Maternidade realiza Classificação de Risco na admissão de pacientes

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Publicada em 24/07/2013 às 03:02:00

Reforçar e consolidar ações de acolhimento realizadas pela Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL) no conceito da rede materna em Sergipe. Esses são objetivos da Classificação de Risco (ACCR). Realizada no setor de admissão da unidade hospitalar, o projeto tem a finalidade de identificar as parturientes de atendimento de acordo com o risco.

Nos primeiros seis meses de 2013 foram registrados mais de 7 mil atendimentos realizados na MNSL, desses, em média 50% são classificados como de baixo risco, o que sobrecarrega a unidade. Por isso, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) por meio da Fundação Hospitalar de Saúde (FHS), tem feito iniciativas de conscientização voltadas para a redução do índice de casos de baixo e médio risco encaminhados diariamente para a MNSL.

De acordo com a superintendente da MNSL, Manuela Oliveira, muitos atendimentos de risco habitual poderiam ser realizados nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), mas as gestantes ainda procuram a MNSL como primeira forma de atendimento. "Muitas pacientes chegam de forma espontânea, sem apresentar complexidade na gestação, o que ocasiona um fluxo invertido. Isto é comprovado na Classificação de Risco realizada pelo setor de admissão", explica.

A gerente do setor de admissão da MNSL, Lourivania Prado, explica que mesmo com o fluxo invertido nenhuma usuária deixa de ser atendida. "No setor de admissão, a gestante passa por uma avaliação e, caso não haja necessidade de internamento, a usuária retorna, para sua unidade de pré-natal ou é encaminhada às maternidades especializadas neste perfil", afirma.

A coordenadora de Obstetrícia da MNSL, Alba Patrícia, explica qual seria o procedimento correto para os atendimentos. "As gestantes devem dar entrada na MNSL já encaminhadas de   outras unidades de saúde, ou seja, devem chegar aqui já referenciadas seja nas maternidades de baixo e médio risco ou pelo Centro de Atendimento Integral à Mulher (CAISM)".