Na volta à Assembleia, Gilmar diz que será um 'conciliador'

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Gilmar Carvalho discursa no seu retorno à Assembleia
Gilmar Carvalho discursa no seu retorno à Assembleia

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Publicada em 11/03/2014 às 00:40:00

Em seu primeiro pronunciamento após seu retorno à Assembleia Legislativa, o deputado estadual Gilmar Carvalho (SDS) apresentou uma "agenda positiva" com uma série de proposituras. O parlamentar chegou com o discurso mais conciliador, de que vem para somar e que não vai defender confrontos na Casa.

Ao apresentar sua primeira proposta, Gilmar Carvalho explicou que cansou de esperar pela lentidão da presidente Dilma Rousseff (PT) no tocante às manifestações públicas e os "black blocs". "Nosso projeto visa dar mais facilidade a polícia para coibir os atos de vandalismo e agressões nas manifestações públicas cometidas por esses black blocs. Bandidos como aqueles que fizeram parte daquela manifestação em Aracaju para apedrejar a sede da Prefeitura de Aracaju e da SMTT". Gilmar disse que, na avaliação dele, manifestantes foram aqueles que, no início de junho, foram às ruas "de cara limpa", sem agredir ninguém.

Taxa de Esgoto - Gilmar Carvalho explicou que por mais que digam que é um ano eleitoral, ele já apresentou um projeto defendendo o fim da taxa de esgoto semelhante em outra oportunidade e que não era ano eleitoral. "Nós também trabalhamos no ano eleitoral! A partir de amanhã, nós vamos buscar quase 16 mil assinaturas que a Constituição Estadual exige para a apresentação de um projeto de iniciativa popular propondo o fim da taxa de esgoto cobrada pela Deso. Vamos trazer assinaturas novas com a exigência da apresentação do número do título eleitoral de cada um dos que subscreverem".

PM - Gilmar Carvalho revelou ainda que outro projeto de sua autoria garante o mesmo direito, dado aos coronéis da PM, aos demais membros da Polícia Militar de Sergipe. "Diante da necessidade da diminuição do número de coronéis na PM, a Assembleia aprovou a medida do governador Marcelo Déda (in memoriam). Hoje os coronéis da PM, que chegam ao comando, não se aposentam mais com 30 anos de carreira. São reformados com 25 anos. Nossa proposta é que toda a corporação ganhe a reforma com os mesmos 25 anos dos coronéis". Gilmar disse que vai consultar a OAB nacional e vai pedir uma audiência através do advogado sergipano César Britto.