Projeto da Adema garante monitoramento espacial de biomas

Após desenvolver projeto que quantificou o ecossistema manguezal em Sergipe, a Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) fechou contrato com a Santiago e Cintra Consultoria para desenvolver um novo projeto: o do Banco de Dados Geoespacial. Com a iniciativa, o órgão ambiental irá acompanhar a evolução dos manguezais do Estado mediante utilização de modelagem computacional com uso de geoprocessamento em imagens.  

Outro destaque dessa nova forma de observação ao ecossistema é quanto ao seu alcance. Além de monitorar os manguezais, com a utilização do geoprocessamento espacial, outros biomas, a exemplo da Caatinga, também serão quantificados. Esse cenário irá permitir o aperfeiçoamento da gestão nas atuações do órgão, tendo como suporte para essa finalidade o arquivamento de imagens para produção de informações ao Banco de Dados Geoespacial da Adema, conforme objetiva o projeto.
De acordo com o secretário de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos, Genival Nunes Silva, o contrato firmado com a empresa irá proporcionar maior eficácia nas ações da área de meio ambiente no Estado.

Além de fornecer serviços de imageamento e da solução de geoprocessamento, a empresa contratada irá prestar treinamentos à equipe da Adema e da Emgetis, grupo responsável pela execução dos serviços e de fiscalização. Segundo a representante da Santiago e Cintra Consultoria, Iara Musse, os trabalhos e a metodologia desenvolvidos pela equipe da Adema para mapeamento e quantificação automática da vegetação do mangue de todo o Estado de Sergipe poderão contribuir para melhoria das atividades de monitoramento e gestão ambiental do Ecossistema.
O contrato entre a Adema e empresa que desenvolverá o softwear tem prazo de 12 meses para ser concretizado, correndo a partir desta segunda-feira.

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