Assassinato de advogado não teve a ver com o exercício da profissão

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Publicada em 14/11/2013 às 12:01:00

A diretoria da Ordem dos Advogados do Brasil - Seccional Sergipe, se reuniu no final da tarde de anteontem com o secretário da Segurança Pública, João Eloy, com a superintendente da Policia Civil Katarina Feitosa, e com a delegada Thereza Simony Nunes Silva, responsável pelo inquérito policial do assassinato do advogado, Aloisio Santos Filho , executado a queima roupa no dia 17 de outubro.  A viúva da vítima, Adriana Cardoso Feitosa Santos, também participou da reunião que teve por objetivo da OAB/SE cobrar o desfecho do inquérito policial.
João Eloy adiantou que o assassinato do advogado Aloisio Santos Filho não teve nada a ver com o exercício da profissão. "Eu tenho acompanhado essa investigação desde o inicio e a linha que tem sido investigada pela policia nos garante que não teve nada a ver com o exercício da profissão".

O presidente Carlos Augusto Monteiro saiu muito satisfeito com o encontro e quanto às diligências executadas pela cúpula da SSP  "Não há registro de advogados  assassinados,  em Sergipe, por conta do exercício da profissão  , diferente do que acontece em outros estados do Brasil. Contudo, viemos aqui acompanhando a viúva Adriana Cardoso para cobrar da SSP a solução do caso e saímos com a garantia da delega Thereza Simony que nós próximos dias o inquérito policial será encerrado, adiantando que o apontamento da autoria já está bem adiantado ".

Aloisio Santos Filho, 51, foi executado com vários tiros, na porta do seu escritório de Advocacia no bairro Siqueira Campos. As primeiras informações no dia do crime deram conta de que um homem chegou andando e quando o advogado ia parando o seu carro, um corola de cor preta e placa IAI-6040, foi alvejado com dois tiros.