Procuradores defendem enxugamento de despesas públicas

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Publicada em 28/06/2012 às 11:34:00

Kátia Azevedo
katiaazevedo@jornaldodiase.com.br

O número de Cargos de Comissão (CCs) na Procuradoria Geral do Estado (PGE) deve passar de 15 para 8 como medida de contenção de gastos públicos. Esta é a proposta defendida por Procuradores do Estado de Sergipe, que na manhã de ontem realizaram assembleia para discutir o assunto.
Os procuradores do Estado de Sergipe voltaram a defender a redução dos Cargos Comissionados na PGE e em outros órgãos públicos. A ação é integra um pacote de 16 medidas que a categoria pretende adotar para garantir economia para o erário público e valorização da carreira.
Durante a assembleia, que aconteceu na sede da Associação dos Procuradores do Estado de Sergipe (Apese), uma comissão formada por sete procuradores apresentou um cronograma de implantação das medidas revendo custos operacionais e implementando ações de economia para os cofres públicos.
Na próxima quarta-feira, 04, a categoria fará nova assembleia para apresentar o projeto com as mudanças propostas pela associação. Na avaliação do presidente da Apese, Pedro Durão, os procuradores estão comprometidos com a organização do Estado, atualmente em situação de limite prudencial. "Com estas medidas haverá redução de gastos, o que desafoga o Estado da situação de limite prudencial e melhora a atuação dos procuradores no controle de custos e no combate à corrupção, além de incentivar a reestruturação da PGE", justifica.
Em estado de assembleia permanente até o final deste mês, os procuradores alegam que precisam de um plano de cargos que honre e dignifique a classe. Eles reclamam que estão sobrecarregados de processos. "Queremos ter condição de trazer mais lucro ao estado, e prestar melhores serviços ao povo sergipano, com respeito profissional e melhoria funcional. Isto não é justo, nem inteligente, pois com melhor estrutura a procuradoria prestará melhor serviço para o estado e para coletividade", disse Pedro Durão.