Poder público e sociedade civil dialogam na II Conferência Estadual de Cultura

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Publicada em 28/09/2013 às 03:11:00

Mestres da cultura popular, gestores públicos, atores, cantores, bailarinos e outros inúmeros agentes culturais reuniram-se nesta quinta-feira, 26, no Clube do Banese, em Aracaju, para discutir sobre o futuro da cultura sergipana durante a realização da II Conferência Estadual de Cultura. O evento, que contou na sua abertura com uma bela apresentação do Samba de Pareia, teve continuidade com uma mesa, composta por gestores públicos, que deram aos presentes uma introdução do que será tratado durante os debates.

Para a Secretária de Estado da Cultura, Eloisa Galdino, a construção coletiva é fundamental para o sucesso da Conferência. 'Todo esse avanço que adquirimos até hoje é fruto desse processo de empoderamento da sociedade. Com essa construção, esses agentes têm conquistado cadeiras nos fóruns, consolidado seus Conselhos de Cultura, entre outras conquistas, o que mostra que eles não estão apenas formatando as políticas públicas, mas sim tendo um controle social na execução delas', completou.

Quem também deu sua contribuição na mesa de abertura foi o diretor da Regional Bahia e Sergipe do Ministério da Cultura, Luiz Henrique de Oliveira. Ele que fez questão de prestigiar a Conferência sergipana, destacou em sua fala o crescimento cultural que Sergipe tem obtido ao longo dos anos, conquistando editais nacionais e elaborando alguns estaduais, e lembrou ainda a forte atuação da Orquestra Sinfônica. "A Conferência é reflexo do avanço da política de cultura de um Estado, e aqui em Sergipe vimos essa política se desenvolver muito nos últimos anos. Ficamos muito felizes, pois vemos que o trabalho e as propostas que são delineadas em Brasília, tem reflexos positivos por aqui', analisou.