Revéillon de Copacabana deverá reunir 2,3 milhões de pessoas

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Publicada em 14/12/2013 às 00:09:00

Agência Brasil
 
Rio de Janeiro - Pela primeira vez, o réveillon de Copacabana terá como tema principal um filme dirigido por um brasileiro - Rio 2 - e será transmitido para diversos países da América Latina e para os Estados Unidos. A informação foi divulgada ontem (13) pela Secretaria Municipal de Turismo, que espera o comparecimento de 2,3 milhões de pessoas à festa, dos quais 767 mil turistas.

Segundo a secretaria, três palcos serão instalados ao longo da orla de Copacabana, além de 300 banheiros químicos, quatro postos médicos, seis UTIs móveis, 30 postos de policiamento e 32 torres de som. Estarão a postos 120 maqueiros e 1,5 mil produtores trabalhando na organização do evento. Além de Copacabana, oito bairros do Rio farão festa na virada do ano.

O secretário municipal de Turismo, Antonio Pedro Figueira de Mello, informou que a transmissão do evento pela televisão para diversos países ajudará a promover a cidadem que sediará os Jogos Olímpicos de 2016. "O Rio de Janeiro merece", disse ele.
Mello lembrou que o filme Rio é o tema deste réveillon e que o melhor disso tudo é poder mostrar a cidade, este réveillon, que é o mais famoso do mundo, para que pessoas de outros países assistam. "Sempre tem a cobertura jornalística - este ano teremos como novidade a transmissão da festa para toda a América do Sul e os Estados Unidos."

De acordo com o secretário, 11 balsas ficarão a 400 metros da Praia de Copacabana, com 24 toneladas de fogos de artifício, que serão queimadas em 16 minutos. Cerca de 50 técnicos em pirotecnia participarão da festa para garantir a segurança na hora das explosões.
Entre as atrações do réveillon deste ano estão a cantora Beth Carvalho, o grupo Nosso Sentimento e os cantores e compositores Will.I.Am, Lulu Santos e Carlinhos Brown.
Brown disse que a alegria dará o tom da festa, independentemente de quem esteja no palco. "Minha primeira expectativa é estar ao lado de grandes artistas. Eu peço licença. Eu sou muito bem recebido no Rio, mas tenho que pedir [licença] para cantar as coisas que precisam ser cantadas", disse o artista baiano.