amparo de Maria (Estância) e Universitário de Lagarto (HUL), além dos hospitais regionais de Estância e Nossa Senhora da Glória. Essas vagas seriam viabilizadas com a aquisição de novos equipamentos e insumos, como novos respiradores a serem comprados pelo Consórcio Nordeste ou doados pelo Ministério da Saúde. Com isso, o plano do estado é ficar com 210 leitos de UTI disponíveis, o que ajudaria a absorver a carga dos hospitais privados. 

 


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