12º In-Edit Brasil exibe mais de 60 filmes

 

12º In-Edit Brasil exibe mais de 60 filmes
O In-Edit Brasil – Festival Internacional do Documentário Musical chega à sua 12ª edição e acontece de 9 a 20 de setembro, com mais de 60 filmes nacionais e internacionais inéditos no circuito comercial. A Mostra Portugal, a masterclass com o cultuado diretor inglês JulienTemple, entrevistas, debates e shows exclusivos com Autoramas, Felipe Cordeiro e Flicts, completam a programação de 2020.
Pela primeira vez o festival será online com acesso em todo território nacional. Toda programação poderá ser acessada pela plataforma do festival in-edit-brasil.com e também através de plataformas parceiras (Sesc Digital e Spcine Play), a R$ 3,00 e gratuitamente. Os interessados poderão comprar pacotes de acessos com desconto.  Toda a receita arrecadada pelo festival será destinada a trabalhadores da música e do cinema afetados pela pandemia, através do projeto independente Conexão Música e do FAPAN – Fundo.de Amparo aos Profissionais do Audiovisual Negro, gerido pela APAN (Associação dos Profissionais do Audiovisual Negro).
 No Panorama Brasileiro, dividido em Competição Nacional, Mostra Brasil, Brasil.Doc e Curtas Brasileiros, o festival celebra mais um ano com uma ótima safra de documentários musicais apresentando personagens como Dorival Caymmi, Pitty, Arto Lindsay, Mestre Cupijó, banda Flicts, Quebradeiras de Coco Babaçu, Felipe Cordeiro, Walter Smetak, Autoramas,  Amaro Freitas, Mateus Aleluia, Elton Medeiros, o compositor e violonista Aníbal Augusto Sardinha, o Garoto, entre outros.
Já na programação internacional, foram selecionados 22 filmes inéditos. Entre os destaques estão The QuietOne, de Oliver Murray, versão da história do baixista Bill Wyman, dos Rolling Stones,  que abre seu arquivo pessoal com imagens inéditas; White Riot, de RubikaShah, sobre o movimento Rock AgainstRacism que teve apoio de bandas como The Clash, Sham 69, Steel Pulse; My Darling Vivian, de Matt Riddlehoover, no qual as filhas do primeiro casamento de Johnny Cash decidem contar sua versão após o sucesso do filme "Johnny e June"; Aznavour by Charles, de Marc di Domenico, com imagens feitas pelo cantor com uma câmera que ganhou de presente de Edith Piaf; Kate Nash: Underestimatethe Girl, de Amy Goldstein, sobre a cantora e compositora Kate Nash, entre outros.

O In-Edit Brasil – Festival Internacional do Documentário Musical chega à sua 12ª edição e acontece de 9 a 20 de setembro, com mais de 60 filmes nacionais e internacionais inéditos no circuito comercial. A Mostra Portugal, a masterclass com o cultuado diretor inglês JulienTemple, entrevistas, debates e shows exclusivos com Autoramas, Felipe Cordeiro e Flicts, completam a programação de 2020.
Pela primeira vez o festival será online com acesso em todo território nacional. Toda programação poderá ser acessada pela plataforma do festival in-edit-brasil.com e também através de plataformas parceiras (Sesc Digital e Spcine Play), a R$ 3,00 e gratuitamente. Os interessados poderão comprar pacotes de acessos com desconto.  Toda a receita arrecadada pelo festival será destinada a trabalhadores da música e do cinema afetados pela pandemia, através do projeto independente Conexão Música e do FAPAN – Fundo.de Amparo aos Profissionais do Audiovisual Negro, gerido pela APAN (Associação dos Profissionais do Audiovisual Negro).
 No Panorama Brasileiro, dividido em Competição Nacional, Mostra Brasil, Brasil.Doc e Curtas Brasileiros, o festival celebra mais um ano com uma ótima safra de documentários musicais apresentando personagens como Dorival Caymmi, Pitty, Arto Lindsay, Mestre Cupijó, banda Flicts, Quebradeiras de Coco Babaçu, Felipe Cordeiro, Walter Smetak, Autoramas,  Amaro Freitas, Mateus Aleluia, Elton Medeiros, o compositor e violonista Aníbal Augusto Sardinha, o Garoto, entre outros.
Já na programação internacional, foram selecionados 22 filmes inéditos. Entre os destaques estão The QuietOne, de Oliver Murray, versão da história do baixista Bill Wyman, dos Rolling Stones,  que abre seu arquivo pessoal com imagens inéditas; White Riot, de RubikaShah, sobre o movimento Rock AgainstRacism que teve apoio de bandas como The Clash, Sham 69, Steel Pulse; My Darling Vivian, de Matt Riddlehoover, no qual as filhas do primeiro casamento de Johnny Cash decidem contar sua versão após o sucesso do filme "Johnny e June"; Aznavour by Charles, de Marc di Domenico, com imagens feitas pelo cantor com uma câmera que ganhou de presente de Edith Piaf; Kate Nash: Underestimatethe Girl, de Amy Goldstein, sobre a cantora e compositora Kate Nash, entre outros.

 

Compartilhe esta notícia