Taxa de transmissão do coronavírus volta a crescer em Sergipe

Geral


  • A taxa de transmissão está acima da nacional, que está em 0,86, e perde apenas para a do Ceará

 

A taxa de transmissão 
do coronavírus vol
tou a crescer em Sergipe e ficou nesta semana entre as mais altas do país, reforçando a preocupação das autoridades de saúde com um recrudescimento dos casos da doença no Estado. O alerta vem dos últimos levantamentos da plataforma Covid-19 Analytics,´da Fundação Getúlio Vargas (FGV) em parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), que analisa, processa e proteja cenários sobre a pandemia, a partir de dados do Ministério da Saúde e das secretarias estaduais do setor. O último levantamento sobre o chamado fator R(t), a partir de estatísticas da última quinta-feira, aponta que ele estava em 1,23. 
O número significa que 100 pessoas infectadas poderão transmitir o coronavírus para uma faixa entre 123 pessoas não-contaminadas. A taxa de transmissão está acima da nacional, que está em 0,86, e perde apenas para a do Ceará, onde o índice R(t) está em 1,86. Sergipe também é um dos quatro estados onde essa taxa está acima de 1, somando-se ao Rio Grande do Norte (1,17) e a Santa Catarina (1,01). Segundo os especialistas, a pandemia tende a diminuir seu alcance quando a taxa de transmissão de uma doença fica abaixo de 1, o que significa que o vírus ou agente transmissor pode perder sua capacidade de propagação. 
A Covid-19 Analytics mostrou também que a taxa de transmissão do coronavírus em Sergipe está alta há 14 dias, desde o dia 30 de setembro e interrompendo uma sequencia de 62 dias de com o R(t) abaixo de 1, iniciada em 2 de agosto. Essa alta coincide com a elevação recente nos registros de novos casos de pacientes infectados com a Covid-19. De um total de 89 casos novos registrados em 28 de setembro, ele foi ficando acima de 100 a partir do dia seguinte, chegando a 223 em 3 de outubro, 265 no dia 8, 288 no dia 9, 395 no dia 11 e 259 no dia 13. Esses dados de casos novos são dos boletins da Secretaria Estadual da Saúde (SES). 
A alta se refletiu na média móvel de casos medida ao longo de sete dias, apurada pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). Em 22 de setembro, ela estava em 141 casos, o mais baixo desde o dia 8 de maio, e vinha de uma tendência de queda que começou em 30 de julho, com o fim da fase de pico da doença. De setembro até aqui, essa média voltou a subir, batendo em 254 casos no dia 15 e estando atualmente em 240. Esta evolução aparece igualmente nos monitoramentos feitos pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que também faz um monitoramento diário do comportamento da pandemia em todos os estados e municípios. 
O Estado de Sergipe passou recentemente pela implementação da segunda etapa da fase verde do Plano de Retomada Econômica, com a extensão da capacidade de liberação de festas e eventos com até 100 pessoas. Nesta semana, foi decidida para o início de novembro a liberação das aulas presenciais para faculdades, universidades e alunos dos últimos anos do Ensino Médio, mas seguindo um cronograma que se estenderá até o final do mês que vem. 
No entanto, o governo do estado garante que está acompanhando a evolução dos casos da doença e não descarta a possibilidade de recuar nas medidas de isolamento social e de paralisação de atividades, caso se concretize a tendência de recrudescimento das infecções com o coronavírus. Por enquanto, as autoridades estão fiscalizando e insistindo nas medidas individuais de prevenção que devem ser seguidas pela população, como o uso de máscaras, a higienização das mãos e o distanciamento social.

A taxa de transmissão  do coronavírus vol tou a crescer em Sergipe e ficou nesta semana entre as mais altas do país, reforçando a preocupação das autoridades de saúde com um recrudescimento dos casos da doença no Estado. O alerta vem dos últimos levantamentos da plataforma Covid-19 Analytics,´da Fundação Getúlio Vargas (FGV) em parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), que analisa, processa e proteja cenários sobre a pandemia, a partir de dados do Ministério da Saúde e das secretarias estaduais do setor. O último levantamento sobre o chamado fator R(t), a partir de estatísticas da última quinta-feira, aponta que ele estava em 1,23. 
O número significa que 100 pessoas infectadas poderão transmitir o coronavírus para uma faixa entre 123 pessoas não-contaminadas. A taxa de transmissão está acima da nacional, que está em 0,86, e perde apenas para a do Ceará, onde o índice R(t) está em 1,86. Sergipe também é um dos quatro estados onde essa taxa está acima de 1, somando-se ao Rio Grande do Norte (1,17) e a Santa Catarina (1,01). Segundo os especialistas, a pandemia tende a diminuir seu alcance quando a taxa de transmissão de uma doença fica abaixo de 1, o que significa que o vírus ou agente transmissor pode perder sua capacidade de propagação. 
A Covid-19 Analytics mostrou também que a taxa de transmissão do coronavírus em Sergipe está alta há 14 dias, desde o dia 30 de setembro e interrompendo uma sequencia de 62 dias de com o R(t) abaixo de 1, iniciada em 2 de agosto. Essa alta coincide com a elevação recente nos registros de novos casos de pacientes infectados com a Covid-19. De um total de 89 casos novos registrados em 28 de setembro, ele foi ficando acima de 100 a partir do dia seguinte, chegando a 223 em 3 de outubro, 265 no dia 8, 288 no dia 9, 395 no dia 11 e 259 no dia 13. Esses dados de casos novos são dos boletins da Secretaria Estadual da Saúde (SES). 
A alta se refletiu na média móvel de casos medida ao longo de sete dias, apurada pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). Em 22 de setembro, ela estava em 141 casos, o mais baixo desde o dia 8 de maio, e vinha de uma tendência de queda que começou em 30 de julho, com o fim da fase de pico da doença. De setembro até aqui, essa média voltou a subir, batendo em 254 casos no dia 15 e estando atualmente em 240. Esta evolução aparece igualmente nos monitoramentos feitos pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que também faz um monitoramento diário do comportamento da pandemia em todos os estados e municípios. 
O Estado de Sergipe passou recentemente pela implementação da segunda etapa da fase verde do Plano de Retomada Econômica, com a extensão da capacidade de liberação de festas e eventos com até 100 pessoas. Nesta semana, foi decidida para o início de novembro a liberação das aulas presenciais para faculdades, universidades e alunos dos últimos anos do Ensino Médio, mas seguindo um cronograma que se estenderá até o final do mês que vem. 
No entanto, o governo do estado garante que está acompanhando a evolução dos casos da doença e não descarta a possibilidade de recuar nas medidas de isolamento social e de paralisação de atividades, caso se concretize a tendência de recrudescimento das infecções com o coronavírus. Por enquanto, as autoridades estão fiscalizando e insistindo nas medidas individuais de prevenção que devem ser seguidas pela população, como o uso de máscaras, a higienização das mãos e o distanciamento social.

 


COMPARTILHAR NAS REDES SOCIAIS