Atendimento do Huse foi abaixo do normal

O Hospital de Urgência de Sergipe (Huse) atendeu 1938 usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) durante o Carnaval. O balanço de produção foi realizado entre a sexta-feira, 28 de fevereiro, e a Quarta-Feira de Cinzas, 5 de março. O número de atendimentos no Pronto Socorro foi considerado abaixo do normal, que seria de 3000 atendimentos durante cinco dias normais, e com o cumprimento integral nas escalas de plantão.
Durante os cinco dias de festa, o que mais predominou foi o atendimento por pacientes vítimas de traumas e os acidentes motociclísticos que contabilizaram 126 vítimas. Foram atendidas, também, 32 vítimas de arma de fogo, 22 vítimas de arma branca, 1 vítima de atropelamento, 1 vítima de afogamento e 32 casos por agressão física.
Nesse período, foram registrados também atendimentos de baixa complexidade. Entre eles: 11 atendimentos de pacientes com algum tipo de alergia, 20 atendimentos de pacientes com diarreia, 46 atendimentos a pacientes com queixa de dor de cabeça, 94 atendimentos a pacientes com febre, 15 atendimentos a pacientes com pressão alta, entre outros casos de baixa complexidade foram contabilizados na Área Azul do Pronto Socorro do Huse, mas não trouxeram desconforto para pacientes e profissionais já que os atendimentos nas UPAs voltaram a funcionar.
De acordo com o diretor clínico do Huse, Marcos Kruger, durante o período do carnaval o número de atendimentos na área azul e em todo o Pronto Socorro foi normalizado.
"Realmente tivemos um Carnaval muito tranquilo, estive presente nos plantões todos os dias e nós checamos um movimento bem abaixo da média habitual e para um período carnavalesco foi um dos mais tranquilos. O movimento do centro cirúrgico foi abaixo do esperado, o verde trauma também foi abaixo do normal, a área azul mesmo com o fechamento naqueles dias das UPAs um pouco aumentado, mas depois que voltaram a funcionar o clima melhorou também e foi regularizado. O clima no hospital foi muito tranquilo", explicou.
O Huse contou com todo o esquema de atendimento montado e equipes de plantão para garantir a assistência à população sergipana durante o Carnaval. "Tivemos uns acidentes no trânsito, mas tudo na perfeita tranquilidade. Na escala dos plantões não tivemos nenhum tipo de falta, principalmente nas de cirurgia geral e nas especialidades, tudo tranquilo. Os incidentes que predominaram foram os pequenos traumas, acidentes motociclísticos, agressões físicas e algumas vitimas de arma branca (faca)", ressaltou o diretor clínico.
"O funcionamento integrado dos serviços da rede hospitalar do Estado também foi fundamental e deu o suporte necessário para que o HUSE funcionasse com normalidade durante o Carnaval", concluiu Augusto César Esmeraldo, superintendente do Huse.

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