PF indicia 30 pessoas por fraudes da \'Operação Acesso Negado\'

Cidades

 

A Polícia Federal em Sergipe encerrou o primeiro dos inquéritos policiais decorrentes da Operação Acesso Negado, com o indiciamento de 30 pessoas envolvidas nas ações criminosas investigadas.As ações policiais contaram com cinco fases, deflagradas entre 2015 e 2019, investigando desvios de verbas públicas por meio da contratação do Instituto Sócio Educacional Solidariedade (ISES), uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip), por prefeituras do interior sergipano.
O procedimento encerrado diz respeito ao município de Canindé do São Francisco (Sertão). Nele foram constatadas irregularidades na parceria firmada entre a municipalidade e a entidade do terceiro setor, seguida de contratação direta de pessoas físicas e jurídicas pertencentes ao grupo em processos de inexigibilidade de licitação fraudulentos, com ulterior desvio de valores.Aos indiciados, foram imputados os crimes de desvio de verbas públicas, fraude em licitação, lavagem de dinheiro, participação em organização criminosa e obstrução de justiça.O relatório foi apresentado à Justiça Federal e está à disposição do Ministério Público Federal.
Os outros inquéritos continuam em andamento. As investigações acontecem desde novembro de 2015, quando a primeira fase da 'Acesso Negado' foi deflagrada, e começaram a partir de dados de uma auditoria da Controladoria Geral da União (CGU). Uma segunda fase aconteceu em fevereiro de 2019, quando uma nova leva de computadores e documentos foi apreendida para análises e perícias. Meses depois, a apuração descobriu fraudes e desvios na contratação da ISES pelas prefeituras de Frei Paulo, Macambira e Poço Redondo, além do município de Canindé do São Francisco, que já apareceu em outras fases da operação.


A Polícia Federal em Sergipe encerrou o primeiro dos inquéritos policiais decorrentes da Operação Acesso Negado, com o indiciamento de 30 pessoas envolvidas nas ações criminosas investigadas.As ações policiais contaram com cinco fases, deflagradas entre 2015 e 2019, investigando desvios de verbas públicas por meio da contratação do Instituto Sócio Educacional Solidariedade (ISES), uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip), por prefeituras do interior sergipano.
O procedimento encerrado diz respeito ao município de Canindé do São Francisco (Sertão). Nele foram constatadas irregularidades na parceria firmada entre a municipalidade e a entidade do terceiro setor, seguida de contratação direta de pessoas físicas e jurídicas pertencentes ao grupo em processos de inexigibilidade de licitação fraudulentos, com ulterior desvio de valores.Aos indiciados, foram imputados os crimes de desvio de verbas públicas, fraude em licitação, lavagem de dinheiro, participação em organização criminosa e obstrução de justiça.O relatório foi apresentado à Justiça Federal e está à disposição do Ministério Público Federal.
Os outros inquéritos continuam em andamento. As investigações acontecem desde novembro de 2015, quando a primeira fase da 'Acesso Negado' foi deflagrada, e começaram a partir de dados de uma auditoria da Controladoria Geral da União (CGU). Uma segunda fase aconteceu em fevereiro de 2019, quando uma nova leva de computadores e documentos foi apreendida para análises e perícias. Meses depois, a apuração descobriu fraudes e desvios na contratação da ISES pelas prefeituras de Frei Paulo, Macambira e Poço Redondo, além do município de Canindé do São Francisco, que já apareceu em outras fases da operação.

 


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