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Manoel Sukita, ex-prefeito de Capela
Manoel Sukita, ex-prefeito de Capela

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Publicada em 22/08/2013 às 00:45:00

Parece que o ex-prefeito de Capela, Manoel Sukita, não anda em uma maré muito boa. Como se não bastassem as acusações impetradas contra ele nos últimos meses, todas referentes à administração do município, agora, o atual vice-presidente estadual do PSB foi acusado de exercer ilegalmente a profissão de radialista.
Na última terça-feira (20), o presidente do Sindicato dos Radialistas de Sergipe, Fernando Cabral, esteve na 3ª Delegacia Metropolitana para prestar a queixa. Sukita detém o controle de uma emissora de rádio FM na capital e, segundo o boletim de ocorrência, exerce irregularmente a profissão há cerca de seis meses. A acusação é baseada no artigo 47, da Lei de Contravenções Penais.
Se condenado, o ex-prefeito pode ser preso pelo período de 15 dias a três meses. Ele, claro, diz estar sendo vitima de uma "perseguição sistemática" por parte de vários setores. Perseguição ou não, o fato é que o antigo administrador de Capela  responde a diversos processos. No último Caderno Município do Jornal do Dia, nesta mesma coluna, destacamos o inquérito policial que apura os desmandos milionários que ocorreram no final da gestão de Sukita, entre outubro e dezembro de 2012.
A delegada Danielle Garcia Alves Soares, do Departamento de Crimes contra a Ordem Tributária e Administração Pública, confirmou todas as informações publicadas no domingo. Ela preferiu não se pronunciar publicamente, pelo menos por enquanto. Mas, com um inquérito tão robusto e com provas contundentes contra ele, dificilmente o ex-prefeito escapará das punições previstas na lei. Enquanto nada é definido, Sukita coleciona processos, inquérito, acusações e desafetos. Dessa vez, seu mais recente algoz é o radialista Fernando Cabral. Que fase!

RECOLOCAÇÃO I
O secretário Geral de Governo de São Cristóvão, Armando Batalha, acompanhado do superintendente do Serviço Autônomo de Água e Esgoto e consultor da prefeitura, João Nascimento, se reuniu com seis servidores efetivos para discutir a realocação dos funcionários que foram chamados por causa da aprovação no concurso público em novembro do ano passado, mas que se encontravam com problemas na administração e, por isso, estavam sem receber os vencimentos.

RECOLOCAÇÃO II
Armando informou que os profissionais serão aproveitados de acordo com suas qualificações e classificação no concurso. Com relação aos salários, os 12 servidores - seis não estavam presentes na reunião -, já devem receber os vencimentos ao final do mês de agosto, com retroatividade. "Temos plena consciência do profissionalismo de vocês. Queremos tranquilizá-los e dizer que, apesar de todas as dificuldades enfrentadas, os frutos começaram a ser colhidos. Tudo será solucionado ainda hoje com o setor de Administração", salientou.
AUXÍLIO I
A primeira parcela no valor de R$ 1,5 bilhão, referente ao auxilio financeiro aos municípios, deve ser pago no dia 15 de setembro, um mês após a data estipulada pelo Governo Federal. Esta nova data foi acrescentada à Medida Provisória (MP) 613/2013, após articulação do presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski. A MP, com o texto que autoriza o pagamento da ajuda, foi aprovada pela Comissão Mista - Senado e Câmara. A votação ocorreu na manhã desta terça-feira, 20 de agosto. O texto é do relator senador Walter Pinheiro (PT-BA), que inclui artigo especial sobre o auxílio.
 
AUXÍLIO II
A CNM explica que após a decisão da Comissão Mista, o projeto de conversão da Medida foi encaminhado à Câmara, onde será votado em Plenário. Esta proposta tranca a Pauta da Casa, a partir da próxima semana. Em seguida, a matéria segue para o Plenário do Senado. A MP 613/2013 perde validade no dia 4 de setembro.