Prefeitura alerta sobre bairros com maior incidência das doenças transmitidas pelo Aedes

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  • NA ZONA NORTE, AGENTES FAZEM APLICAÇÃO DE INSETICIDA

 

Mesmo com as limita
ções ocasionadas 
pela covid-19, a Prefeitura de Aracaju não parou o trabalho de combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya na Capital. Para manter bons índices de infestação predial, equipes da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) continuam orientando moradores e fazendo visitas em locais públicos e abertos. Porém, ainda que as ações tenham continuado, a impossibilidade da entrada dos agentes de combates às endemias nas residências em meio a pandemia tem causado surtos isolados em alguns bairros da cidade.
Este ano Aracaju já registrou 1668 notificações das três doenças, sendo que destas 380 foram confirmadas. Mas são nos bairros da Zona Norte onde esse cenário é mais preocupante.
Os bairros Bugio e Industrial possuem maiores índices de notificações e confirmações. O primeiro, com 93 notificações, 17 confirmações para dengue; e 60 notificações, 18 confirmações para chikungunya; e o segundo com 49 notificações, 15 confirmações para dengue; e 50 notificações, 13 confirmações para chikungunya.
Outros bairros possuem mais contaminação de uma doença específica, como são os casos do bairro Olaria (54 notificados e 11 confirmados de dengue), e do bairro 18 do Forte (50 notificados e 10 confirmados de chikungunya.
De acordo com a diretora de Vigilância e Atenção à Saúde, Taise Cavalcante, durante esse período as pessoas precisam atuar com mais intensidade em suas próprias casas para que, em conjunto com as ação da Prefeitura, o número de casos possam diminuir. "Uma vez que mais de 80% dos focos do Aedes aegypti está dentro das casas, em locais como lavanderias, reservatórios de água, pneus e vasos de plantas, precisamos que a população faça sua parte para que juntos consigamos controlar a proliferação do vetor. E é importante reforçarmos isso neste momento, pois há dois fatores que têm influenciado diretamente a proliferação do Aedes: o clima e a pandemia", contextualizou Taise.
Ações - De janeiro a agosto a SMS realizou 22 mutirões em 18 bairros selecionados pelo valor do Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) estabelecido e por ocorrência de notificação de casos. Durante esse período foi possível inspecionar 10.242 imóveis e eliminar 685 criadouros e depósitos.
Nesse mesmo período foram coletados 30.840 pneus, visitados 405.632 domicílios (de segunda à sexta) e realizado o fumacê costal em 33 bairros da Capital, totalizando 1557 quarteirões tratados e 79.869 imóveis. A SMS atendeu ainda 315 denúncias sobre possíveis focos e solicitações de equipes de agentes de combate às endemias, através de 0800 729 3534, dígito 7.

Mesmo com as limita ções ocasionadas  pela covid-19, a Prefeitura de Aracaju não parou o trabalho de combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya na Capital. Para manter bons índices de infestação predial, equipes da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) continuam orientando moradores e fazendo visitas em locais públicos e abertos. Porém, ainda que as ações tenham continuado, a impossibilidade da entrada dos agentes de combates às endemias nas residências em meio a pandemia tem causado surtos isolados em alguns bairros da cidade.
Este ano Aracaju já registrou 1668 notificações das três doenças, sendo que destas 380 foram confirmadas. Mas são nos bairros da Zona Norte onde esse cenário é mais preocupante.
Os bairros Bugio e Industrial possuem maiores índices de notificações e confirmações. O primeiro, com 93 notificações, 17 confirmações para dengue; e 60 notificações, 18 confirmações para chikungunya; e o segundo com 49 notificações, 15 confirmações para dengue; e 50 notificações, 13 confirmações para chikungunya.
Outros bairros possuem mais contaminação de uma doença específica, como são os casos do bairro Olaria (54 notificados e 11 confirmados de dengue), e do bairro 18 do Forte (50 notificados e 10 confirmados de chikungunya.
De acordo com a diretora de Vigilância e Atenção à Saúde, Taise Cavalcante, durante esse período as pessoas precisam atuar com mais intensidade em suas próprias casas para que, em conjunto com as ação da Prefeitura, o número de casos possam diminuir. "Uma vez que mais de 80% dos focos do Aedes aegypti está dentro das casas, em locais como lavanderias, reservatórios de água, pneus e vasos de plantas, precisamos que a população faça sua parte para que juntos consigamos controlar a proliferação do vetor. E é importante reforçarmos isso neste momento, pois há dois fatores que têm influenciado diretamente a proliferação do Aedes: o clima e a pandemia", contextualizou Taise.

Ações - De janeiro a agosto a SMS realizou 22 mutirões em 18 bairros selecionados pelo valor do Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) estabelecido e por ocorrência de notificação de casos. Durante esse período foi possível inspecionar 10.242 imóveis e eliminar 685 criadouros e depósitos.
Nesse mesmo período foram coletados 30.840 pneus, visitados 405.632 domicílios (de segunda à sexta) e realizado o fumacê costal em 33 bairros da Capital, totalizando 1557 quarteirões tratados e 79.869 imóveis. A SMS atendeu ainda 315 denúncias sobre possíveis focos e solicitações de equipes de agentes de combate às endemias, através de 0800 729 3534, dígito 7.

 


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