Defesa Civil fiscaliza barracas de fogos da Coroa do Meio

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Publicada em 14/06/2013 às 16:06:00

Em época de São João, os fogos de artifício são item obrigatório nos festejos, porém, todo cuidado é pouco ao lidar com eles. Preocupada com a segurança dos clientes e vendedores, a Defesa Civil Municipal, órgão vinculado à Secretaria Municipal de Defesa Social e Cidadania (Semdec), realiza a fiscalização das barracas de venda de fogos localizadas na Coroa do Meio. Felizmente, todas estavam de acordo com as normas de segurança do Corpo de Bombeiros.
"Fizemos um acompanhamento para ver se os vendedores estão de acordo com as normas, ou seja, se eles têm o documento de liberação do Corpo de Bombeiros da Prefeitura", afirmou o coronel Juracir Souza dos Santos, coordenador técnico da Defesa Civil.

Na hora de comprar, o coronel explica que os clientes podem exigir os documentos dos proprietários, caso não estejam visíveis, e recomenda que só comprem em barracas que possuem a liberação. "Os fogos devem ser comprados em locais autorizados porque nós partimos do princípio que esses comerciantes trabalham com indústrias que produzem fogos de qualidade".
Virgínia Cristina, proprietária de uma das barracas, acredita que a iniciativa da Defesa Civil é muito boa. "Antes de começar a montar, a gente já sabe todas as normas e se adianta na parte de segurança. Também deixamos os documentos disponíveis para os clientes", disse. Não ter nenhum eletrodoméstico dentro da barraca e ter todas as tomadas e disjuntores do lado de fora são algumas das especificações do Corpo de Bombeiros, que podem ser observadas pelos compradores.

Outro alerta do coronel é em relação à venda de fogos para as crianças. Ele afirma que os pais devem checar a embalagem do produto, ver se ele possui liberação para crianças e observar as regras de utilização. "Na hora da queima de fogos, a criança precisa estar acompanhada de um adulto e, de preferência, com o equipamento de proteção, que é a luva", alerta. Edilson Menezes, funcionário de uma das barracas, conta que sempre instrui os pais antes da venda, "A primeira coisa que perguntamos é a faixa etária das crianças e indicamos os fogos compatíveis com a idade", explica. Quanto à fiscalização, ele também acredita ser uma atitude muito positiva, "É sempre bom ter um órgão responsável preocupado com a segurança".