O Vasco elimina o Fluminense. Em seguida, o Botafogo supera o Flamengo e os dois vencedores fazem a final da Taça Guanabara. Para os mais apressados, essa sequência de duelos é o enredo do torneio deste ano, mas ele também aconteceu em 2010.
Na ocasião, no dia 13 de fevereiro, o Cruz-maltino bateu o Tricolor nos pênaltis por 6 a 5, após empate em 0 a 0 no tempo normal. Dos cobradores, apenas Fred e Gum, pelo Flu e Carlos Alberto, do Vasco, seguem nas equipes.
Único dos 12 batedores a desperdiçar o penal, o jovem Alan foi o responsável pela eliminação do clube das Laranjeiras. Aliás, caso o regulamento atual do Campeonato Carioca estivesse valendo em 2010, o Vasco, com melhor campanha, teria avançado já com o empate nos 90 minutos.
Quatro dias depois, o Botafogo despachou o Império do Amor com uma virada de tirar o fôlego. Primeiro, Vinicius Pacheco, que vivia grande fase, abriu o placar. Ainda na etapa inicial, o lateral-esquerdo Marcelo Cordeiro empatou.
Próximo do final da partida, Herrera aparou cobrança de falta para a área e Caio, talismã alvinegro, marcou o gol da vitória, que levou o Glorioso à final.
Se até agora a repetição da história agradou a vascaínos e alvinegros, o resultado da decisão divide opiniões. Em General Severiano, o sonho é que o resultado seja o mesmo. Há três anos, com gols de Fábio Ferreira e Abreu, de pênalti, o Botafogo fez 2 a 0 no Vasco e ergueu a Taça Guanabara.
Já para os lados do Vasco, o final diferente da história renderia muito mais que um simples título. Desde a Taça Rio de 2004 que o Gigante da Colina não conquista um turno do Campeonato Carioca e quer a taça para voltar a disputar uma final de Estadual, torneio que o clube faturou pela última vez em 2003.
Botafogo e Vasco se enfrentam neste domingo, às 16h, no Engenhão.


