Plano de Cargos e Salários do Servidor deve ser votado em breve

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto
O líder do governo, deputado Francisco Gualberto, discursa na tribuna
O líder do governo, deputado Francisco Gualberto, discursa na tribuna

Clique nas imagens para ampliar

Publicada em 19/03/2014 às 00:39:00

Nas últimas semanas, o governador Jackson Barreto (PMDB) vem negociando pessoalmente com representantes dos servidores do Estado o Plano de Cargos e Salários para variadas categorias no serviço público. Toda essa discussão conta com a colaboração do deputado estadual Francisco Gualberto (PT), líder da bancada governista na Assembleia Legislativa e conhecedor da causa.
"Eu estou sonhando, acreditando e efetivamente participando desse trabalho. Meu desejo é votar e aprovar o plano de cargos e salários até o prazo estabelecido pela lei por conta do calendário eleitoral", confessou Gualberto, durante debate com deputados de oposição na sessão de ontem, 18. "Não posso garantir que o plano será a redenção ou a mágica que vai fazer com que todos os servidores fiquem sorridentes. Mas já será um excelente começo", disse o deputado.

Por conta do ano eleitoral, o prazo para que o referido plano seja apresentado, discutido, votado, aprovado, sancionado e publicado no Diário Oficial, com validade para 2014, será o dia 8 de abril. Caso tudo isso aconteça após esta data, as regras do plano só terão validade a partir de 2015. "Pelo o que sei, o próprio presidente do sindicato dos servidores públicos, Waldir Rodrigues, nos seus 25 anos de atuação como sindicalista, nunca viu um plano semelhante", disse Francisco Gualberto. "Não sabemos detalhes do plano que vem sendo discutido, mas a iniciativa do governo, por si só, já é algo que devemos prestar atenção com boa vontade".

O líder governista também defendeu o governador Jackson Barreto em relação ao episódio envolvendo a frase "Nem vem de garfo que hoje é dia de sopa", pronunciada pelo gestor estadual durante recente entrevista à imprensa. "O que Jackson quis dizer foi: 'eu não me estresso, não fico impaciente com as reivindicações dos servidores. Isso não me tira a tranquilidade'. E nós compreendemos perfeitamente isso. Não há conflito algum com os servidores. Jackson sempre fala a verdade. Mostra o que é possível fazer e o que não é possível", argumentou Francisco Gualberto.