Série de entrevistas marca final de ano de Eduardo Amorim

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Publicada em 27/12/2013 às 00:46:00

Uma série de entrevistas tem marcado positivamente o final do ano do senador Eduardo Amorim (PSC). A atitude tem chamado a atenção da população sergipana pelo fato do parlamentar ter estado à disposição de radialistas, jornalistas e, principalmente, dos ouvintes, para esclarecer toda e qualquer dúvida. E as duas últimas participações de Eduardo foram realizadas na rádio Xodó FM, em Nossa Senhora da Glória, na última segunda-feira, 23, e nesta quinta-feira, 26, na rádio Atalaia AM, em Aracaju, com retransmissão pela rádio Nova Cidade AM, em Simão Dias.

Na entrevista da Xodó FM, concedida ao radialista Anselmo Tavares, Eduardo Amorim, além de responder a todas as perguntas em um programa especial, que durou mais de 4 horas, também recebeu nos estúdios diversa lideranças da política local, como o ex-prefeito de Glória, Serginho Oliveira, os prefeitos Tonhão, de Monte Alegre, e Dr. Albino, de Porto da Folha, a vereadora mais votada de Glória, Maraísa, além de diversas outras lideranças comunitárias da cidade e região. Eduardo Amorim esteve acompanhado pelo deputado federal André Moura (PSC).

Dentre os assuntos tratados durante a conversa com o radialista, Eduardo Amorim destacou pontos que interessam diretamente ao povo sertanejo. "O Canal de Xingó será feito em quatro etapas. E poderia ser feito em apenas uma, de forma mais objetiva, bastando que o governo estadual pressione para isso", avaliou o senador, ao ser questionado sobre essa importante obra para o desenvolvimento da região.
Sobre a falta de água acessível a todos os municípios do sertão sergipano, Eduardo foi enfático. "Vamos ao exemplo de Porto da Folha. Fica a seis ou sete quilômetros, em linha reta, da beira do rio São Francisco. E ainda assim sofre com a falta de água. Não existe o Luz para Todos? Cabe ao governo priorizar e criar o Água para Todos. Sei que não é simples, mas se houver foco e objetivo, é possível, sim!".

Anselmo Tavares questionou sobre a virulência com que o senador vem sendo tratado por parte da imprensa, especialmente a que é patrocinada pelo governo. "Nunca na história de Sergipe alguém apanhou tanto quanto eu. Agora eu não presto, diferente da última eleição. Gastam para nos caluniar e não passam um dia sem me atacar. Querem me calar, mas não conseguirão", disse Eduardo, ressaltando que o governo deveria ter coisas melhores para lembrar. "Esse governo esqueceu dos servidores. Cadê o aumento? A recuperação da inflação, pelo menos?".

Atalaia AM - Já na entrevista concedida ao radialista Flávio Vieira, na Atalaia AM, Eduardo Amorim voltou a falar dos assuntos recorrentes, mas também respondeu a outras questões propostas pelo apresentador e também pelos ouvintes. "Este 2013 foi um ano em que nos empenhamos ainda mais pela saúde e pela educação. Colocamos a maior emenda para o Hospital do Câncer e iniciamos a luta para trazer mais uma universidade federal para o Estado, a Univasf".

Eduardo também entrou na seara administrativa e política a partir de questionamentos dos ouvintes. Sobre João Alves, prefeito da capital, o senador destacou o início do mandato como um momento único. "O primeiro ano é para arrumar a casa. E esperamos um 2014 melhor". Já sobre a possibilidade de candidatura a presidência pelo seu partido, o PSC, Eduardo Amorim avaliou as possibilidades. "Poderemos ter candidato, na pessoa do pastor Everaldo, bem como poderemos apoiar outra conjuntura. Faremos o que for melhor para o povo", disse.

Sobre o seu relatório das receitas para o orçamento de 2014, peça elaborada pelo senador e alvo de elogios da imprensa nacional, da oposição e até do governo, Eduardo lembrou como era a prática anterior. "Sempre faziam relatórios do orçamento, mas de ficção, que não se concretizavam. Lutei para fazer o mais próximo da realidade possível, para atender as necessidades reais do país. Até os técnicos do Senado elogiaram, por verem no nosso relatório a preocupação com a verdade", frisou.
Por fim, o senador foi questionado por um ouvinte sobre uma afirmação feita insistentemente pela oposição, de que quem mandaria no seu mandato não seria ele.