Os sergipanos que parti-ciparam da oitava edi-ção da Brasil Offshore, realizada na cidade de Macaé (RJ), ficaram satisfeitos com os resultados alcançados durante o evento. Mesmo diante do momento difícil pelo qual passa a cadeia de petróleo e gás em todo o país, os empresários conseguiram estabelecer contatos com possíveis parceiros e vislumbram a realização de novos negócios já nos próximos meses.
De acordo com o Hermínio Carvalho, gerente de Negócios e Prospecção da Flodin, a Feira foi uma excelente oportunidade para a empresa apresentar seus serviços e descobrir eventuais clientes. "Pela primeira vez estamos participando como expositores e percebemos que o público foi bastante receptivo em relação ao nosso portifólio. Agora é tentar estreitar os contatos que mantivemos com algumas empresas para concretizarmos os negócios".
Já Homero Pinto, um dos sócios da Engepet, destacou que além da conquista de novos clientes, o evento foi importante para fortalecer o relacionamento com as empresas que já são parceiras. "É um momento importante para trocar experiências, conversar sobre os serviços que estão sendo prestados e também descobrir o que os concorrentes estão oferecendo".
A Brasil Offshore é promovida a cada dois anos e contou nesta edição com a presença de mais de 700 expositores nacionais e internacionais apresentando as mais recentes tecnologias, produtos e serviços que beneficiarão a região da América Latina e do Caribe. A Feira é considerada a terceira maior da cadeia petrolífera em todo o mundo.
Este ano a programação incluiu exposições, uma conferência técnica sobre as perspectivas de revitalização de campos maduros de petróleo e um espaço para discussões sobre certificações, sustentabilidade e novas tecnologias para o setor.
Rodada de Negócios – Um dos principais atrativos deste ano foi a Rodada de Negócios, que contou com a participação de 19 empresas âncora – grandes companhias do setor de petrolífero, como a BR Distribuidora, Halliburton, Shell e Schlumberger. A proposta foi aproximar compradores e fornecedores para que sejam viabilizados futuros acordos e parcerias.
A WN Serviços, empresa que atua na terceirização de mão de obra e no mercado de jardinagem, conservação e limpeza, participou de reuniões com a Transpetro e saiu bastante satisfeita com o resultado das conversas. "Nossa meta é conseguir adentrar no mercado carioca e sentimos que conseguimos dar o primeiro passo. Teremos uma nova reunião com o gerente local da empresa para apresentarmos os nossos serviços e, quem sabe, conseguir um novo contrato", ressalta José Wilker Amorim, diretor comercial da companhia.


