12 mil doses de vacinas polivalentes são distribuídas

 

Milton Alves Júnior
Prestes a completar três meses de ausência nas unidades básicas de saúde, na manhã de ontem a Secretaria de Estado da Saúde (SES), oficializou que 12 mil doses da vacina polivalente foram encaminhadas pelo Governo Federal ao Estado de Sergipe. A perspectiva por parte dos gestores estaduais é que até a próxima sexta-feira todas as unidades estaduais e municipais estejam com a vacina disponível para serem aplicadas em crianças. Desse total, cerca de duas mil doses serão distribuídas junto aos 44 postos de saúde administradas pela Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Por recomendação do Ministério da Saúde, a prioridade no momento é para crianças com as doses atrasadas.
A vacina pentavalente garante aos bebês proteção contra a difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e contra a bactéria haemophilus influenza tipo b, responsável por infecções no nariz, meninge e na garganta. A pentavalente é aplicada nas crianças aos dois, quatro e seis meses de idade. Ciente da demanda alta para a considerada baixa oferta de doses em todos os estados brasileiros, o Governo Federal informou que adquiriu novo bloco dessas composições de defesa e proteção das crianças, porém, testes estão sendo realizados a fim de estudar se de fato a qualidade do produto atende as respectivas necessidades. Diante desses testes, o poder executivo federal não confirmou quando estarão disponíveis.
Mãe de uma criança de oito meses e com a caderneta de vacina com pendências, a aracajuana Leticia Marin, residente do Conjunto Medici, lamenta a situação e critica a gestão pública por deixar faltar nos postos de saúde um item apontado por ela como de alta representatividade protetiva. Sem emitir publicamente críticas direcionadas contra líderes absolutos dos gestores públicos – nesse caso o presidente da república, Jair Messias Bolsonaro -, ela prefere enaltecer uma possível fragilidade do poder judiciário brasileiro. Segundo a contribuinte, funcionária pública, esses casos seriam evitados caso punições representativas fossem aplicadas junto aos administradores municipais, estaduais e federais que permitem o estoque chegar ao nível mais baixo.
A orientação é que os pais e/ou responsáveis levem as crianças até o posto da região onde moram e possuem cadastro, e reivindiquem a aplicação da vacina polivalente.

Milton Alves Júnior

Prestes a completar três meses de ausência nas unidades básicas de saúde, na manhã de ontem a Secretaria de Estado da Saúde (SES), oficializou que 12 mil doses da vacina polivalente foram encaminhadas pelo Governo Federal ao Estado de Sergipe. A perspectiva por parte dos gestores estaduais é que até a próxima sexta-feira todas as unidades estaduais e municipais estejam com a vacina disponível para serem aplicadas em crianças. Desse total, cerca de duas mil doses serão distribuídas junto aos 44 postos de saúde administradas pela Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Por recomendação do Ministério da Saúde, a prioridade no momento é para crianças com as doses atrasadas.
A vacina pentavalente garante aos bebês proteção contra a difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e contra a bactéria haemophilus influenza tipo b, responsável por infecções no nariz, meninge e na garganta. A pentavalente é aplicada nas crianças aos dois, quatro e seis meses de idade. Ciente da demanda alta para a considerada baixa oferta de doses em todos os estados brasileiros, o Governo Federal informou que adquiriu novo bloco dessas composições de defesa e proteção das crianças, porém, testes estão sendo realizados a fim de estudar se de fato a qualidade do produto atende as respectivas necessidades. Diante desses testes, o poder executivo federal não confirmou quando estarão disponíveis.
Mãe de uma criança de oito meses e com a caderneta de vacina com pendências, a aracajuana Leticia Marin, residente do Conjunto Medici, lamenta a situação e critica a gestão pública por deixar faltar nos postos de saúde um item apontado por ela como de alta representatividade protetiva. Sem emitir publicamente críticas direcionadas contra líderes absolutos dos gestores públicos – nesse caso o presidente da república, Jair Messias Bolsonaro -, ela prefere enaltecer uma possível fragilidade do poder judiciário brasileiro. Segundo a contribuinte, funcionária pública, esses casos seriam evitados caso punições representativas fossem aplicadas junto aos administradores municipais, estaduais e federais que permitem o estoque chegar ao nível mais baixo.
A orientação é que os pais e/ou responsáveis levem as crianças até o posto da região onde moram e possuem cadastro, e reivindiquem a aplicação da vacina polivalente.

 

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