Baseado nas médias móveis, Estado volta a reabrir economia

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  • MESMO COM O COMÉRCIO FECHADO, O CENTRO DE ARACAJU NUNCA DEIXOU DE TER GRANDES AGLOMERAÇÕES, PRINCIPALMENTE PRÓXIMO A AGÊNCIAS BANCÁRIAS

 

O governador Belivaldo Chagas anunciou ontem, em entrevista coletiva, os novos critérios do Plano de Retomada gradual das atividades econômicas em Sergipe e detalhou a alteração do enquadramento de setores do comércio entre fases. As decisõesforam tomadas após reuniões com os comitês gestores de Retomada Econômica (Cogere) e de Emergência (CGE).
O início do Plano é representado pela Bandeira Laranja. Com isso, a partir de hoje, está autorizada a abertura de serviços reenquadrados como essenciais: fisioterapia, odontologia, terapia ocupacional, nutrição, psicologia, fonoaudiologia e podologia; somados a escritórios de prestadores de serviços e serviços em geral (publicidade, agências de viagem etc); operadores turísticos e atividades de treinamento de desporto profissional; lojas de calçados, confecções e utensílios.
As atividades religiosas, de qualquer credo ou rito, também estão autorizadas a funcionar, mas apenas com 30% de sua capacidade e às terças-feiras, quintas-feiras, sábados e domingos, em todo o estado, desde que seja seguido o protocolo sanitário. Ainda na atual fase (Laranja), terão permissão: lojas de cosmético, livraria, comércios de artigos de escritórios e papelaria. Salões de beleza, barbearias e de higiene pessoal também estão autorizados a funcionar (todos os dias).
A reabertura dos shoppings centers e das galerias comerciais, que já foi tema de uma discussão com os representantes do setor no começo da semana, será decidida na próxima reunião do Cogere, marcada para o próximo dia 4 de agosto. "Há uma grande preocupação na relação da abertura ou não dos shoppings. O governo se reuniu essa semana e ouvimos as propostas. Estamos avaliando e assumimos um compromisso dentro do Comitê, de que até a próxima terça-feira, a gente vai se reunir para deliberar sobre a abertura dos shoppings. Isso não foi feito hoje porque nós estamos avaliando as propostas que foram entregues ao Governo", pontuou o governador.
A média móvel do Índice de Capacidade Utilizada dos Leitos Covid-19 é o principal indicador para a progressão do Plano de Retomada em Sergipe. No novo modelo, apresentado pelo Governo do Estado, para passar de fase é necessário que a média móvel do Índice de Capacidade Utilizada dos Leitos Covid-19 na data de avaliação esteja estável ou em queda, havendo a margem de tolerância em 15% para mais e para menos. A duração mínima de cada fase é de 14 dias.
Belivaldo Chagas pontuou que a flexibilização é possível por conta da abertura de novos leitos tanto de Unidade de Terapia Intensiva, quanto de enfermaria, somada à estabilidade naocupação desses leitos."Nós avançamos, chegamos a 209 leitos de UTI exclusivos para tratar pacientes com Covid-19, com capacidade de chegarmos a 236 leitos. Não chegamos ainda pela dificuldade de recursos humanos. Temos equipamentos, temos a estrutura física, mas temos a dificuldade de contratar profissionais. Estamos na expectativa de ampliarmos um pouco mais, até que a gente saia dessa zona, até certo ponto, confortável de estabilidade e tenhamos, portanto, um decréscimo na ocupação de leitos de UTI, o que já está acontecendo", disse o governador.

O governador Belivaldo Chagas anunciou ontem, em entrevista coletiva, os novos critérios do Plano de Retomada gradual das atividades econômicas em Sergipe e detalhou a alteração do enquadramento de setores do comércio entre fases. As decisõesforam tomadas após reuniões com os comitês gestores de Retomada Econômica (Cogere) e de Emergência (CGE).
O início do Plano é representado pela Bandeira Laranja. Com isso, a partir de hoje, está autorizada a abertura de serviços reenquadrados como essenciais: fisioterapia, odontologia, terapia ocupacional, nutrição, psicologia, fonoaudiologia e podologia; somados a escritórios de prestadores de serviços e serviços em geral (publicidade, agências de viagem etc); operadores turísticos e atividades de treinamento de desporto profissional; lojas de calçados, confecções e utensílios.
As atividades religiosas, de qualquer credo ou rito, também estão autorizadas a funcionar, mas apenas com 30% de sua capacidade e às terças-feiras, quintas-feiras, sábados e domingos, em todo o estado, desde que seja seguido o protocolo sanitário. Ainda na atual fase (Laranja), terão permissão: lojas de cosmético, livraria, comércios de artigos de escritórios e papelaria. Salões de beleza, barbearias e de higiene pessoal também estão autorizados a funcionar (todos os dias).
A reabertura dos shoppings centers e das galerias comerciais, que já foi tema de uma discussão com os representantes do setor no começo da semana, será decidida na próxima reunião do Cogere, marcada para o próximo dia 4 de agosto. "Há uma grande preocupação na relação da abertura ou não dos shoppings. O governo se reuniu essa semana e ouvimos as propostas. Estamos avaliando e assumimos um compromisso dentro do Comitê, de que até a próxima terça-feira, a gente vai se reunir para deliberar sobre a abertura dos shoppings. Isso não foi feito hoje porque nós estamos avaliando as propostas que foram entregues ao Governo", pontuou o governador.
A média móvel do Índice de Capacidade Utilizada dos Leitos Covid-19 é o principal indicador para a progressão do Plano de Retomada em Sergipe. No novo modelo, apresentado pelo Governo do Estado, para passar de fase é necessário que a média móvel do Índice de Capacidade Utilizada dos Leitos Covid-19 na data de avaliação esteja estável ou em queda, havendo a margem de tolerância em 15% para mais e para menos. A duração mínima de cada fase é de 14 dias.
Belivaldo Chagas pontuou que a flexibilização é possível por conta da abertura de novos leitos tanto de Unidade de Terapia Intensiva, quanto de enfermaria, somada à estabilidade naocupação desses leitos."Nós avançamos, chegamos a 209 leitos de UTI exclusivos para tratar pacientes com Covid-19, com capacidade de chegarmos a 236 leitos. Não chegamos ainda pela dificuldade de recursos humanos. Temos equipamentos, temos a estrutura física, mas temos a dificuldade de contratar profissionais. Estamos na expectativa de ampliarmos um pouco mais, até que a gente saia dessa zona, até certo ponto, confortável de estabilidade e tenhamos, portanto, um decréscimo na ocupação de leitos de UTI, o que já está acontecendo", disse o governador.

 


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