Governo apresenta proposta para pagar retroativo do reajuste do piso em 2013

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Publicada em 14/11/2013 às 12:01:00

Na audiência ocorrida na tarde desta quarta-feira, 13, na Secretariade Estado da Educação os secretários da Fazenda, Jefferson Passos; Administração Planejamento e Gestão, José Sobral e Educação, Belivaldo Chagas apresentaram uma proposta para pagamento do retroativo do piso referente a 2013 (meses de janeiro a agosto), como ficou acordado na audiência ocorrida no dia 07 no Palácio de Veraneio.

A proposta apresentada pelo governo consistiu em: pagar o primeiro mês de retroativo em dezembro de 2013 e os sete meses seguintes entre janeiro e julho de 2014.

Os secretários argumentaram que o déficit previdenciário é o principal motivo para terem apresentam uma proposta tão estendida de pagamento do retroativo. De acordo com informações prestadas pelo Sergipe Previdência foram necessários R$53 milhões injetados pelo governo para garantir o pagamento dos aposentados.

A direção do SINTESE propôs ao governo para que, ao invés de pagar duas parcelas do retroativo em janeiro, antecipasse uma delas para o mês de dezembro. Com a nova formulação duas parcelas do retroativo seriam pagas no mês de dezembro e as demais entre janeiro e junho de 2014.

Ficou acordado também que a discussão do reajuste e do retroativo do ano de 2012 serão discutidos no mês de fevereiro.
"Apresentamos aos secretários o cenário de expectativa que vive o magistério da rede estadual. Os educadores têm compreendido a situação e aceitaram discutir o reajuste do ano de 2012 no ano de 2014 então se faz necessário que o governo também faça um esforço para que o retroativo de 2013 seja pago o mais rápido possível", aponta a presidenta Ângela Maria de Melo.
O secretário Belivaldo Chagas comprometeu-se a dar uma resposta ao sindicato até às 11h da segunda-feira, 18.

Assembleia - No mesmo dia às 15h acontece assembleia no Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe onde a direção do SINTESE apresentará a proposta e os professores decidem se a aceitam ou não.
Também serão tratados na assembleia: novo cenário no processo do redutor e o processo eleitoral para direção das escolas da rede estadual.