Márcio está confiante na vitória para a Prefeitura de Aracaju

Geral


  • O EX-DEPUTADO MÁRCIO MACÊDO

  • O candidato do PT à Prefeitura de Aracaju, Márcio Macêdo

 

JORNAL DO DIA - Depois de décadas firmando parcerias com Edvaldo Nogueira. Como convencer o eleitor que o ex-comunista não representa mais a classe trabalhadora?
MÁRCIO MACÊDO - Não temos problema em falar que, durante alguns anos, Edvaldo caminhou ao nosso lado. Seria hipocrisia e inútil de nossa parte falar algo assim. Sim, tivemos um enorme papel em fazê-lo conhecido. E, também, foi por causa de nós, de nossa militância, que ele se tornou conhecido, foi eleito. Mas, existe uma grande diferença entre caminhar ao lado durante um tempo e concordar com as posturas que ele tomou nos últimos anos. Edvaldo fugiu completamente daquilo que nós, petistas, acreditamos e defendemos. Ele se esqueceu de nossa principal missão, que é cuidar do povo. Se entregou à elite. Se tornou semelhante àqueles que, outrora, tanto criticava. O aracajuano sabe disso. Então, para mim, isso está muito claro. Nosso povo sabe quem é o PT e o que o partido fez pela nossa gente nas gestões de Marcelo Déda, na prefeitura de Aracaju e Governo do Estado, e sabe o que Edvaldo não vem fazendo agora. Não há o que comparar. Enquanto nós sempre defendemos o diálogo, a valorização dos servidores e de nossa gente, Edvaldo deixa os professores sem reajuste por quatro anos. Sendo assim, repito, o povo sabe quem é Edvaldo e, sabe mais ainda, quem é o PT. Durante a campanha isso vai ficar cada vez mais evidente. No fim das contas, a saudade do PT sempre falará mais alto e a população mostrará isso.
JD - No ano de 2000 Marcelo Déda era apontado nas pesquisas em terceiro lugar; em 2018 Rogério Carvalho, candidato ao Senado Federal, era apontado como o quinto mais citado; ao abrir o resultado das urnas, ambos acabaram eleitos. Em 2020 a história se repetirá?
MM - Com certeza. A força da nossa candidatura está presente nas ruas. No olhar e carinho do povo. Tenho visto isso em todas as nossas agendas políticas. As pessoas têm saudades do PT. Têm saudades do cuidado e carinho que temos com elas. Os aracajuanos e aracajuanas sabem com quem podem contar, por isso, estamos certos de que nossa caminhada será vitoriosa e que a nossa gente terá o cuidado e atenção de volta.
JD - Por qual motivo o PT decidiu pleitear a volta ao comando da PMA? 
MM - A história fala por si só. Somos o partido que mais investiu em políticas públicas que contribuíram, diretamente, com o desenvolvimento do país e, também, com a valorização e dignidade das pessoas. Somos responsáveis por programas sociais que transformaram vidas. Devolveram sorrisos. Mas, infelizmente, isso acabou. O nosso povo foi abandonado desde que saímos da gestão municipal. Não existe amor. Não existe investimentos que beneficiem, de fato, a nossa gente que mais precisa. Aracaju está desprezada por Edvaldo. Assim como o nosso povo. Então, nosso retorno vem do desejo de devolver à nossa gente aquilo que nunca deveria ter sido retirado: amor. É disso que nosso povo e nossa cidade precisam. Só com amor, e gestão responsável, conseguiremos mudar o quadro de abandono que vivemos. E somente o Partido dos Trabalhadores tem e sabe como fazer isso.
JD - Em 2016, Edvaldo Nogueira, que possuía Eliane Aquino como sua candidata a vice-prefeito, prometeu revogar o reajuste do IPTU. Caso eleito, você pretende revogar esse aumento?
MM - Vamos enfrentar o problema do reajuste do IPTU. O imposto precisa ser estudado e ter uma nova taxa adequada. E é isso que pretendemos fazer: estudar uma forma de beneficiar o povo aracajuano com qualidade de serviços à altura da expectativa de quem paga os impostos. Numa pandemia, a atual gestão não suspender o IPTU foi um ato desumano, uma das provas de que não estão pensando nas pessoas. Queremos criar mecanismos de transformação de vidas, políticas de educação, de saúde e de proteção aos mais vulneráveis. A cidade deve crescer ordenadamente. Vamos atualizar o Plano Diretor. Entendemos que Plano Diretor é para quem tem coragem, e eu tenho. Vamos dialogar com todos os setores, com os técnicos, com a Câmara, com os empresários e com o povo.
JD - Em momento de difícil diálogo entre sindicalistas e gestões públicas, como garantir ao servidor que o PT vai estreitar esses diálogos e aplicar melhorias para as classes trabalhadoras?
MM - Com a retomada do orçamento participativo da prefeitura. Algo que já foi realidade, e que, inclusive, estive a frente na gestão de Marcelo Déda. Será realidade novamente. As categorias terão uma mesa de negociação permanente com a administração municipal. Entendemos que o diálogo é a base para todas as coisas. Eu e Ana Lúcia viemos dos movimentos sociais, da luta pela classe trabalhadora, pela educação. Então, temos o diálogo como premissa para tudo que realizamos na vida.
Nossa gestão será participativa e trará o povo para o debate. Tudo será feito com participação e aprovação popular. Sendo assim, o diálogo com as categorias será algo natural, da mesma forma que construímos nossa caminhada até aqui.
JD - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva possui em Aracaju um representativo grupo de apoiadores. Ele virá à capital sergipana para ajudar na sua campanha nessa reta final?
MM - Sim, virá. O presidente Lula já declarou apoio a nossa candidatura, inclusive, por diversas vezes, se posicionou publicamente sobre isso. Então, assim que as autoridades sanitárias permitirem, e seus médicos autorizarem, teremos a presença do presidente Lula nas cidades em que o PT tem candidaturas. Entre elas, Aracaju está incluída. Agora, é só questão de tempo para termos o maior presidente da história do Brasil, aqui, pessoalmente, em nossa campanha.
JD - Ao longo dos últimos quatro anos Edvaldo Nogueira vem firmando parcerias com deputados que votaram à favor do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.  Em caso de não ida ao segundo turno, há possibilidade de pedir voto para Edvaldo?
MM - Edvaldo se perdeu no caminho e tomou outro trilho. Seguiu para um lado completamente diferente daquilo que acreditamos. Decidiu se aliançar com pessoas e projetos que desprezam o povo, e valorizam apenas as camadas mais ricas da sociedade. poderíamos continuar caminhando ao lado de alguém que tomou posturas dessa natureza.
Quanto ao processo eleitoral, uma coisa é fato: nós iremos ao segundo turno. E vamos ganhar as eleições. Depois de 16 anos, Aracaju voltará a ter um prefeito do PT, para honrar as tradições de Marcelo Déda. Esse prefeito é Márcio Macêdo e a nossa vice é a Professora Ana Lúcia. Com fé em Deus e com a força do povo.

Depois de 16 anos, o Partido dos Trabalhadores (PT) volta a ter candidato majoritário disputando a Prefeitura de Aracaju. Enfrentando cenário amplamente adverso ao vivenciado em 2004, quando, naquela ocasião, Marcelo Déda Chagas venceu o pleito no primeiro turno com mais de 70% dos votos, agora Márcio Macêdo carrega o histórico de ações promovidas por Déda e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para conquistar nas urnas o direito em assumir por quatro anos a gestão municipal. Em chapa 'puro sangue', a professora Ana Lúcia foi a escolhida para assumir o cargo de vice-prefeita. Sem fugir de polêmicas, e garantindo promover progresso unilateral, Márcio conversou com o JORNAL DO DIA.

JORNAL DO DIA - Depois de décadas firmando parcerias com Edvaldo Nogueira. Como convencer o eleitor que o ex-comunista não representa mais a classe trabalhadora?

MÁRCIO MACÊDO - Não temos problema em falar que, durante alguns anos, Edvaldo caminhou ao nosso lado. Seria hipocrisia e inútil de nossa parte falar algo assim. Sim, tivemos um enorme papel em fazê-lo conhecido. E, também, foi por causa de nós, de nossa militância, que ele se tornou conhecido, foi eleito. Mas, existe uma grande diferença entre caminhar ao lado durante um tempo e concordar com as posturas que ele tomou nos últimos anos. Edvaldo fugiu completamente daquilo que nós, petistas, acreditamos e defendemos. Ele se esqueceu de nossa principal missão, que é cuidar do povo. Se entregou à elite. Se tornou semelhante àqueles que, outrora, tanto criticava. O aracajuano sabe disso. Então, para mim, isso está muito claro. Nosso povo sabe quem é o PT e o que o partido fez pela nossa gente nas gestões de Marcelo Déda, na prefeitura de Aracaju e Governo do Estado, e sabe o que Edvaldo não vem fazendo agora. Não há o que comparar. Enquanto nós sempre defendemos o diálogo, a valorização dos servidores e de nossa gente, Edvaldo deixa os professores sem reajuste por quatro anos. Sendo assim, repito, o povo sabe quem é Edvaldo e, sabe mais ainda, quem é o PT. Durante a campanha isso vai ficar cada vez mais evidente. No fim das contas, a saudade do PT sempre falará mais alto e a população mostrará isso.

JD - No ano de 2000 Marcelo Déda era apontado nas pesquisas em terceiro lugar; em 2018 Rogério Carvalho, candidato ao Senado Federal, era apontado como o quinto mais citado; ao abrir o resultado das urnas, ambos acabaram eleitos. Em 2020 a história se repetirá?

MM - Com certeza. A força da nossa candidatura está presente nas ruas. No olhar e carinho do povo. Tenho visto isso em todas as nossas agendas políticas. As pessoas têm saudades do PT. Têm saudades do cuidado e carinho que temos com elas. Os aracajuanos e aracajuanas sabem com quem podem contar, por isso, estamos certos de que nossa caminhada será vitoriosa e que a nossa gente terá o cuidado e atenção de volta.

JD - Por qual motivo o PT decidiu pleitear a volta ao comando da PMA? 

MM - A história fala por si só. Somos o partido que mais investiu em políticas públicas que contribuíram, diretamente, com o desenvolvimento do país e, também, com a valorização e dignidade das pessoas. Somos responsáveis por programas sociais que transformaram vidas. Devolveram sorrisos. Mas, infelizmente, isso acabou. O nosso povo foi abandonado desde que saímos da gestão municipal. Não existe amor. Não existe investimentos que beneficiem, de fato, a nossa gente que mais precisa. Aracaju está desprezada por Edvaldo. Assim como o nosso povo. Então, nosso retorno vem do desejo de devolver à nossa gente aquilo que nunca deveria ter sido retirado: amor. É disso que nosso povo e nossa cidade precisam. Só com amor, e gestão responsável, conseguiremos mudar o quadro de abandono que vivemos. E somente o Partido dos Trabalhadores tem e sabe como fazer isso.

JD - Em 2016, Edvaldo Nogueira, que possuía Eliane Aquino como sua candidata a vice-prefeito, prometeu revogar o reajuste do IPTU. Caso eleito, você pretende revogar esse aumento?

MM - Vamos enfrentar o problema do reajuste do IPTU. O imposto precisa ser estudado e ter uma nova taxa adequada. E é isso que pretendemos fazer: estudar uma forma de beneficiar o povo aracajuano com qualidade de serviços à altura da expectativa de quem paga os impostos. Numa pandemia, a atual gestão não suspender o IPTU foi um ato desumano, uma das provas de que não estão pensando nas pessoas. Queremos criar mecanismos de transformação de vidas, políticas de educação, de saúde e de proteção aos mais vulneráveis. A cidade deve crescer ordenadamente. Vamos atualizar o Plano Diretor. Entendemos que Plano Diretor é para quem tem coragem, e eu tenho. Vamos dialogar com todos os setores, com os técnicos, com a Câmara, com os empresários e com o povo.

JD - Em momento de difícil diálogo entre sindicalistas e gestões públicas, como garantir ao servidor que o PT vai estreitar esses diálogos e aplicar melhorias para as classes trabalhadoras?

MM -
Com a retomada do orçamento participativo da prefeitura. Algo que já foi realidade, e que, inclusive, estive a frente na gestão de Marcelo Déda. Será realidade novamente. As categorias terão uma mesa de negociação permanente com a administração municipal. Entendemos que o diálogo é a base para todas as coisas. Eu e Ana Lúcia viemos dos movimentos sociais, da luta pela classe trabalhadora, pela educação. Então, temos o diálogo como premissa para tudo que realizamos na vida.
Nossa gestão será participativa e trará o povo para o debate. Tudo será feito com participação e aprovação popular. Sendo assim, o diálogo com as categorias será algo natural, da mesma forma que construímos nossa caminhada até aqui.

JD -
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva possui em Aracaju um representativo grupo de apoiadores. Ele virá à capital sergipana para ajudar na sua campanha nessa reta final?

MM - Sim, virá. O presidente Lula já declarou apoio a nossa candidatura, inclusive, por diversas vezes, se posicionou publicamente sobre isso. Então, assim que as autoridades sanitárias permitirem, e seus médicos autorizarem, teremos a presença do presidente Lula nas cidades em que o PT tem candidaturas. Entre elas, Aracaju está incluída. Agora, é só questão de tempo para termos o maior presidente da história do Brasil, aqui, pessoalmente, em nossa campanha.

JD - Ao longo dos últimos quatro anos Edvaldo Nogueira vem firmando parcerias com deputados que votaram à favor do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.  Em caso de não ida ao segundo turno, há possibilidade de pedir voto para Edvaldo?

MM - Edvaldo se perdeu no caminho e tomou outro trilho. Seguiu para um lado completamente diferente daquilo que acreditamos. Decidiu se aliançar com pessoas e projetos que desprezam o povo, e valorizam apenas as camadas mais ricas da sociedade. poderíamos continuar caminhando ao lado de alguém que tomou posturas dessa natureza.
Quanto ao processo eleitoral, uma coisa é fato: nós iremos ao segundo turno. E vamos ganhar as eleições. Depois de 16 anos, Aracaju voltará a ter um prefeito do PT, para honrar as tradições de Marcelo Déda. Esse prefeito é Márcio Macêdo e a nossa vice é a Professora Ana Lúcia. Com fé em Deus e com a força do povo.

 


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