Professores protestam contra perda de direitos

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  • LIDERADOS PELO SINTESE, PROFESSORES PROTESTAM CONTRA DESMONTE DA CARREIRA PELO GOVERNO DO ESTADO, SEM PAGAMENTO DO PISO SALARIAL DETERMINADO PELO MEC

 

Por duas horas concentrados em frente ao Palácio Governador Augusto Franco (Despacho), em Aracaju, professores da rede estadual realizaram um ato público com a missão de chamar a atenção do governador Belivaldo Chagas para os pleitos que a classe trabalhadora vem apresentando desde o primeiro trimestre deste ano. Em entrevista concedida ao JORNAL DO DIA na última quarta-feira (14), a direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica do Estado de Sergipe (Sintese) lamentou que educadores aposentados estão recebendo 14% de desconto nos respectivos vencimentos salariais, bem como o pagamento do piso do magistério - apesar de direito baseado em Lei nacional -, não está sendo pago desde 2015.  
Em decorrência da pandemia causada pelo novo coronavírus, a classe sindical segue lamentando e protestando, também, em relação aos estudantes e professores os quais não dispõem de equipamentos tecnológicos e rede de internet para compartilhar os conteúdos presentes na grade curricular educacional. Para a presidente do Sintese, professora Ivonete Cruz, é preciso que o Poder Executivo Estadual receba uma comissão formada por representantes dos professores, para solucionar os impasses. Na manhã de ontem, durante o ato, a classe trabalhadora protocolou novo pedido de audiência a ser realizada junto a Belivaldo Chagas, bem como ao secretário de Estado da Educação, o professor Josué Modesto dos Passos Sobrinho.  
 "Hoje nós temos professores com doutorado recebendo quase que o mesmo valor salarial que um professor de ensino médio. Isso mostra que em Sergipe não existe política de valorização aos professores. Situação difícil que também tem sido enfrentada por aposentados que receberam agora um desconto de 14%.

Por duas horas concentrados em frente ao Palácio Governador Augusto Franco (Despacho), em Aracaju, professores da rede estadual realizaram um ato público com a missão de chamar a atenção do governador Belivaldo Chagas para os pleitos que a classe trabalhadora vem apresentando desde o primeiro trimestre deste ano. Em entrevista concedida ao JORNAL DO DIA na última quarta-feira (14), a direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica do Estado de Sergipe (Sintese) lamentou que educadores aposentados estão recebendo 14% de desconto nos respectivos vencimentos salariais, bem como o pagamento do piso do magistério - apesar de direito baseado em Lei nacional -, não está sendo pago desde 2015.  
Em decorrência da pandemia causada pelo novo coronavírus, a classe sindical segue lamentando e protestando, também, em relação aos estudantes e professores os quais não dispõem de equipamentos tecnológicos e rede de internet para compartilhar os conteúdos presentes na grade curricular educacional. Para a presidente do Sintese, professora Ivonete Cruz, é preciso que o Poder Executivo Estadual receba uma comissão formada por representantes dos professores, para solucionar os impasses. Na manhã de ontem, durante o ato, a classe trabalhadora protocolou novo pedido de audiência a ser realizada junto a Belivaldo Chagas, bem como ao secretário de Estado da Educação, o professor Josué Modesto dos Passos Sobrinho.  
 "Hoje nós temos professores com doutorado recebendo quase que o mesmo valor salarial que um professor de ensino médio. Isso mostra que em Sergipe não existe política de valorização aos professores. Situação difícil que também tem sido enfrentada por aposentados que receberam agora um desconto de 14%.

 


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